
Todo mundo pode ter duas vidas. No trabalho, em casa, em cada lugar as pessoas mudam. Para isso, nada melhor que o Split Stick, um pen drive duplo para você se organizar com mais facilidade.
Ou seja, para aqueles que se confundem entre as músicas e as planilhas do trabalho, ou entre um capítulo de Grey’s Anatomy e outro de 24 Horas, o Split Stick é uma opção. Ele já está à venda nos EUA por 20 dólares.Fonte: Blogs INFO
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O surgimento dos primeiros dispositivos começou com o lançamento em Dezembro de 2000 do DiskOnKey da IBM (foto acima). Naquela época, vários nomes surgiram até a consolidação do termo pen drive, uma empresa de Singapura chegou a batizá-lo de ThumbDrive em referência ao seu tamanho e formato, que lembrava um dedo polegar.
Para quem vive no mundo da tecnologia já deve ter percebido que basta um produto fazer razoável sucesso para que a indústria da falsificação comece a criar versões “genéricas” de dispositivos que são sucesso de vendas. Pen drives não fogem à regra e hoje em dia fica difícil acreditar em promoções espetaculares que vendem dispositivos como esses com capacidade de 32GB por menos de R$100.
O pior é que existem casos em que o preço cobrado é justo e dentro da realidade, mas no fim das contas trata-se de uma falsificação barata. Como se precaver? Como se proteger? É possível garantir a originalidade de um produto desse tipo? Quais são os tipos de falsificação que existem por aí?
Vamos ver nessa postagem como identificar a procedência do seu pen drive e verificar se a capacidade nominal é a mesma da que vem estampada na embalagem.
É claro que isso não é uma exclusividade da marca, mas os pen drives da Kingston são os mais falsificados. Tanto que a empresa criou métodos para facilitar a identificação dos modelos falsos. Vamos analisar inicialmente os principais elementos a se considerar quando comprar um novo pen drive e ficar de olho para evitar os espertalhões.

Um dos primeiros modelos da série DataTraveler da Kingston foi esse apresentado na foto abaixo. Todos tinham um desses e provavelmente a maioria dos que circulavam pelo Brasil eram falsificados, pois vinham diretamente do Paraguai. Alguns chegavam ao cúmulo de ter o led indicador que piscava na cor vermelha, enquanto os modelos originais tinham uma luz verde que indicava atividade de leitura e gravação no dispositivo.

Na época em que esse modelo era bastante comercializado, existiam pequenos macetes para identificar os pen drives falsificados. Um dos que lembro era olhar atentamente na lateral da carcaça branca, onde o original tinha pequenas inscrições em tinta cinza que indicavam um número de referência. É claro que depois disso até os falsificadores colocaram tais marcas.
Depois disso, a Kingston lançou dezenas de modelos de DataTraveler em formatos diferentes. Parte dessa variedade era por conta da modernização, mas todas essas mudanças também tinham um objetivo: dificultar a falsificação, pelo menos por um período de tempo. Mas como a indústria da pirataria não descansa, em apenas algumas semanas os novos designs eram copiados e ganhavam no mercado paralelo.
Muitas pessoas pensam que as falsificações são necessariamente mal feitas. Em alguns casos isso é até verdade, mas algumas cópias ilegais apresentam embalagens muito bem impressas e quase não é possível identificar as falhas. Em primeiro lugar, a maioria das marcas só vendem seus pen drives com embalagens. Desconfie do papo de um vendedor que informe que eles descartam a capa para facilitar a “importação”.

Na parte de trás da embalagem, verifique uma etiqueta com código de barras, identificadores de modelo e série de fabricação. Eles devem estar lá e alguns modelos falsificados sequer possuem um código de barras.
DICA: Quando comprar um pen drive em uma loja desconhecida, peça vários modelos de cores e tamanhos diferentes. Se forem originais, cada um terá o seu próprio número de série, código de barras e licença. Se for uma falsificação, provavelmente todos eles terão exatamente os mesmos códigos. E lembre-se: se não existir embalagem, simplesmente não compre!
Como disse anteriormente, a Kingston lançou um serviço interessante que vai verificar se o seu pen drive é verdadeiro ou falsificado. Em primeiro lugar, acesse o site para verificação de pen drive e informe o seu e-mail. É importante que você digite o seu endereço válido, pois o resultado será enviado para a sua caixa de mensagens. Em seguida, preencha o formulário que solicita os códigos UPC (o código de barras), de autenticidade e de licença. Preencha apenas os números e role a tela para baixo.

Mais abaixo, você vai encontrar alguns campos para digitar seus dados pessoais como nome, endereço e telefone. Esses campos são opcionais e você pode deixá-los em branco sem problemas. Clique sobre o botão ENVIAR e pronto! Em alguns instantes você receberá uma mensagem no endereço de email informado, dizendo se o produto é ou não autêntico.

