Internet dos hackers e piratas cibernéticos.

Os hackers e piratas da internet estão sentindo perseguindo e tolhido em seus direitos de mostar seus talentos e ideias para mundo. Exemplo foi em dezembro de 2010, no auge da perseguição ao Wikileaks, os EUA conseguiram tirá-lo do ar. O site acabou voltando, mas, motivado por esse episódio, um grupo de hackers e piratas quer tomar uma medida radical: criar uma rede alternativa, que seria imune às autoridades. O projeto é encabeçado pelo sueco Peter Sunde, que tem motivos para isso - é dono do site Pirate Bay, que vive na mira da polícia.

Segundo ele, o problema é que os endereços da internet são gerenciados por uma entidade, a Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), que foi criada pelo governo americano.

Quando você digita o nome de um site no seu computador, ele consulta uma lista que é organizada pela Icann - e ali encontra o real endereço do site, que é um código numérico (como 64.233.163.104). "O governo dos EUA controla quem pode entrar nessa lista. E, por isso, controla a internet", reclama Sunde.

A ideia dos piratas é criar um sistema paralelo e descentralizado, que seria mantido por voluntários em vários países e serviria como porto seguro para sites polêmicos. Para acessá-los, você só precisaria instalar um pequeno software no seu computador.

O projeto já reúne mais de 200 programadores, voluntários e curiosos, mas ainda é visto com ceticismo por especialistas. Eles acham que o sistema não funcionará sem uma autoridade central - que seria necessária para evitar confusões, como ter dois sites usando o mesmo endereço. "Não fica claro como seria a distribuição dos nomes", diz Frederico Neves, do Nic.br - entidade ligada à organização técnica da internet no Brasil.

Fonte: Superinteressante


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Nova técnica de transistores reduziria o consumo de energia de tal maneira que PCs poderão permanecer ligados o tempo todo.

Físicos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, fizeram uma descoberta significativa para o desenvolvimento de um tecnologia que libertaria os usuários da necessidade de realizar boot em computadores, combinando assim a lógica com a memória de leitura não volátil. Segundo o cientista chefe que conduz a pesquisa, a nova tecnologia de transistores poderia se tornar uma realidade em cerca de cinco anos, reduzindo o consumo de energia de tal maneira que computadores, telefones celulares e outros dispositivos eletrônicos poderão permanecer ligados o tempo todo.

A descoberta ocorreu quando os pesquisadores injetaram com sucesso um elétron girando ao redor do seu eixo em um material chamado de grafeno, que é essencialmente uma camada muito fina de grafite, semelhante a encontrada em um lápis, mas com a espessura de um átomo.

O processo é conhecido em inglês como "Tunneling Spin Injection", e trata-se de colocar um elétron no grafeno, representando um bit de dados. Ao injetar vários bits no grafeno, ele podem ser armazenados em um estado não-volátil (sem a necessidade de eletricidade).

Fluxo de elétrons segundo universidade norte-americana
Fluxo de elétrons segundo universidade norte-americana

A imagem de cima mostra o fluxo de elétrons (linha pontilhada) quando nenhum isolante é usado. Como demonstrado na imagem abaixo, o fluxo do elétrons polarizados é muito melhor quando um isolante de óxido de magnésio é utilizado. (Crédito da imagem: laboratório Kawakami, UC Riverside). Se bem sucedido, os pesquisadores criaram um chip que elimina as operações de entrada / saída (I/O).

"Se você pode diminuir a energia necessária, então você pode diminuir o tamanho dos circuitos de apoio", afirmou Kawakami. "Estamos trabalhando em um conceito totalmente novo", comentou ele.

O Grafeno recebeu ampla notoriedade no início deste mês, quando os pesquisadores russos Andre Geim e Konstantin Novoselov venceram o Prêmio Nobel de Física 2010 por novas descobertas sobre o material.

