Dicas para troca de óleo de sua moto
Por existir grandes diferenças entre carros e motos, além das obvias têm-se as internas, como por exemplo, o sistema de lubrificação.
Enquanto o carro possui um lubrificante para o motor e outro para a caixa de transmissão, a moto possui um único lubrificante para os cilindros, pistões e a caixa de marcha.
Para uma embreagem úmida, as motos necessitam de uma composição mista sem redutores de atrito como os utilizados nos carros, caso contrário à embreagem da moto patinaria.
A combinação de óleo e ar no caso da refrigeração, afinal quando bem resfriado o motor trabalha na temperatura certa, evitando um desgaste excessivo dos componentes.
Isto devido a outro fator, que difere carro de moto, já que a potência máxima de um carro chega a 4.000 rpm e de uma moto 7.000 rpm, isto faz com que a moto possua uma temperatura mais alta, por isto da refrigeração mista e de um óleo robusto e resistente.
Outra diferença entre eles, é no volume de óleo, em um carro pode chegar até quatro litros, quando em uma moto menor não chega nem a dois litros.
Quando se fala de utilização correta de óleo para motos, deve sempre seguir a recomendação dos fabricantes, pois não adianta seguir as normas API (SF, SG) que são para carro, e sim a de ‘Jaso’, norma japonesa feita exclusiva para motos, que se você segue corretamente o manual não há como errar.
Verifique o óleo periodicamente, afinal cada moto tem seu tempo um tanto quanto particular, devido como ela é usada.
Se utilizar muito em estradas de terra o período de troca diminui devido à poeira, então se for possível verificar toda semana e completar quando necessário é o mais indicado.
Não podendo esquecer que, para um melhor funcionamento do sistema de lubrificação, deve-se trocar o filtro de óleo e o filtro de ar, nos intervalos indicados para evitar que partículas sólidas se acumulem no motor.
Para uma melhor fixação, 5 dicas rápidas.
1- Nunca usar óleo de carro em sua moto.
2- O óleo certo para sua moto, é o indicado pelo fabricante.
3- Verificar o nível do óleo periodicamente
4- Há condições severas, como andar em estradas de terra, diminuir os intervalos de troca de óleo.
5- Sempre que trocar o óleo faça uma revisão nos filtros de óleo e de ar, e substitua-os se necessário.
Fonte: Uol
[Vídeo do Andersonbmx ] Troca de óleo em motores de baixa cilindrada sem filtro
Descrição do vídeo --> Simples e rápido, troque o óleo de sua moto sem complicações.
Se não tiver experiência com ferramentas, parafusos e esse tipo de coisa, deixe o serviço para o mecânico.
Lembre-se de anotar a quilometragem da troca para manter o controle.
SEMPRE confira o nível do óleo entre as trocas, completando quando necessário.
Guarde o óleo retirado do motor na embalagem do óleo novo e leve a um posto de gasolina ou oficina para que ele seja descartado corretamente.
Você também pode usa-lo para lubrificar a relação.
Não jogue o óleo usado no esgoto, lixo, rios ou nas ruas.
Compacto chinês já roda em testes antes de lançamento, marcado para 2012
Preço do compacto JAC J2 deverá ficar abaixo dos R$ 37.990 do hatch J3
Mais um JAC se prepara para estacionar nos showrooms das concessionárias da marca. O leitor André Henrique Silva flagrou uma unidade do compacto J2 em testes pelas ruas de São Paulo. A camuflagem quase nula parece não fazer questão nenhuma de esconder as linhas do modelo, que permanecem bem similares às do carro que foi exibido no Salão do Automóvel do ano passado.
A coluna do conjunto de luzes traseiro desenhada pela Pininfarina, que aparece coberta nas fotos, permanece. O que não é possível dizer é se a grade dianteira continuará a mesma utilizada na China ou será modificada, para aproximar mais o visual do modelo ao da linha já à venda no Brasil: J3, J3 Turin e J6.
Outra importante diferença para a versão chinesa está no motor. No continente asiático, o J2 é vendido com propulsor 1.0 de três cilindros e 65 cv. Por aqui, ele sairá da faixa dos populares de entrada e adotará o 1.4 de 16V e 108 cv, já na versão flex. O lançamento é esperado para meados de 2012, mas antes virá o sedã médio J5.