Quando o engano foi inevitável e você acabou comprando um pen drive falsificado, outros problemas normalmente surgem. O mais comum deles é em relação à capacidade de armazenamento. Muitos falsificadores vendem dispositivos com 32GB que não guardam mais de 2GB.
Fonte: Techtudo
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Os chips destas memórias, que são chamadas de “flash” porque para a inicialização do processo de leitura/gravação, se dá através de um pulso do corrente elétrica atravessa toda a matriz da memória como se fosse um raio, semelhante ao flash de uma câmera fotográfica. Honestamente, não sei se as modernas memórias flash usam exatamente esta técnica, porém isto permanece pelo menos como uma metáfora que nos ajuda a compreender como a coisa funciona. Uma vez que a memória tenha sido “iluminada”, a energia pode ser desligada e o chip retém os dados gravados nele.
O problema deste tipo de tecnologia é que o flash só tem efeito por um número limitado de vezes, aproximadamente de 10.000 a 100.000 vezes – que talvez aumente com o aprimoramento tecnológico. Por enquanto este é o limite, que quando é alcançado, algumas partes da memória deixam de “lembrar” o que foi gravado lá, resultando em corrupção dos dados. Mesmo que apenas um bit de informação fique inativo, ou “desgastado”, todos os demais dados armazenados naquele momento são perdidos.
Remapeamento de bad bits.
Alguns chips de memória flash, talvez a maioria, agora trazem integrado um circuito para mapear os bits pifados, ou seja, faz um escaneamento constante da matriz de bits para checar aqueles que se apagam, então o chip pode desligá-los para preservar o resto. Mas o mapeamento não funciona à prova de erros e não previne a falência final, apenas a posterga
Na situação descrita na pergunta acima, o pend rive está sendo usado nas piores condições possíveis de longevidade. Principalmente os bancos de dados fazem uso intenso do disco – eles têm muitas de tabelas, campos e índices que deve ser atualizados o tempo inteiro. Mesmo que o banco de dados não esteja sendo alimentado, os arquivos são atualizados em suas informações administrativas, tais como último acesso, log, etc., o que demanda constantes gravações no pen drive.
Portanto, evite rodar diretamente no pen drive aplicativos que fazem uso intenso de disco.
Diante do grande número de gravações disponíveis – 10.000 a 10.000 vezes – fica difícil imaginar que ele possa ser atingido. Porém, lembre que em caso de má sorte, a falha de apenas um bit pode causar a perda de todo o conteúdo armazenado.
O melhor uso de pen drives e outras memórias flash é copiar deles e voltar a gravar neles. Isto quer dizer que o melhor procedimento é sempre transferir os dados para o HD antes de processá-los e, terminado o processo, copiá-los novamente para o pen drive. Jamais rode aplicativos que fazem uso intenso do disco, usando o pen drive como HD. Se você copiar para dele e gravar nele até 10 vezes por dia, a sua duração estimada será aproximadamente três anos e, supondo-se o menor número de gravações. Sim, eu sei que isto não é exato, de fato, as coisas são mais complexas e dependem do tipo de sistema, FAT ou NTFS, da eficiência do drive e até dos circuitos específicos de controle embarcados no chip – porém dá para ter uma idéia da magnitude do problema.
Por outro lado, o uso de memórias flash apenas como backup aumenta velocidade do aplicativo, pois quando seus dados são transferidos para o HD, o tempo de leitura de uma memória flash é extremamente rápido, ao passo que é lento na gravação.
Finalmente, se você precisa realmente de um armazenamento externo, um pen drive pode ser a pior solução para o seu problema. Há um grande leque de soluções em discos rígidos externos que podem fazer o mesmo trabalho sem as limitações de gravações, e talvez, uma solução de rede seja o melhor caminho.
Fonte: Blogpaedia
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Para piorar a situação [para o Clooney, é claro], o próprio Steve em vida já tinha aprovado a atuação de Noah Wyle. O fato é que durante a abertura da Macworld 1999, evento oficial da Apple para apresentação de novos produtos, Steve Jobs chamou Noah Wyle (vestido de Jobs) para dar início à palestra inicial do evento. (Clique aqui para ver um trecho da apresentação).
O filme sobre Steve Jobs deve ser filmado pela Sony, que recentemente comprou os direitos do autor da biografia sobre o cofundador da Apple, no próximo ano.
Fonte: GIGABLOG
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Ao longo dos anos, cada empresa criou estilos próprios de uniforme, que funcionavam como uma “marca registrada” e eram uma forma delas desenvolverem um laço especial com os trabalhadores.
“Decidi que eu queria aquele tipo de ligação para a Apple”, contou Jobs a Isaacson. O fundador da Apple pediu ao designer Issey Miyake que criasse uniformes para a empresa, mas a ideia não agradou ao pessoal da Apple e foi abortada.
Mas como Jobs continuou amigo de Miyake, surgiu a ideia de que ele tivesse um uniforme para si mesmo: seria tanto pela conveniência (se você é mulher, não vai entender MESMO o porquê disso) como para criar uma “marca pessoal” (e deu certo).
Jobs pediu ao designer algumas camisetas turtlenecks (cores variadas, mas parece que a cor preta ficou como predileta) e acabou recebendo algumas centenas delas.
Surpreso com a explicação? Deixe seu comentário, que é muito importante, abaixo:
Fonte: GIGABLOG
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Os danos que podem ser causados pelo processo podem ser graves a ponto de inutilizar uma peça de hardware. Alterações na voltagem de componentes são particularmente perigosas, pois podem causar danos físicos graves no equipamento, caso as tensões configuradas sejam maiores do que aquelas suportadas pela estrutura. Por isso, o usuário deve estar completamente ciente dos limites de overclock que seu equipamento suporta.
Obviamente, estes riscos são compensados pelas vantagens proporcionadas pelo overclock. O usuário precisa saber muito bem as capacidades de seu hardware, e este tipo de estudo pode acabar criando um interesse grande a respeito de tópicos avançados de computação e engenharia de hardware. O aprendizado em potencial a respeito destes assuntos é, ao mesmo tempo, uma necessidade e uma recompensa pelo interesse em overclock.Outra vantagem é o fato de que as despesas em hardware podem ser diminuídas, ao comprar uma peça mais fraca e elevá-la às capacidades dos componentes mais modernos do mercado. Porém, esta diferença de preço pode acabar sendo gasta em equipamento de refrigeração e outras ferramentas específicas para overclock. Cabe ao usuário ter bom senso a respeito de suas finanças neste tipo de procedimento.