Fonte: PC World




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Ele tem o corpo bem bonitinho e é leve, apesar de o acabamento não ser dos melhores. Quem já viu o Corby, também da Samsung, vai achar o Galaxy 5 bem parecido, mesmo não sendo tão colorido quanto seu parente menos completo. O corpo é todo em plástico preto brilhante, exceto pela borda decorativa prateada, também plástica. Ele é todo arredondado e seu tamanho se encaixa bem na mão. Em cima temos apenas a entrada para fone padrão, enquanto que do lado esquerdo ficam os botões de volume e a conexão microUSB, protegida por uma tampinha.

O acúmulo de botões acontece mesmo embaixo da tela. São nada menos do que 8 botões desgraçando de vez com o aspecto clean do aparelho: fazer chamada, desligar chamada/energia, menu, home, voltar, pesquisar e o central, que se divide entre confirmação e navegação. Todos físicos, não há qualquer botão de toque.

Sua tela tem melhor definição do que os Motorolas com Android na mesma categoria, ficando até mesmo um pouco acima dos Sony Ericsson. Ela é pequena para quem aprecia smarts com telonas, mas suas 2.8 polegadas e 16 milhões de cores bastam para navegar na internet, jogar e até ver alguns vídeos curtos.

Smartphone Samsung Galaxy 5


A home tem até 7 janelas personalizáveis com aplicativos, atalhos e widgets variados. Os que a Samsung disponibiliza são bem interessantes e os outros são os fornecidos pelo sistema.

Há um problema aqui: esse aparelho vem com a versão 2.1 do Android, que tira do sistema várias benesses como o melhor gerenciamento de aplicativos, de bateria e outros. Em compensação o teclado QWERTY virtual, além de ser bem responsivo – apesar de pequeno -, possui a função Swype. Nela você não tecla, mas desliza os dedos pelo teclado para formar palavras, uma função viciante.

Ao atender ligações, cuidado. Às vezes aparece o teclado numérico e você digita teclas com a bochecha enquanto está tentando falar com alguém.

São apenas 180MB de espaço interno disponível, e mesmo que isso seja mais do que encontramos em smarts mais parrudos é bem pouco, já que a versão 2.1 do Android ainda não permite a instalação de aplicativos no cartão. Ainda assim, o cartão microSD de 2GB que acompanha o Galaxy 5 é útil para armazenar documentos, músicas, fotos e outros.

Ele já vem com aplicativos básicos como email, calendário, Google Talk, GMail, Mapas, Market, rádio FM, e outros. Um bem legal é o Escrever e Enviar. Nele você pode escrever um texto e escolher enviar como SMS, MMS ou atualizar alguma rede social como Facebook, MySpace, Twitter e orkut.

São poucos aplicativos, você poderá personalizá-lo com a ajuda do Android Market, que possui centenas de milhares de programas gratuitos e pagos para os mais diversos propósitos e também com a Samsung Apps, lojinha da empresa que também está no aparelho.

O player de músicas dele é o mesmo de todos os Androids, simples. Mas alguns detalhes deixam ele mais bonitinho, como o fato de colocar a capa do álbum como fundo das faixas e a presença de um equalizador básico. O som externo dele é bem alto, mas falta um pouco de graves e o agudo se sobressai.

Smartphone Samsung Galaxy 5

Na caixa encontramos um fone de ouvido normal, que possui controle para atender chamada e microfone. Esse fone se saiu muito bem, com ótimo som, ajudado pela função de canal 5.1.

Seu tropeço mais aparente fica na câmera. O sensor é de apenas 2 megapixels, e não há autofoco. Faz fotos boazinhas com muita luz – mas bem pixelizadas – e tem modos legais como panorama automático – você tira a primeira foto e conforme vai enquadrando, ele tira outras sete e junta tudo sozinho -, detector de sorrisos e geolocalização. Há também efeitos básicos e ajustes como brilho e ISO.

O vídeo também é apenas razoável, fazendo tomadas apenas para registros simples, ou no máximo algum upload para o YouTube. Sua resolução máxima é de 320 × 240 pixels.

