Honda CBR 1100XX SuperBlackbird

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Honda CBR 1100XX SuperBlackbird
Honda CBR 1100XX SuperBlackbird2.jpg
Nome(s)
alternativo(s):
Double X
Construtor: Honda
Produção: 1996—presente
Antecessor: CBR 1000F
Sucessor: nenhuma
Motor: Tipo: 1137cc, 4 Tempos, 4 Cilindros em Linha, Refrig. Líquida

Diâmetro x Curso: 79.0mm x 58.0mm
Taxa de Compressão: 11.0:1
Válvulas: DOHC; 16 (4 válvulas por cilindro)
Alimentação: Injecção electrónica de combustível
Ignição: CDI (Computer-controlled digital with three-dimensional mapping)

Arranque: Eléctrico
Caixa de velocidades: 6 velocidades
Distância entre os eixos (mm): 1.490
Comprimento (mm): 2.160
Largura (mm): 720
Altura (mm): 1.170
Peso bruto (kg): 223
Consumo: ca. 8 litros/100 km
Velocidade máxima: 303 Km/h
Depósito (l): 24 (inclui 4 de reserva)
Modelos similares: GSX-1300R Hayabusa
Kawasaki Ninja ZX-12R
Kawasaki Ninja ZZR 1400
BMW K1200S

Lançada em 1997 quase por surpresa e afirmando-se como a maior e mais potente super-desportiva da Honda, a estupenda CBR 1100 XX Super BlackBird junta muitas das mais avançadas tecnologias de ponta da marca nipónica, misturada com um desenho elegante e agressivo, capaz de a tornar numa das motos mais desejadas pelos amantes das viagens rápidas e não só. Um motor potente, um conforto extremo e um lote de qualidades dinâmicas revistas primeiro em 1999 e depois em 2001, são apenas alguns dos atributos da moto que transformou o conceito de viajar ou simplesmente servir…

A CBR 1100 XX foi estudada e construída para satisfazer os que realmente pretendem uma moto de elevadas prestações e tecnologia mas também com estilo muito próprio. Apesar de em 2001 ter recebido algumas pequenas modificações estruturais, foi em 1999 que se deu a primeira e mais notada alteração de componentes funcionais, ajudando-a a manter o estatuto de moto de eleição entre os amantes das super-desportivas. Desde o início, a CBR 1100 XX foi desenvolvida no intuito de desenvolver a máxima efectividade em qualquer situação.

Em vez de romper as barreiras de velocidade à custa de mais potência, a equipa de desenvolvimento da XX optou pelo "caminho de menor resistência" minimizando o obstáculo mais importante a uma velocidade elevada: a resistência ao vento e ao fluxo aerodinâmico. Graças ao desenho anguloso e perfilado da frente deste modelo, não só a estética é única e distinta, como se se realizou uma revolução a nível aerodinâmico, resultando a carenagem frontal mais eficiente e com um coeficiente de penetração aerodinâmica superior ao de uma 250 cc. Condutor e passageiro podem desfrutar por isso de uma moto que alia potência e eficiência, mas que tem também um nível de conforto elevado assim como um extraordinário coeficiente de segurança activa. Tudo numa moto sempre fácil de levar.

MOTOR
O motor que propulsiona a CBR 1100 XX sempre se cotou como um dos mais avançados do seu segmento desde que surgiu pela primeira vez montado nesta moto. Com 1.137 cc de capacidade, quatro cilindros em linha, refrigeração líquida e cabeça de 16 válvulas esta unidade não foi em nada alterada desde a primeira versão. Os seus atributos recaíem num formato estreito, compacto e leve mas também na potência que é capaz de desenvolver e na forma como funciona. Tem por exemplo montado um sistema duplo de veios de equilíbrio que reduz para níveis nunca antes experimentados a suavidade de funcionamento desta unidade tão agradável de utilizar quer por condutores mais ou menos experientes.