As desvantagens, conforme dito, são principalmente aquelas relativas à estrutura do hardware. Operar em níveis muito mais altos do que aqueles recomendados pelos desenvolvedores pode diminuir a vida útil de componentes, e danos relacionados a overclock geralmente não são cobertos por garantias fornecidas por fabricantes ou revendedores. Além disso, os sistemas de refrigeração, caso sejam baseados em ventoinhas, podem incomodar pelo ruído constante.Os riscos de overclock são indiscutíveis, assim como as possíveis vantagens. Usuários que descobrem este mundo geralmente se empolgam e tornam-se fãs da técnica, mas, caso você se interesse, saiba que não é algo para os fracos de coração. É um mundo que exige conhecimento, paciência, habilidade e muita vontade de aprender e desafiar os limites físicos de seu equipamento, por mais arriscado que isto possa ser.
Fonte: Tecmundo
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Falso. Nenhum problema com a CPU, mas não podemos dizer o mesmo do monitor, desgasta suas cores. Evite a qualquer custo utilizar equipamentos imantados muito próximos aso monitores pois as cores podem resultar distorcidas.
2 - Empurrar o cd com o dedo para inserí-lo na CPU é prejudicial ao equipamento.
Falso. Nada a ver. Nada irá acontecer se você empurrar com uma força normal. Foi feito exatamente para isso.
3 - Água ou café derramada sobre o teclado pode arruinar seu funcionamento.
Verdadeiro. Estragam as trilhas metalizadas que estão embaixo das teclas. Podem criar um curto-circuito e queimar.
4 - É necessário ter espaço entre o monitor e a parede atrás dele.
Falso. Monitor não é geladeira. O ambiente em geral deve estar ventilado, mas não é indispensável que seja muita a distância. É muito pior ter outro monitor atrás (como acontece em muitos escritórios) porque pode haver o risco de ter interferências entre os computadores.
5 - Quando o computador passou a noite toda ligado é melhor desligá-lo e voltar a reiniciar.
Falso. Pode seguir ligado sem problema algum. Ainda que pareça o contrário e dê vontade de desligá-lo um momento para que descanse, seguindo a lógica humana, o HD dura muito mais se permanecer ligado e não sendo o tempo todo ligado e desligado. Por uma qüestão de economia de energia não convém deixar ligado por vários dias, mas se não levarmos em conta o fator do aqueciemento global seria muito melhor para o PC nunca desligá-lo. Eles foram criados para isso.
6 - Gasta mais energia ao ser ligado do que em várias horas de uso.
Falso. Ao ligar não consome tanto como para superar as horas de funcionamento. Ao desligar poupa-se energia e se permanecer ligado gasta, como qualquer outro eletrodoméstico.
7 - Faz mal ao computador ter algum celular por perto.
Falso. Sem problema algum, no máximo um ronco provocado pela interferência de uma chamada.
8 - Depois de desligar o computador é melhor deixá-lo descansar uns segundos antes de voltar a ligar.
Verdadeiro. É recomendável esperar no mínimo alguns segundos antes de voltar a ligá-lo. 10 segundos deve ser o suficiente.
9 - Mover a CPU quando o computador está ligado pode queimar o HD.
Falso. A força centrífuga com que gira o HD é tanta que não acontece nada ao se mover a CPU. Muito menos ainda em se tratando de um notebook, porque eles foram feitos para isso. Mas é lógico que você não vai sair por ai dando “porrada” no equipamento, né?.
10 - Pelo bem do monitor, é conveniente usar protetor de tela quando não está em uso.
Verdadeiro. Porque o mecanismo do protetor de tela faz com que o desgaste das cores da tela seja uniforme. Ao renovar as imagens constantemente, não se gasta num mesmo lugar.
Fonte: Insoonia
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Engelbart patenteou o invento em 1970, mas cedeu-o ao Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford, que depois vendeu para a Apple. Foi a Apple a responsável por um dos primeiros PCs que saíam direto da fábrica já com o novo acessório. Era o Apple Lisa de 1983. Um ano depois, pegando carona na idéia, era lançado o Macintosh 128. O resto está (ou estará, logo, logo) nos livros de História.
Contra o mouse pesa ainda a acusação de ser um dos grandes vilões das doenças ocupacionais, um em cada usuários que passam mais de duas horas ao dia em contato com mouse desenvolvem lesões musculares.
Agora, as tendências de substituição são fantásticas. Vão desde mouse joystick, para os amantes de games, passando por superfícies sensíveis ao toque e chegando às tecnologias MultiTouch, entre elas a do iPhone, em que o usuário controla a tela com comandos duplos ou a do Microsoft Surface, espécie de “computador-mesa” em que é possível usar vários pontos de contato.
Existem também as adaptações específicas para jogos, como o WiiMote, uma espécie de controle remoto que reproduz na tela a movimentação do controle em três dimensões. A tendência da indústria é buscar o movimento mais natural possível com o máximo de fidelidade ao movimento.
A verdade é que a tecnologia caminha sempre em busca da praticidade. O que é anti-prático acaba morrendo na praia como, por exemplo, o trackball, hoje quase totalmente substituído por touchpads.
Porém essas tendências só se parecem com mouse em sua essência: ser um apontador. Para a tela sensível, por exemplo, existe toda uma outra forma de entender a interface entre o usuário e o PC, já que ela precisa reconhecer mais de um apontador simultaneamente.
Isso decreta a morte do mouse? Os usuários sempre irão precisar de uma forma de comunicação com o PC. Se formos chamar de mouse o componente físico, então sim, um dia ele será totalmente substituído. Agora se chamarmos o mouse de apontador, ele nunca morrerá. Sempre vamos precisar de um apontador para realizar nossas tarefas.
Por outro lado, o preço baixo dos componentes dos mouses atuais e as melhorias no reconhecimento do movimento garantem ao mouse uma sobrevida e algum fôlego para permanecer em nossos computadores por mais alguns anos.
Fonte: Tecnolgia - Gazeta do Povo
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Na figura acima, está ilustrada em uma ordem gradual a velocidade de acesso aos tipos de memória do seu PC. Note que a memória virtual é a mais lenta. Quando o processador precisa ler ou gravar uma informação na memória virtual, leva muito mais tempo para acessá-la do que para acessar qualquer outra alternativa.
Manipulação
O tamanho da memória pode ser gerenciado pelo sistema operacional. Essa opção de gerenciamento atende à grande maioria das pessoas que não faz um uso mais radical do computador. Porém, para quem usa programas mais pesados e tem o hábito (ruim) de manter um monte de programas abertos ao mesmo tempo, é interessante saber como manipular a memória virtual:
1 - Clique em Iniciar (start) e em Configurações (settings).2 - Clique em Painel de Controle (Control Panel).
3 - Clique em Sistema (System).
4 - Selecione a aba Avançado (Advanced) e pressione o botão Configurações (Settings) no item Desempenho (Performance).
5 - Selecione a aba Avançado (Advanced).
6 - No item Memória Virtual (Virtual Memory), clique em Alterar (Change).
OBS: Se você alocar pouco espaço, receberá mensagens de erro como “Memória Virtual Baixa”. O tamanho máximo que eu recomendo é duas vezes sua quantidade de memória RAM (se você tem 512 MB de memória RAM, coloque a memória virtual com 1.024 MB, por exemplo). Sobre definir o limite máximo igual ao mínimo. Existe uma vantagem em fazer isso, pois no caso do Windows o arquivo de paginação é criado no tamanho mínimo e, caso você precise de mais, o sistema operacional aumenta o arquivo até o limite máximo. Durante esse processo, o desempenho do computador é comprometido, assim como acontece quando o arquivo é reduzido.
7 - Clique em Ok, em Ok novamente e Ok mais uma vez.
Divida o trabalho
Um outro fator que influencia o desempenho da memória virtual é o local do arquivo de paginação (aquele criado pelo Windows). Se o seu sistema possui vários discos rígidos físicos, você pode dividir o trabalho entre eles fazendo paginações menores em cada disco.
Essa simples modificação acelerará significativamente qualquer sistema que faz um uso demasiado da memória virtual. Na imagem ao lado, você pode ver a parte de Unidades — no caso da imagem, o arquivo de memória virtual está apenas na unidade C:, mas clicando na outra unidade é possível ativar um outro arquivo de memória virtual.
Se o computador estiver muito lento e usando a memória virtual com muita freqüência, chegou a hora de investir em mais memória. O acréscimo de mais RAM impacta muito no funcionamento do PC, deixando-o sensivelmente mais rápido. Se você quiser ver o consumo de memória do seu computador, deve abrir o gerenciador de tarefas pressionando as teclas CTRL+SHIFT+ESC, e clicar na aba “Desempenho”.
Fonte: G1 - Tecnologia
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Todos os botões (inclusive o joystick, com 16 posições) são programáveis e podem responder de forma diferente a cliques simples ou duplos, e é possível definir "Macros" de até 1024 caracteres, armazenadas em 512 K de memória Flash interna. É praticamente o teclado de um TK90X (tinyurl.com/yfa79nj).
Além de perfis para os cinco aplicativos principais do pacote OpenOffice.org (Writer, Calc, Impress, Base e Draw), o mouse tem perfis para outros 20 aplicativos populares, do Photoshop a jogos como World of Warcraft e Call of Duty.
Os usuários, claro, podem criar e compartilhar seus próprios perfis, e o site oficial do produto tem um espaço dedicado para isto. Segundo Theodore Beale, designer do mouse, "dá pra fazer muito mais coisas com ele do que as pessoas imaginam".
O OpenOfficeMouse funciona em micros com Linux, Windows ou Mac OS X, e está disponível no site http://warmouse.com/. O preço sugerido pelo fabricante é de US$ 74,99, em torno de R$ 128.
Fonte: Terra - Tecnolgia
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Os bytes representam todas as letras (maiúsculas e minúsculas), sinais de pontuação, acentos, sinais especiais e até sinais que não podemos ver, mas que servem para comandar o computador e que podem, inclusive, serem enviados pelo teclado ou por outro dispositivo de entrada de dados e instruções.
Para que isto aconteça, os computadores utilizam uma tabela que combina números binários com símbolos: a tabela ASCII (American Standard Code for Information Interchange). Nesta tabela, cada byte representa um caractere ou um sinal.
A partir daí, foram criados vários termos para facilitar a compreensão humana da capacidade de armazenamento, processamento e manipulação de dados nos computadores. No que se refere aos bits e bytes, tem-se as seguintes medidas:
1 Byte = 8 bits
1 Kilobyte (ou KB) = 1024 bytes
1 Megabyte (ou MB) = 1024 kilobytes
1 Gigabyte (ou GB) = 1024 megabytes
1 Terabyte (ou TB) = 1024 gigabytes
1 Petabyte (ou PB) = 1024 terabytes
1 Exabyte (ou EB) = 1024 petabytes
1 Zettabyte (ou ZB) = 1024 exabytes
1 Yottabyte (ou YB) = 1024 zettabytes
É também através dos bytes que se determina o comprimento da palavra de um computador, ou seja, a quantidade de bits que ele utiliza na composição das instruções internas, como por exemplo:
8 bits - palavra de 1 byte
16 bits - palavra de 2 bytes
32 bits - palavra de 4 bytes
Na transmissão de dados entre computadores, geralmente usa-se medições relacionadas a bits e não a bytes. Assim, existem também os seguintes termos:
1 Kilobit (ou Kb) = 1024 bits
1 Megabit (ou Mb) = 1024 Kilobits
1 Gigabit ou (Gb) = 1024 Megabits
Note que quando a medição é feita em bytes, o B da sigla é maiúsculo (como em GB). Quando a medição é feita em bits, o B da sigla fica em minúsculo (como em Gb).
Fonte: InfoWester
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1) Salvo os HD feitos especificamente para servidores, o mecanismo dos discos rígidos não foi desenvolvido para trabalhar continuamente.
2) Os sistemas operacionais, principalmente o Windows, realizam procedimentos importantes durante os atos de ligar e desligar o computador.
3) Computadores consomem energia, assim, desligar a máquina é uma maneira de economizar com a conta de luz.
4) O superaquecimento de um PC pode fazer com que os componentes queimem ou ocorra um curto-circuito. Se o ambiente em que o computador se encontra for quente ou mal ventilado é provável que a máquina esquente se ficar muito tempo ligada.
1) O ato de ligar e desligar os PCs pode causar o desgaste acelerado de alguns componentes, principalmente coolers e HDs.
2) Muitos erros causados pelos sistemas operacionais p
odem ser evitados se o computador ficasse sempre ligado, pois muitas vezes é no ato de desligar a máquina que alguns arquivos são corrompidos, causando erros antes inexistentes.Especialistas de grandes empresas como HP e Seagate dizem que não há grandes problemas em deixar o computador sempre ligado. “Se você não se importa com o consumo de energia ou com o carbono liberado, não há grande problema em deixar seu PC ligado”, diz Ken Bosley, veterano no Grupo de Sistemas Pessoais da HP.
É fato que deixar o computador ligado diminui um pouco a vida útil do aparelho, mas é mais provável que você aposente seu PC por ele estar ultrapassado do que por estar “gasto” de ter ficado ligado por muito tempo.
Fonte: Fórum Feros
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No Windows Vista tem uma maneira mais fácil:
1. Clique com o botão direito em “Computador” (caso não possua o modo de exibição clássico, o encontrará no “Menu Iniciar”);
2. Escolha “Propriedades”;
3. Surgirá então a tela apresentada abaixo:

Por haver esses dois tipos de arquitetura, instalar drivers ou programas no computador exige atenção, pois caso o software seja incompatível, ele pode não funcionar ou causar travamentos.
Sistemas operacionais como Linux, Windows (a partir do XP), Mac e programas como o Autocad têm versões específicas para a plataforma de 64 bits.
Processadores
Há dois tipos de processadores usados em PCs: chips com 32 bits (como alguns Intel Celeron e AMD Sempron) e chips com 64 bits (Intel Core 2 Duo e AMD Athlon X2).
Basicamente, a diferença entre um processador de 32 bits para um de 64 bits é, inicialmente, que um tem o dobro de capacidade de processamento de bits, o que torna o desempenho de um PC com CPU 64 bits melhor. Além disso, em termos práticos, o processador de 32 bits identifica até 4 GB de memória RAM, enquanto o de 64 bits aceita acima dessa quantia, dependendo das especificações de hardware da placa-mãe.
Apesar dessas diferenças é possível instalar sistemas operacionais 32 bits em máquinas com processador 64 bits. No entanto não é possível instalar um sistema operacional 64 bits em um computador com processador 32 bits.
Como descobrir com programa
De forma simplificada, para você descobrir se seu processador é de 32 bits ou 64 bits, há duas opções de programas para ajudar na tarefa: o CPU-Z e o Everest.
Após baixar e instalar o CPU-Z e executá-lo, vá na guia CPU e veja o item Instructions. Se estiver escrito x86-64, o processador é de 64 bits. Se tiver só x86 e não tiver a instrução descrita anteriormente, o processador é de 32 bits. O software é gratuito e está todo em inglês.
Já o Everest é shareware (pago), porém é possível, mesmo na versão para avaliação, descobrir aspectos básicos do hardware instalado na máquina. Para saber de quantos bits é o processador, com o Everest instalado, vá no item Placa-mãe e clique em Processador. Ao lado direito verifique o item Conjunto de Instruções. Se tiver escrito x86, o processador é 32 bits. Caso esteja escrito x64 ou x86-64, o processador é 64 bits.
Algumas vantagens encontradas em ambientes em 64 bits
* Melhor desempenho do ambiente computacional, quando há suporte do conjunto como um todo;
* Possibilidade de utilizar com maestria maiores quantidades de memória RAM (4 GB ou mais);
* Sistemas também oferecem suporte a aplicativos de 32 bits, sem enfrentar muitos problemas relacionados à compatibilidade.
Fonte: UOL Tecnologia
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Vale mencionar que backup é uma cópia adicional de um arquivo. Salvar algo em DVD ou pendrive e depois remover do seu computador não é backup.
Qualquer cópia extra da informação precisa ser armazenada em um local diferente da original. Algumas empresas têm backups “off-site”, isto é, em locais físicos separados, para garantir que mesmo incêndios não comprometam a disponibilidade dos dados. O mínimo, para usuários domésticos, é gravar as informações fora do disco rígido do computador.
Isso implica na escolha de uma mídia. DVD-Rs, pendrives, discos externos, fitas e mesmo outro disco rígido (via Network Attached Storage (NAS) ou gavetas) são opções válidas, mas todas têm seus prós e contras.
O que gravar
Os programas do seu computador provavelmente não têm valor. Qualquer programa pode ser baixado novamente a partir da internet ou, às vezes, um CD-ROM pode ser solicitado do fornecedor sem custo ou a um custo baixo, desde que se tenha a licença e o serial do programa -- esses, sim, você vai querer gravar ou mesmo imprimir (ou guardar bem, se comprou um produto na caixa).
Em outras palavras, seus dados é que são importantes: os documentos, fotos, notícias e artigos que você salvou para referência, sua lista de favoritos, de feeds RSS, e-mails, conversas gravadas no MSN.
Para facilitar o backup, comece organizando bem suas informações já no seu computador. Se você jogar tudo em uma única pasta e depois tiver que dividir tudo em várias mídias, os backups não terão organização e ficará mais difícil encontrar aquilo que se procura.
Se o seu sistema é que é importante, por exemplo, você precisa dele funcionando sempre e backup constante, pode haver interesse no uso da configuração conhecida como “RAID-1”. Nela, dois discos rígidos de igual tamanho são instalados no computador e tudo que é gravado em um deles é gravado no outro também. Se um HD quebrar, o sistema não pára e nenhum arquivo é perdido.
Quando for fazer backup de sua lista de favoritos ou feeds RSS, basta procurar pela opção de “Exportar” no programa utilizado por você para navegar ou receber notícias.
E-mail é mais complicado: muitos programas de correio eletrônico não têm opções satisfatórias para exportar conteúdo. Para piorar, um programa não consegue importar as informações do outro, tornando o backup específico para o aplicativo utilizado. A maioria, no entanto, permite que você salve mensagens individuais (ou grupos) em arquivos legíveis como texto. Isso pode ser feito com as mensagens mais importantes.
Se for possível, procure utilizar o protocolo IMAP para acessar seu e-mail. Nesse protocolo, as mensagens não são removidas do servidor após baixadas, permitindo que você acesse os mesmos e-mails via web, celular e qualquer outro dispositivo, em sincronia.
Além disso, os provedores de serviço têm políticas de backup bem avançadas (porque não querem perder clientes) e seu e-mail deverá estar em boas mãos. Ainda assim, não dispense a cópia de mensagens muito importantes. Se o IMAP não for uma opção, é possível configurar o POP3 para também manter a cópia da mensagem baixada no servidor.
Onde e como gravar
Se a informação que você está gravando é estática (fotos, vídeos e documentos de referência), o CD e o DVD são opções viáveis. Porém, se for algo passível de atualização constante (sua lista de favoritos, de contatos, o calendário no seu programa de gerenciamento de informação pessoal, sua lista de despesas e ganhos), o backup só poderá ser feita em mídias que possibilitem a regravação constante, como pendrives e discos rígidos externos.
Gravar arquivos em serviços de hospedagem na internet é viável também, desde que sejam tomados alguns cuidados.
Independentemente da(s) mídia(s) escolhida(s) (você pode usar mais de uma, ou mesmo variar dependendo do tipo de informação armazenada), há duas dicas que valem para todas:
Primeiro, se uma informação é atualizada com freqüência, mantenha três cópias dela: uma no seu computador, uma em backup e uma segunda em um “backup atrasado”, feito, por exemplo, uma vez por semana. Dessa maneira, se um vírus atingir seu computador e o seu primeiro backup for infectado, o segundo, feito na semana anterior, ainda deve estar livre do problema.
Segundo, se você tem muita informação para arquivamento e backup, logo será difícil encontrar arquivos específicos. As mídias têm tenta capacidade que é impossível descrever tudo na superfície ou na caixa. Por exemplo, colocar fotos de apenas uma ocasião em um DVD desperdiçaria boa parte do espaço.
O que pode ser feito é colocar um código, tal como “Fotos-01”, e depois utilizar um software catalogador de mídia. Ele vai criar uma lista de todos os arquivos gravados em DVD (ou pendrives ou HDs externos) e permitir que você faça buscas, identificando em qual disco um arquivo se encontra. No caso de fotos e vídeos, alguns até geram miniaturas para facilitar a localização. De nada vale ter uma informação armazenada se você não consegue localizá-la!
Espero que essas informações lhe tenha sido útil e também tenha sanado alguma dúvida sua a respeito do assunto. Obrigado pela visita e não esqueça de deixar seu comentário!
Fonte: G1 > Tecnologia
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Sugiro que você faça essa operação quando não for usar o computador e somente ela: desmarcado as outras opções, já que ela é demorada, como o próprio programa alerta:
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Imagine rodar jogos, bancos de dados e diversos aplicativos de cloud-computing em milhares, talvez até milhõe, de computadores ao mesmo tempo, através da internet. Essa é a carga que servidores encaram diariamente. Para entender, basta pensar na quantidade de buscas, acessos a email, utilização de documentos e visualizações de vídeo ocorrendo simultaneamente nos serviços Google.
Graças às tecnologias de múltiplos núcleos, threading e clusters, o processamento de um servidor tem diversas alternativas para funcionar. Já a memória RAM disponível para um servidor funciona do mesmo modo, ainda que em patamares de desempenho mais elevados, que a do seu computador.
Memória RAM
Pentes de memória são constituídos por diversos dies de silício, como você descobriu nesta postagem. O agrupamento de dies em chips e sua consequente montagem em um módulo DRAM são os fatores que determinam a capacidade de cada pente de memória.