O que mais me impressionou no Galaxy 5 foi seu processamento, muito veloz e acima até mesmo de smartphones mais parrudos. Sua transição de telas, scroll e navegação são muito velozes, sem qualquer atraso ou travadinha, digno de iPhone. Essa mesma navegação se mostra competente também na internet, onde ele lê páginas com bom desempenho. Entretanto, a falta de uma tela multitoque atrapalha diversas tarefas, incluindo essa.

No benchmark que normalmente passo nos aparelhos, o gratuito Quadrant, ele não se saiu muito bem, ficando em oitavo lugar, mas ainda assim ficou acima de aparelhos como Xperia X10 e Milestone.

Aqui não há muito o que falar. Como quase todo Android ele vem com WiFi, 3G e GPS com A-GPS (aquele que funciona com as antenas de celular). E ele é Quad Band, o que significa que funciona em qualquer lugar do Brasil. Todas essas conexões funcionam de acordo.

Por ser pequeno, sua bateria tem uma ótima duração, chegando a mais de 12 horas sem recarga.

Resumindo, o Galaxy 5 é um ótimo smartphone para quem quer um aparelho que desenvolva todas as tarefas normais com presteza, que seja discreto e tenha um ótimo preço no mercado, mesmo desbloqueado.

A todos que me perguntam por smartphones baratos eu costumo indicar os da Motorola, mas a Samsung acabou de provar que também pode oferece bom preço em um bom aparelho.

Prós:

• Processamento rápido para a categoria

• Tela com boa definição

• Bom custo x benefício

Contras:

• Câmera ruim

• Versão 2.1 do Android

• Sua tela não é multitoque



Fonte: IG Tecnologia


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Aparelho combina processador poderoso com uma tela impressionante e design ultrafino em um pacote quase perfeito. Só se esqueceram da TV Digital.

O Samsung Galaxy S II é o melhor smartphone atualmente no mercado. Para você ter uma pequena noção do investimento e da confiança da Samsung nele é só ver o que o Presidente e Diretor da Unidade de Comunicações Móveis da Samsung JK Shin disse em seu lançamento: “O Galaxy S II é uma evolução natural e poderosa do Galaxy S. Com base no sucesso fenomenal do Galaxy S, temos orgulho de revelar o melhor smartphone”.

Hardware
O Galaxy S II segue as linhas gerais de design de seu antecessor, com algumas pequenas mudanças: a curvatura nos cantos é menos acentuada, o que o deixa com um visual mais “quadrado”. A borda da tela é mais fina, e os botões Menu e Back, ao lado do botão central (Home), são invisíveis quando não estão em uso, o que dá a ele um visual mais minimalista.

O Samsung Galaxy S II tem a tela maior que o iPhone 4
Samsung Galaxy S II (à esquerda) e iPhone 4 (à direita). Notem a diferença no tamanho da tela

Em vez do plástico polido que atraía riscos e marcas de dedo com extrema facilidade, a tampa traseira agora é feita em plástico fosco texturizado. A espessura foi reduzida para apenas 8,5 mm, o que em teoria o torna menos de 1 mm mais fino que o iPhone 4 da Apple, embora na prática a diferença seja quase nula. A pouca espessura, tela grande e baixo peso (116 gramas) contribuem para a surpresa ao segurá-lo na mão.

O coração do Galaxy S II é um processador Samsung Exynos Dual-Core de 1.2 GHz (uma evolução do “Hummingbird” usado no Galaxy S original) acompanhado por 1 GB de RAM e 16 GB de memória flash interna, expansível com o uso de cartões micro SD de até 32 GB.

A tela, de 4.3 polegadas com tecnologia Super AMOLED Plus, mantém a mesma resolução do modelo anterior (480 x 800 pixels), bem como o excelente constraste e saturação de cor e ótimo ângulo de visão. Com a mesma resolução do modelo anterior e tamanho físico maior, em teoria a tela deveria ter uma densidade de pixels, e portanto nitidez, menor.