Suspensão Dianteira

A forquilha telescópica convencional da XX é uma unidade com bainhas de 43 mm de diâmetro e funcionamento do tipo cartucho. Dispõe do sistema HMAS que permite um amortecimento mais dócil e progressivo mas também muito mais confiante ao condutor. As únicas modificações realizadas em 2001 centraram-se nas novas varetas internas em alumínio (em vez das de aço) que permitem uma redução de peso do conjunto, pequena mas significante. A amplitude de afinações é maior, melhorando a resposta da unidade em velocidades mais baixas e ao mesmo tempo aumentando a precisão de resposta em velocidades de cruzeiro elevadas.

Honda CBR1000RR

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Honda CBR1000RR
HONDA CBR1000RR Fireblade 2005TMS.jpg
Fabricante Honda
Apelido Fireblade
Produção 2004-2010 - atual
Predecessora Honda CBR 954RR Fireblade
Sucessora Sem sucessão atual
Tipo Super Esportiva
Motor 999cm 178,1 cv torque : 11,4 kgf.m a 8,5 mil rpm3
Relações Honda CBR 600RR
Honda RC211V
Honda RC212V
Similar Ducati 1098
Kawasaki Ninja ZX-10R
MV Agusta F4 1000 S
Suzuki GSX-R1000
Yamaha YZF-R1
Aprilia RSV 4
BMW S1000RR
Buell 1125R
KTM 1190 RC8

A Honda CBR 1000 RR (também conhecida como Fireblade) é uma moto super-esportiva de 999 cilindradas e 4 cilindros em linha refrigerada a água que foi apresentada em 2004 para substituir a CBR 954RR.

2008

Uma nova CBR1000RR foi lançada no Moto Show [[Paris] em 28 de setembro de 2007,sendo modelo 2008. A CBR1000RR continua com o motor de 999 cc, mas agora com 13000 rpm, as válvulas são feitas de titânio e os pistões são mais leves. Para o lançamento a Honda fez um grande esforço para a redução de dióxido de carbono.

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Lotus Elise
Lotuselise.jpg
Construtor: Lotus
Produção: 1995-2007
Antecessor: Lotus Elan
Tipo de Carroçaria: roadster
Motor: 1.8 4L
Modelos relacionados: Lotus Exige

O Elise é um roadster compacto da Lotus. O Lotus Elise mantém sua agilidade, confirmando sua fama de ser um carro de corrida para as ruas. O modelo 2008 é dotado tem um motor 1.8 16v com 190cv de potência. Para o mercado americano este motor é produzido pela japonesa Toyota em parceria com sua conterrânea Yamaha. Já para outros mercados, o propulsor de 156 cv é feito pela inglesa Rover.

Outra característica que contribui para a agilidade do esportivo é o peso de apenas 903 kg. O Elise faz de 0-100 km/h em 4,6 segundos e sua aerodinâmica gera 42 kg de downforce a 160 km/h.

O modelo 2008 do esportivo traz novidades no painel de instrumentos - um tela de LCD de alta definição, com mais funcionalidades e novo desenho. E, a partir de agora, todas as versões do Elise vão contar com airbag tanto para motorista quanto para passageiro.

Fabricantes diferentes têm abordagens diferentes no que diz respeito a projetar um carro de alto desempenho. Para alguns, é uma eterna busca por mais potência, com motores maiores, mais cilindros e combustível de alta octanagem. Alguns partem para a tecnologia da era espacial e adicionam os turbocompressores mais recentes, aerodinâmica testada em túneis aerodinâmicos e componentes de suspensão computadorizados.

Para a fabricante britânica Lotus (em inglês), alto desempenho está na simplicidade. Um carro leve, sem acessórios, com um motor modesto é o ideal da Lotus - o carro esporte puro. O novo Lotus Elise se encaixa perfeitamente nesse perfil. Pesa menos de uma tonelada e tem um motor de quatro cilindros, mas é rápido o suficiente para a maioria das pessoas e tem características de condução que algumas revistas especializadas em automóveis chamaram de "telepáticas".

O Elise já é vendido na Europa há alguns anos (como o Elise 111R), mas o Lotus Elise 2005 marca a volta da empresa ao mercado norte-americano. Neste artigo, descobriremos como fizeram o Elise ficar tão leve, e por que é tão gostoso dirigi-lo.