Enquanto os pentes atualmente utilizados, em ambientes de alta performance, são montados a partir de chips de 2 GB, com máximo de 16 GB por pente, o novo produto da Samsung oferece o dobro disso: 32 GB, no mesmo espaço físico, graças à diminuição de tamanho, que passou de 50 para 40 nanômetros.
No servidor
Atualmente, uma estrutura de servidores conta por máquina com até 192 GB de memória RAM, utilizando conjuntos, ou pentes de memória, DRAM (dynamic random access memory – memória dinâmica de acesso aleatório) de 16 GB baseados em tecnologia de 40 nm.
O novo módulo de 32 GB em 40 nm da Samsung promete, dependendo do sistema, manter a mesma capacidade 192 GB reduzindo até 40% do consumo energético, graças à redução de 12 para 6 módulos de memória por servidor de mão dupla. O acréscimo de velocidade dessa configuração vai dos 800 Mbps/s dos servidores atuais com pentes de 16 GB até 1066/s Mbps para o mesmo equipamento utilizando os novos pentes.

Para sistemas de quatro vias, ainda mais exigentes, é comum utilizar até 1 TB de memória RAM usando os pentes de 16 GB. Com a nova tecnologia, esse limite é expandido até 2 TB sem acréscimo considerável no consumo energético, possibilitando o desenvolvimento de aplicações ainda mais complexas e softwares mais poderosos sem perder desempenho.
Futuro próximo
Ainda vai demorar algum tempo para um pente de memória com 32 GB de capacidade chegar ao consumidor final, já que não existe, ainda, requerimentos para tamanho poder.
Como a maioria dos computadores usa de 2 a 4 GB, enquanto equipamentos de alta performance contam até 8 ou 16 GB de RAM, utilizar um chip desses em um computador doméstico seria desperdiçar um componente em processos menores. Mas ainda chegará o dia em que 32 GB de RAM serão padrão de máquinas básicas, ou ainda de computadores já defasados com o seu cenário tecnológico.
Fonte: e-tec
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Os computadores e sistemas operacionais estão mais preparados para tentar se recuperar de interrupções de energia, mas isso não significa o fim dos riscos de perder tudo. Isso acontece porque quando estamos editando um texto, imagem ou outro dado, ele é carregado na memória e somente quando clicamos em salvar, ele é realmente escrito no disco.
Alguns sistemas operacionais salvam os dados que estão na memória em disco automaticamente com uma certa frequência para prevenir que isso aconteça. Outros, possuem uma técnica chamada de journaling, que consiste em gravar em uma área um registro das operações que estão acontecendo (o journal).
Essa área pode ser em disco e/ou em memória. Se for em memória, o próprio sistema operacional se encarrega de gravar o journal em disco automaticamente de x em x segundos.
Dessa forma, se houver uma queda de energia, basta ler o último journal gravado em disco para recuperar os arquivos e os dados que estavam sendo editados. Se a falta de energia acontecer no intervalo entre as escritas da memória em disco do journal, os dados podem ficar corrompidos ou inconsistentes.
Quando a energia falha, os componentes do computador não são desligados de maneira apropriada. Algumas partes do sistema ainda funcionam um pouco mais do que outras. A memória, por exemplo, precisa receber energia para manter os bits que estão lá escritos.
No caso de ausência da mesma, esses bits podem ficar inconsistentes e a informação lá armazenada deixar de fazer sentido. Os discos rígidos continuam funcionando um pouco mais de tempo e se uma tentativa de escrita do conteúdo da memória for feita, dados corrompidos podem ser copiados. Aí está a causa de um arquivo texto conter caracteres sem sentido após uma recuperação de queda de energia.
Há também o desgaste natural dos componentes de um computador. Os discos rígidos por exemplo, por conterem componentes elétricos e mecânicos se desgastam com o tempo e se as quedas de energia forem constantes, podem acelerar o processo.
O FAZER PARA SE PROTEGER
Para quem usa o computador de forma profissional ou quer realmente proteger os dados contidos lá, a melhor coisa é adquirir um no-break ou UPS (Uninterruptible power supply). Mas atenção, na hora de comprar, os UPS com a característica online oferecem a melhor proteção. A denominação online deriva do fato que o UPS alimenta o computador usando a energia da bateria interna e não diretamente da linha elétrica.
Em condições normais, a linha elétrica energiza o carregador da bateria, mantendo-a sempre na carga máxima. Portanto, quando a energia cai, o computador continua a ser alimentado pela bateria até que a sua carga acabe (similar a um laptop). Dessa forma há tempo para ser desligado de maneira apropriada.