Mas na prática o que acontece é o oposto: quando colocado lado-a-lado com um Galaxy S, o Galaxy S II parece ter uma tela mais nítida, resultado de uma mudança na forma como os “subpixels” que compõem a imagem são arranjados. Podemos afirmar que, na prática, ela se iguala à tela “Retina Display” do iPhone 4 em nitidez, e é superior em cor e contraste. É a melhor tela que já vimos em um smartphone, e ideal para assistir filmes ou jogar.

As câmeras também passaram por um upgrade: a câmera frontal para videochamadas agora em 2 MP e a traseira tem um sensor de 8 MP com flash LED, ausente no Galaxy S original. Com o sensor melhor e processador mais poderoso, o Galaxy S II é capaz de gravar vídeos em resolução Full HD (1920 x 1080 pixels a 30 quadros por segundo), algo incomum em smartphones. Para fins de comparação o Motorola Atrix, único outro smartphone com processador dual-core no mercado nacional, grava em HD (720p), mas não em Full HD.

Visão traseira do Samsung Galaxy S II é o novo Rei dos smartphones
Visão traseira, sem a tampa. Câmera (à direita) tem 8 MP e flash

Embora não haja uma porta HDMI integrada ao corpo do aparelho, é possível ligar o Galaxy S II a uma TV de alta-definição usando um adaptador “MHL” vendido separadamente. Ele é plugado à porta USB na base do aparelho, e na outra ponta traz um conector HDMI tradicional.

Uma omissão que pode ser importante para alguns: o Galaxy S II não tem sintonizador de TV Digital, que segundo a fabricante foi excluído para acelerar o lançamento do aparelho: nosso sistema de TV Digital é único no mundo, o que acarreta um longo processo de adaptação e certificação. O Rádio FM continua presente.

Software
O Galaxy S II roda o sistema operacional Android 2.3.3 combinado à interface TouchWiz 4.0, desenvolvida pela própria Samsung. Assim como a TouchWiz 3.0 do Galaxy S, ela lembra bastante um híbrido de Android e iPhone, e traz cinco telas iniciais personalizáveis com widgets e atalhos para seus aplicativos preferidos.

São duas opções de teclado virtual: o popular Swype, que permite a digitação simplesmente traçando o caminho entre as letras que compõem uma palavra, o que acelera o processo, e um teclado tradicional chamado de "Samsung Keyboard". Graças ao tamanho da tela, é muito fácil digitar com velocidade e sem cometer erros.

A Samsung também inclui no aparelho vários aplicativos próprios, de utilitários como um calendário (levemente modificado em relação ao original do Android), gravador de voz e programa de e-mail a editores de fotos e vídeo, um pacote Office (Polaris Office) e três “portais” de conteúdo: o Reader’s Hub, com livros, jornais e revistas, o Social Hub, para integração com redes sociais, e o Game Hub, com jogos para o aparelho.

Curiosamente, há dois aplicativos da Livraria Cultura que não fazem parte do Reader’s Hub: um leitor de eBooks e uma loja online. Notamos uma peculiaridade na loja: há alguns livros, como “Memorial de Maria Moura”, de Raquel de Queiroz, que custam mais em eBook (R$ 35) do que na versão “Pocket Book” impressa (R$ 19,90).

A Samsung também inclui no aparelho sua própria loja de aplicativos, a Samsung Apps. Só não entendemos o motivo: fora alguns aplicativos próprios da empresa, não há nada entre os 86 títulos que não possa ser encontrado no Android Market.


Fonte: PC World



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Galaxy Young: barato e com bom processador.

