O Procon anunciou nesta quarta-feira, 7 de março, que está investigando 34 denúncias de aumento abusivo no preço de combustíveis em São Paulo. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os postos registram falta do produto desde ontem e os que ainda têm alguns litros elevaram os valores, que chegaram a cinco reais em alguns estabelecimentos.
A entidade afirmou, ainda, que há também equipes fiscalizando postos da cidade. Até esta manhã, frentistas de dois postos haviam sido presos sob suspeita de venderem álcool e gasolina a um preço muito acima do praticado ontem.
De acordo com a Folha, em um posto em Santana, na zona norte, o valor da gasolina comum passou de 2,79 reais o litro para 4,49 reais, com o valor da gasolina aditivada chegando a 4,99 reais.
A crise no abastecimento de combustível foi provocada pela paralisação de caminhoneiros em protesto contra as restrições de circulação na marginal Tietê, o que inviabilizou o acesso dos caminhões-tanque aos postos. A medida proíbe a entrada de veículos pesados na Marginal entre 5h e 9h e entre 17h e 22h, de segunda a sexta-feira, e das 10h às 14h aos sábados. A multa é de 85,13 reais, além do acréscimo de quatro pontos na habilitação.
Nesta quarta-feira, o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens do Estado (Sindicam) resolveu acatar a decisão da Justiça que determinou na útlima terça-feira a retomada da distribuição de combustível em São Paulo. Os caminhoneiros já teriam sido avisados para retornarem ao trabalho ainda hoje. No entanto, o próprio presidente da Sindicam, Norival de Almeida Silva, ressaltou que a entidade deve convocar uma assembléia com a participação dos caminhonheiros para definir se eles realmente voltarão ao trabalho ou se permanecerão de braços cruzados.
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A Fiat está procurando novos parceiros no mercado asiático. A montadora resolveu olhar para o continente após a aliança entre GM e PSA/Peugeot-Citroën ter diminuído o número de candidatos da Europa a uma possível parceria. O CEO da Fiat, Sergio Marchionne, afirmou que uma união com Suzuki ou Mazda faria bastante sentido.
“Estas duas empresas seriam ideais para complementar as atividades da Fiat. Nós mantemos conversas frequentes com a Mazda, com a Suzuki e com várias outras marcas”, afirmou o executivo.
Atualmente, a Fiat fornece motores para a Suzuki e o Fiat Sedici é fabricado na fábrica da Suzuki, localizada na Hungria. Enquanto a Suzuki não quis se pronunciar sobre o assunto, um porta-voz da Mazda afirmou que a empresa não tem planos de fechar um acordo neste momento, mas disse que costuma encorajar a formação de parcerias.
Marchionne já havia declarado que busca um terceiro parceiro após a união com o Grupo Chrysler, como forma de reduzir os custos de desenvolvimento e incrementar as vendas do conglomerado, principalmente nos países que apresentam crescimento. Hoje, Fiat e Chrysler vendem apenas metade da quantidade de veículos que Marchionne julga necessário para garantir a sobrevivência da aliança a longo prazo.
Um acordo no mercado asiático poderia ser benéfico para a Fiat, já que é justamente nesta região que a marca italiana tem o pior desempenho mundial. Embora a Ásia responda por 44% das vendas de automóveis no mundo, apenas 3% dos lucros do Grupo Fiat vêm do continente.
Fonte: Quatro RodasDeixe um comentário não custa nada!

A Chrysler está convocando quase 210 mil proprietários do Jeep Liberty – conhecido por aqui como Cherokee – por conta de problemas de corrosão, que podem causar até a perda do controle do veículo.
Segundo informações da agência de notícias Automotive News, 209.724 veículos fabricados entre 2004 e 2005 devem ser convocados. Alguns destes carros podem ser equipados com um tipo de suspensão traseira que permite ajustar a altura do veículo, e é justamente neste componente que está o problema. De acordo com o órgão que regulamenta a segurança viária no trânsito dos Estados Unidos (NHTSA), a peça pode corroer e, consequentemente, se romper por conta do tráfego excessivo em estradas de sal, muito comuns em alguns estados norte-americanos.
A NHTSA afirmou que a Chrysler não tem registros de acidentes ou ferimentos causados pelo defeito. O recall deve ser iniciado no fim de abril. As investigações teriam sido iniciadas em abril de 2011, após nove relatos de quebra da peça por conta de corrosão excessiva.
Fonte: Quatro Rodas



