O outro modelo de UPS é o standby, no qual a fonte primária de energia é a corrente que vem da rua e a bateria é a fonte reserva, entrando em cena quando a primeira falha. Os modelos online são mais caros que os standby.
Se o orçamento somente couber um standby, opte por um que possua filtros e proteção contra surtos de tensão (subtensão e sobretensão). A partir de R$ 250,00 já é possível adquirir um UPS standby com uma autonomia que varia de 20 a 30 minutos. Os modelos online começam a partir de R$ 800,00.
Se você usa o seu computador como ferramenta de trabalho, o investimento vale a pena para evitar perda de dias de trabalho tentando recuperar os dados ou comprando novos equipamentos. Ou se você armazenou no micro todos os seus CDs, LPs, fotos, etc.
A informação lá vale mais do que o valor do UPS, portanto, justificando o investimento. Para quem possui um pequeno escritório e quer comprar um UPS, a melhor forma de fazer uma boa compra é calcular o consumo dos equipamentos que precisam ser conectados e comprar um equipamento com a capacidade apropriada, deixando também uma pequena folga para crescimento.
Além de um UPS, é necessário fazer backup dos dados regularmente. Com o barateamento de discos rígidos, é possível comprar um HD externo, conectá-lo a uma porta USB e copiar as pastas de documentos para lá. Como redundância, podemos gravar também DVDs ou pen-drives. Os preços de um HD externo variam de 370 reais para um de 500GB de espaço e de 399 para de 1TB.
Com os cuidados acima, a probabilidade de perder dados por conta de falta de energia, vírus ou defeitos no computador, torna-se mínima.
Fonte: Yahoo! Brasil - Colunistas
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01 bip curto
POST executado com sucesso: Esse é um bip emitido pelo BIOS quando o POST é executado com sucesso. Esse é aquele que sempre ouvimos, quando a placa mãe está em perfeito funcionamento.
01 bip longo
Falha no Refresh (Refresh Failure): O circuito de refresh da placa mãe está com problemas, isto pode ser causado por danos na placa mãe ou falhas nos módulos de memória RAM. A solução “da borracha” (passar uma borracha escolar nos pentes de memória RAM) pode ajudar. Ou a substituição temporária de um dos pentes, para teste.
01 bip longo e 2 bips curtos ou 1 bip longo e 3 bips curtos
Falha no vídeo: causado com o BIOS da placa de vídeo. Tente a troca de slots ou a limpeza dos conectores. Na maioria das vezes este problema é causado por mau contato
(óbvio, placas off board).
02 bips curtos
Falha Geral: Não foi possível iniciar o computador. Problema decorrente de uma falha grave em algum componente, que o BIOS não foi capaz foi capaz de identificar.
02 bips longos
Erro da paridade: Durante o POST, foi detectado um erro de paridade na memória RAM. Este problema pode ser tanto nos módulos de memória quanto nos próprios circuitos de paridade. Caso esteja utilizando pentes de memória sem o Bit de paridade você deve desativar a opção “Parity Check” encontrada no setup. Recomenda-se não modificar o Setup (BIOS) sem pleno conheciemtno do que está sendo feito.
A troca do(s) pente(s) pode diagnosticar o problema.
03 bips longos
Falha nos primeiros 64 Kb da memória RAM (Base 64k memory failure): Foi detectado um problema grave nos primeiros 64 Kb da memória RAM. Isto pode ser causado por um defeito nas memórias ou na própria placa mãe. Menos mau se for um simples mau contato. Para tanto, a limpeza com uma borracha escolar pode resolver. (muito cuidado ao fazer isso, não toque nos contatos do pente de memória)
04 bips longos
Timer não operacional: O Timer 1 não está operacional ou não está conseguindo encontrar a memória RAM. Normalmente está na placa mãe o problema.
05 bips
Erro no processador: O processador está danificado, ou mal encaixado. Verifique se o processador está bem encaixado, se não há exagero de pasta térmica ou se por esquecimento, a alavanca do soquete não ficou erguida (às vezes, acontece)
06 bips
Falha no Gate 20 (8042 - Gate A20 failure): O Gate 20 é um sinal gerado pelo chip 8042, responsável por colocar o processador em modo protegido. Neste caso, o problema poderia ser algum dano no processador ou mesmo problemas relacionados com o chip 8042 localizado na placa mãe.
07 bips
Processor exception (interrupt error): O processador gerou uma interrupção de exceção. Significa que o processador está apresentando um comportamento errático. Isso acontece às vezes no caso de um overclock mal sucedido. Se o problema for persistente, baixe a freqüência de operação do processador.
08 bips
Erro na memória da placa de vídeo (display memory erro): Problemas com a placa de vídeo, que podem estar sendo causados também por mal contato (placas off board). Experimente, como no caso das memórias, retirar a placa de vídeo, passar borracha em seus contatos e recolocar cuidadosamente no slot. Caso não resolva, provavelmente a placa de vídeo está danificada.
09 bips
Erro na memória ROM (rom checksum error): Problemas com a memória Flash, onde está gravado o BIOS. Isto pode ser mal sucedido no carregamento, corrompimento no Upload ou mesmo pela ação de um vírus. (o que é bem pouco provável de acontecer).
10 bips
Talvez, o mais temido. Falha na (CMOS shutdown register): O chamado de shutdown register enviado pelo CMOS apresentou um erro. Este problema é causado por algum defeito no CMOS. Provavelmente tratar-se-á de um problema físico do chip, não restando outra opção além da troca da placa mãe.
11 bips
Problemas com a Memória Cache (cache memory bad): Erro na memória cache. Geralmente quando isso acontece, o BIOS consegue inicializar o sistema, normalmente, desabilitando a memória cache. Mas, claro isso não é desejável, pois deteriora muito o desempenho do sistema. Uma coisa a ser tentada é entrar no Setup e aumentar os tempos de espera da memória cache.
Fonte: Tutorial14
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Thaylan: ótimas dicas ai, já precisei de umas para resolver ums pequenos problemas aqui no meu pc...
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Se a questão é consumo de energia o LCD de cristal liquido chega a economizar até 50% de energia elétrica em média.
LCD tem baixa emissão de radiação, o que se torna eficaz para quem tem que trabalhar horas e horas em frente ao computador
Quanto maior for o cd/m² (unidade de iluminamento) do LCD melhor é a qualidade de brilho e contraste (ou seja, imagem do monitor).
Se for escolher um LCD voltado para jogos deve ter pelo menos 16ms (tempo de resposta/ponto de luz) entrada DVi ou VGA? VGA tem 2 saídas de imagem e 15 pinos, a Dvi foi equipada especialmente pro monitor de cristal liquido, com um custo maior porém indispensável.
A questão é: Qual é a melhor opção?!
As mais recomendadas segundo testes são a LG, a Samsung e a Sony, quanto a quesito jogos, a LG 1740B é a melhor, com melhores preços, facilidades e recursos oferecidos aqui no Brasil. Sem ser tendencioso, recomendo o Samsung SyncMaster 732 NW, o da imagem acima, que é o meu monitor.
Cuidados com o Monitor LCD
Apenas cuidado com a limpeza do monitor, não use produtos químicos como lustra moveis e álcool, o mais recomendado é que seja um pano apenas um pouco umedecido com água, seja cuidadoso, já que monitores LCD é mais sensível que os CRT.
Fonte: PORTAL XP
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Já o CM 690 II Advanced, inclui um card retention bracket, possui espaço interno que permite até dois radiadores para water cooling, além de armazenar grandes coolers como o V8 e mais HDs.
O modelo Advanced tem gaveta para HD externo, que permite acessar arquivos diretamente do drive sem precisar abrir o gabinete. O gabinete também possui espaço para drives menores de 1,8” e 2,5” e suporta até três placas de vídeo. Preços: R$ 321,00 (CM 690 II) e R$ 363,00 (Advanced).
Fonte: MSN Tecnologia
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Temei, mortais, pois a placa de vídeo mais rápida do mundo chegou ao Brasil e se chama Ares, o deus da guerra na mitologia grega. Tivemos um aperitivo dela funcionando na Eletrolar Show, e a guerreira da Asus mostrou que tem força para rodar em até seis monitores ao mesmo tempo.A Ares funciona como sua antecessora, a Mars: tem duas GPUs rodando ao mesmo tempo. O que muda é a marca e a capacidade das GPUs. Para este modelo, a Asus optou por duas Radeon HD5870 de 850 MHz, a rival dos mais recentes lançamentos da Nvidia.
Em matéria de layout, a Ares pode bem incentivar um mod que deixe o gabinete aberto. No quesito resfriamento, a técnica pode até ser dispensada, segundo a Asus. A placa vem com dois dissipadores de cobre com oito canos cada. Juntos do cooler, o resfriamento chega a ser 600% maior que sua antecessora.Comparando a velocidade das duas temos um ganho de 32% em rapidez. Quem ajuda esse desempenho também é a memória RAM de 4 GB. Nos índices de benchmarks a que tivemos acesso, a Ares se mantem bem acima da Mars. A confirmação, no entanto, só virá com testes no INFOLAB.
Ainda bem que não temos de comprar a placa para realizar os testes. O preço da Ares assusta tanto quanto sua perfomance: 4.500 reais, com direito a uma maleta estilo James Bond e um mouse especial. E quem quiser uma ainda tem de garimpar por aí, pois até agora só chegaram dez exemplares ao Brasil — todos vendidos.
Fonte: INFO Online
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O sistema retorna com uma mensagem de erro: "dispositivo de áudio não encontrado", podem ser vários os motivos:1 - Certifique-se de que tenha instalado o driver contido no CD que veio junto com o dispositivo, caso não o tenha procure o driver no site do fabricante, utilize um programa como o AIDA32 para identificar o dispositivo e em seguida procure no site do fabricante.
2 - Se o driver já foi instalado mas o sistema continua exibindo a mensagem de erro, proceda da seguinte forma:
Desinstale qualquer drive ou programa referente ao dispositivo, isso pode ser feito no Painel de Controle em Adicionar/Remover programas, assim que tiver removido qualquer drive ou programa do dispositivo reinicie a máquina. Quando o sistema for carregado novamente ele automaticamente reconhecerá o dispositivo e acionará o "Assistente para adicionar Hardware" , siga as intruções para instalar o dispositivo, caso seja necessário deixe que o assitente procure pelo driver necessário dentro do CD que acompanha o dispositivo.
Uma mensagem de erro não é exibida, mas o áudio continua não sendo ouvível.
Vários programas que de alguma forma necessitam do áudio para tocarem sons, como é o caso dos players são capazes de modificar as configurações de áudio do sistema, porém alguns não são capazes de retornar ao estado original e isso pode acarretar em baixo volume ou até mesmo mudo. Nesse caso vá até o Painel de Controle, clique em "Sons, fala e dispositivos de áudio" em seguida em "ajustar o volume do sistema" , na aba "Volume" clique em "Avançado" , na janela que se abre ajuste o volume para o máximo e caso alguma das caixas "Sem áudio" esteja marcada, desmarque e feche a janela.
Fonte: Negócios do Japão
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Outra sugestão são os processadores das famílias Intel® Core™ 2 Quad e Intel® Core™ i5, que são recomendados para entusiastas e gamers, além da execução de programas mais pesados.
Uma dica é visitar o “Guia de Compras Intel” – www.meuproximopc.com.br – onde você pode ver não só o processador, mas também as outras configurações que melhor se encaixam em seu perfil.
Para obter maiores detalhes sobre a família de processadores Intel® Core™ i7, acesse: www.intel.com/portugues/products/processor/corei7/index.htm?iid=prod_desktopcore+body_corei7
Fonte: Intel
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Nunca é demais esclarecer que para poder escolher o melhor processador, seja de qual marca for, é importante primeiro definir qual o uso que você fará do seu computador, já que isso é algo pessoal e faz toda a diferença na relação custo-benefício. O melhor para um usuário básico é muito diferente do mais indicado para um viciado em games.
Nesta postagem as principais características de cada processador, assim como seus usos mais recomendados. Desta maneira, você ficará por dentro de todas essas tecnologias, compreendendo claramente a utilização de cada uma das CPUs apresentadas aqui:

A série de processadores Athlon sempre foi — e continua como — a principal linha de produtos da AMD. Os CPUs com nomenclatura Athlon possuem recursos e tecnologias voltadas aos usuários que necessitam de alto desempenho, mas que não querem esbanjar no processador mais caro do momento. Atualmente a AMD comercializa quatro tipos de Athlon, os quais serão abordados a seguir:
Até algum tempo atrás, esta linha de processadores contava com uma enormidade de modelos, contudo a AMD foi eliminando boa parte destes processadores do mercado, pois a fabricante desenvolveu novos Athlon. Abaixo você pode conferir os Athlon X2 que são vendidos atualmente, suas configurações e respectivas faixas de preços.


A linha AMD Athlon II surgiu em decorrência do novo plano que a AMD criou para poupar energia. Outro aspecto que fez a fabricante criar uma “segunda geração” de Athlon foi a adição de três e quatro núcleos à série. A empresa percebeu que a arquitetura do Athlon é ideal para suportar até quatro núcleos e apresentar um excelente desempenho para boa parte dos usuários.

A AMD lançou também processadores Athlon II X3 mais econômicos, os quais recebem o nome de “Energy Efficient AMD Athlon™ II X3 Triple-Core Processor”. Obviamente, estes modelos são mais econômicos, mas também rodam em frequências mais baixas. Veja os modelos do Athlon II X3 fabricados e comercializados atualmente pela AMD.



A última arquitetura lançada pela AMD foi intitulada como Athlon Neo. Os processadores desta série foram criados para utilização em notebooks ultrafinos e que precisam de uma longevidade de bateria ainda melhor. Os CPUs Athlon Neo utilizam apenas um núcleo, porém apresentam ótimos resultados até para trabalhar com sistemas operacionais mais robustos — como o Windows Vista. Não há informações sobre os modelos atuais do Athlon Neo, por isso não iremos especificar suas configurações.

O Sempron é, basicamente, uma versão simplificada do Athlon, desenvolvido para usuários menos exigentes. Evidentemente, a arquitetura interna dos Sempron é bem diferente, mas em síntese ele possui vários recursos presentes nos processadores da série Athlon. Dentre todos os CPUs vendidos pela AMD, os Sempron são os únicos voltados aos Desktops que não possuem múltiplos núcleos.
Obviamente, os processadores da série AMD Sempron possuem total compatibilidade com instruções de 64 bits, porém eles não apresentam um desempenho tão satisfatório quanto processadores de núcleo duplo ao trabalhar com sistema e programas de 64 bits. Até algum tempo atrás, os Sempron acompanhavam grande parte dos computadores, porém com a popularização de computadores de núcleo duplo, eles estão caindo em desuso. Abaixo você pode conferir os modelos que a AMD ainda vende desta série.


Para jogadores entusiastas e usuários que desejam o melhor desempenho em questão de processamento, sem sombra de dúvidas, os processadores da série Phenom são ideais. A linha Phenom foi lançada há algum tempo para competir de igual contra os CPUs da Intel.


AMD Phenom IIAssim como foi criada a nova linha Athlon, a AMD notou que o Phenom deveria receber inovações e ter uma “segunda geração”. Contando com mais modelos que a série antiga, a linha Phenom II estreou com uma incrível novidade: processadores de arquitetura Phenom, mas com apenas dois núcleos. Há apenas dois modelos de Phenom II X2, os quais você pode conferir logo abaixo.


A linha AMD Opteron foi desenvolvida para servidores e estações de trabalho que exigem uma grande quantidade de processamento. Os CPUs desta linha podem operar com até seis núcleos, dependendo da versão. Obviamente, estes processadores funcionam de maneira surpreendente em qualquer sistema operacional e suportam programas de 32 e 64 bits.

Os processadores AMD Opteron foram designados para trabalhar com tarefas que acessam o processador a todo o momento, por exemplo: hospedagem de sites, acessos a banco de dados e ambientes de transferência (streaming) que necessitam muito processamento. Em CPUs comuns, pode ocorrer um estresse muito grande nessas tarefas, chegando a travar o processador. Já o Opteron evita todos esses problemas, gerenciando o computador de maneira eficiente em momentos de apuro. Optamos por não divulgar a tabela com os modelos de Opteron comercializados, pois estes processadores não são voltados aos Desktops. Para conferir modelos do AMD Opteron, você pode acessar a página oficial da AMD.
Link para a página com especificações dos CPUs AMD Opteron (página em inglês)

AMD Turion é o modelo fabricado pela AMD desenvolvido especialmente para uso em notebooks. Seu principal objetivo é o uso otimizado de energia, para prevenção do desgaste da bateria. Além disso, esta CPU também administra as suas tarefas de forma eficiente, usando dois núcleos para o processamento.

A AMD ainda possui mais alguns modelos de processadores para notebook, mas ele já estão caindo em desuso. Eu mesmo usei por muito tempo o AMD Duron, que não se encontra acima por ser bem antigo. São tantos modelos que fica até complicado escolher um ideal para as tarefas. Espero que com esta postagem você possa optar entre um dos tantos CPUs que AMD fabrica. Estão sem os preços, pois os valores variam muito. Vale lembrar, que antes de comprar seu processador AMD é altamente recomendado efetuar algumas pesquisas para avaliar o desempenho e preço. O que você achou deste post? Você utiliza algum dos processadores AMD citados nesta postagem? Dê sua opinião, comente.
Fonte: Baixaki
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