Traseira foi desenhada pelo renomado estúdio italiano Pininfarina
Fonte: Auto Esporte
Britânico investiu 100 mil libras em modificações no seu Vauxhall Victor.
Modelo é equipado com motor V8 com dois turbos.
O britânico Andy Frost, 50 anos, investiu 100 mil libras (R$ 270,5 mil) para transformar seu Vauxhall Victor, comprado em 1980, no carro de rua mais rápido do mundo, de acordo com informações do site britânico ‘Mail Online’. O velocímetro do ‘bólido’ de visual tunado marca até 250 mph (400 km/h), mas o que mais impressiona é a aceleração de 0 a 96 km/h, que acontece em menos de um segundo.

Velocímetro do carro de rua mais rápido do mundo marca 400 km/h (Foto: Caters News Agency)
“Eu gastei quase 4.000 libras (R$ 10,8 mil) por ano neste carro, desde que eu comprei de segunda mão”, revelou o morador da cidade de Wolverhampton em entrevista ao 'Mail Online', que economizava de todas as maneiras para investir o máximo possível no modelo. Ao todo, Andy passou 29 anos promovendo, dentro de sua própria garagem e sozinho, melhorias no carro.
“Era o sonho da minha vida poder dizer que sou o proprietário do carro de rua mais rápido do mundo. Faz todo o trabalho duro ter valido a pena. Mas eu não vou parar de mexer com isso agora", declara. “Estou sempre tentando melhorá-lo.”
Mecânica
O Vauxhall Victor é equipado com um motor V8 com dois turbos (não foram revelada informações de potência e torque), que permite o modelo chegar a altas velocidades em poucos segundos. Pesando apenas 1.200 kg – massa conquistada com o advento das modificações - , o clássico chega aos 350 km/h em somente 6,5 segundos. E exatamente por esse desempenho descomunal, ele conta até com um para-quedas para ajudar na frenagem, caso necessário.
Segundo o proprietário, o ‘super-carro’ pode ser usado no dia a dia normalmente. “É como um carro comum quando você o conduz nas estradas. Não é difícil de dirigir, como muitas pessoas pensam”, afirma Andy, que utilizava o modelo para levar os três filhos à escola. “Eles adoravam, obviamente, pois causavam inveja a todos os amigos”, completa.
Esposa
Apesar de todos os cuidados e investimentos dedicados ao Vauxhall Victor, ele afirma que o carro não é motivo de ciúme em casa. Nem mesmo com a esposa, Deb. “Ela é parte da minha equipe de corrida Red Victor e ama o carro tanto quanto eu.”
FONTE: Auto Esporte G1
Site diz que autonomia do modelo será de 70 quilômetros

Apesar de o Salão de Frankfurt estar a topo vapor, já se fala no evento similar que acontecerá em Detroit, no próximo ano. Isso porque a Volkswagen pretende revelar, na ocasião, a versão híbrida do Jetta e já iniciar sua comercialização nos Estados Unidos no fim do ano que vem.
De acordo com o “Autoblog”, o modelo será equipado com motor 1.4 l turbocharged, a gasolina, e outro elétrico, equipado com um pacote de baterias de íon-lítio.
A meta da VW seria fabricar um carro com uma autonomia de 70 quilômetros na cidade e na estrada, valor similar ao prometido pelo Honda Civic Hybrid. Com esta versão, a VW pretende reforçar a ideia de alta eficiência em termos de combustível, propagada pelo modelo atual.
Fonte: Quatro Rodas
Modelo elétrico encontra barreiras por conta do alto valor de baterias

O protótipo RAK-e, apresentado pela Opel e Vauxhall no Salão de Frankfurt, pode entrar em produção em breve, já que a marca o considera como um “conceito muito sério”. O modelo, elétrico de dois lugares, deve ser comercializado pelo valor de 9 mil libras (cerca de R$ 24 mil).
Com velocidade máxima de 120 km/h, o carrinho possui autonomia de 96 quilômetros e acelera de 0 a 100 em menos de 13 segundos. Pesando apenas 380 kg, o modelo não conta com elementos em alumínio, utilizados para reduzir o peso dos carros e, segundo Richard Shaw, designer da Vauxhall, é feito de “materiais bastante sólidos”.
O carrinho, que possui um dos menores entre-eixos do mercado, tem como obstáculo à sua produção o fato de as baterias que o movem serem caras, problema que está sendo discutido pela empresa.
“Precisamos trabalhar nos custos. Mas é evidente que este pequeno carro elétrico pode ser vendido por um valor consideravelmente menor que um elétrico convencional”, disse Nick Reilly, um dos chefes da Vauxhall.
Fonte: Quatro Rodas