Desde 1996 a Lotus Cars Ltd. pertence à Proton, da Malásia. O motor do Elise é totalmente diferente de alguns dos potentes motores dos atuais supercarros europeus. O motor fabricado pela Toyota substitui o Rover K-Series (em inglês) que equipou o Elise na Europa, de certa forma desatualizado. O motor de aspiração atmosférica de 1,8 litro, refrigerado a água, tem bloco de alumínio de quatro cilindros com duplo comando de válvulas, quatro válvulas por cilindro e uma taxa de compressão de 11,5:1. O motor fica no meio do carro, bem atrás do motorista.Este motor é semelhante ao do Toyota Celica GT-S, mas com os sistemas de admissão e escape atualizados e uma unidade eletrônica de controle (ECU) mapeada especificamente para o Lotus (revista Road and Track, agosto de 2004). São 192 cv de potência a 7.800 rpm, produzindo torque de 19 kgfm a 6.800 rpm. Se você comparar com as Ferrari ou os Corvette, esses números parecerão muito baixos. Mas tenha em mente que o Lotus não foi feito para ser veloz, mas para ser ágil. O Elise vem equipado com o variador de fase e levantamento de válvulas (VVTi) da Toyota. Isso permite ao motor mudar para um ressaldo de perfil diferente no comando de válvulas quando é detectada uma rotação alta. Para simplificar, isso faz o motor desenvolver potência extra quando ele atinge 6.200 rpm. Tanto a revista Motor Trend (em inglês), quanto a Road & Track (em inglês) dizem que o sistema foi aperfeiçoado para proporcionar uma transição mais suave para o perfil de ressalto de alta rotação do que nos motores anteriores da Toyota. O motor é acoplado a um câmbio manual de seis marchas curta com relações próximas (também da Toyota), projetado para permitir trocas de marcha rápidas conforme a potência é transferida para as rodas traseiras. Uma luz no painel mostra ao motorista quando a rotação está se aproximando da linha vermelha, que no Elise é de 8.000 rpm, momento de trocar de marcha. O baixo peso do Elise é conseguido por meio de vários métodos. Começa pelo chassi, de alumínio. Formado por chapas de alumínio coladas, formando uma "banheira", o chassi do Elise pesa somente 68 kg. O peso do Elise é reduzido ainda mais pelo uso do leve plástico reforçado com fibra de carbono em partes do assoalho Além disso, o Elise é um carro muito pequeno - um roadster de dois lugares e apenas um pequeno espaço para bagagem. A curta distância entre eixos (230 cm) também mantém o perfil do carro mais limpo e compacto, e o Elise básico tem capota de lona. Por fim, a Lotus mantém o peso do Elise mais baixo ao cortar muitos dos itens de conforto considerados obrigatórios em um carro caro. Vamos discutir o interior do Elise mais adiante, mas por hora basta dizer que o interior deste carro é espartano. Muito da estrutura de alumínio é deixada à mostra, e os painéis interiores têm furos grandes, para diminuir ainda mais o peso. Rapidez Todo mundo que já teve o prazer de dirigir um Elise percebeu como ele é bom de dirigir. O carro é bem rápido nas curvas e tem ótima resposta de direção. Como a Lotus conseguiu produzir um carro tão bom de curva? Na verdade, não existe nada de especial - apenas uma suspensão independente de braços triangulares duplos superpostos, com molas e amortecedores e barras estabilizadoras de boa especificação (exatamente qual tipo vai depender de você optar pelo kit de série ou Sport), tudo calibrado pelos experts da Lotus.

Como o Elise não foi feito para atingir velocidades muito altas, a Lotus não se preocupou muito com a aerodinâmica. Com velocidade máxima de 240 km/h, o formato suave do Elise não é tão aerodinâmico quanto o de alguns dos supercarros europeus. O assoalho foi projetado para reduzir a sustentação, ajudando a manter as rodas traseiras no chão em velocidades mais altas.

Os pneus Yokohama Advan Neova AD07 (em inglês) são
montados em rodas de liga leve de
oito raios na versão básica.
O kit Sport vem com pneus Yokohama A048 LTS definidos
para o Elise e montados em rodas leves. Discos de freio
ventilados nas quatro rodas
com ABS, fazem o Elise passar de 97 km/h a zero
em 32 metros, um recorde da revista
Road & Track (Road & Track, agosto de 2004).