A compra de um smartphone é sempre muito delicada, pois ficamos na dúvida se compramos o mais caro ou um mais barato com um configuração mais modesta, mas essa dúvida deixou de existir. Os modelos de smartphone de entrada de hoje são muito mais poderosos do que os smartphones que tínhamos há dois anos. O Galaxy Y, conhecido como Young, é o exemplo disso. Por um preço muito convidativo (R$ 360) ele traz ótimo processador e tela de 3 polegadas, com sistema Android bem atualizado. Quer saber mais? Confira a análise.

A favor:
• Bom custo x benefício;
• Muito leve, pesa menos de 100 gramas;
• Ótimo processador.

Contra:
• Pouca memória interna;
• Pode ter alguns problemas com as conexões sem fio;
• Tela de baixa definição.

Design e tela

Embora tenha um certo jeito de celular barato, o Galaxy Y é bem ajeitado. Com a frente retangular com bordas arredondadas e prateadas, ele se parece com outros aparelhos da Samsung, e também com alguns modelos da LG. Ele é muito leve, pesa apenas 98 gramas, mas não é pequeno. Cabe bem na palma da mão, e não escorrega fácil graças à traseira texturizada.

A capinha que fica atrás, aliás, é de plástico prateado, para sair um pouco do preto piano – ainda bem. Na parte traseira, só encontramos a câmera, alto-falante e o logotipo da empresa. Nas laterais ficam apenas o botão de energia (direita) e o de volume, junto com o furo para colocar chaveiros (esquerda).

O Galaxy Y é minimalista também nos outros extremos. Embaixo fica apenas o microfone, e em cima ficam a entrada padrão para fones e a conexão microUSB, protegida por uma tampinha de plástico. A frente é composta apenas pela tela, saída de som, um botão físico e dois de toque.

Traseira do Galaxy Y
Traseira do Galaxy Y tem material texturizado, que evita escorregões
Sistema operacional

Antes do Android 4.0 Ice Cream Sandwich, umas das últimas atualizações do Gingerbread é a que encontramos no Y, a 2.3.5. Ele não será atualizado para a 4.0, mas está com uma versão bem estável e ideal para esse tipo de aparelho. Nele também está presente a TouchWiz, interface modificada do Android, desenvolvida pela Samsung. Ela traz mais cor e mais elegância ao sistema, e em modelos mais básicos como esse, também traz personalizações já conhecidas da Samsung, como a possibilidade de trocar a fonte do sistema.

São muitas as configurações, mas você não precisará mexer em 40% delas. Com uns 15 minutos de paciência, está tudo configurado. E, como a tela possui menor resolução, o Young traz 7 janelas na home, prontas para receberem atalhos e widgets. O aparelho vem com todas as conexões que esperamos em um smartphone. Há WiFi b/g/n, Bluetooth 3.0, GPS com A-GPS e 3G. O aparelho também possui a função de Hotspot Wi-Fi, podendo fornecer conexão de internet para até cinco dispositivos. Nos sensores temos o acelerômetro, bússola e o de proximidade.

Hardware e processamento

O processamento do aparelho surpreendeu positivamente nos testes. Assim como no Ace, são 830 MHz de processador, um número inesperado para um modelo básico como esse. Justamente por isso, ele não decepciona no desempenho. Em nossos testes de benchmark com o aplicativo Quadrant, ele teve 944 pontos, aproximadamente 300 a menos que o Nexus S, smartphone de ponta também da Samsung.

Galaxy Y bom em games
Galaxy Y tem bom desempenho em games
O Galaxy Y não teve problemas em rodar jogos mais pesados, como o Asphalt 6: Adrenaline. Nas funções básicas e no uso frequente ele também não engasgou. As transições de tela foram perfeitas e ele segurou vários aplicativos rodando ao mesmo tempo. No geral, mesmo com algumas limitações, ele se mostrou rápido e poderoso.

Usabilidade

Não é difícil mexer no Galaxy Y. São poucos botões físicos, e os que ficam na tela são bem conhecidos. Alguém que pega um smartphone de entrada pela primeira vez deve demorar apenas para se acostumar com a tela de toque. Para facilitar a vida, o Young vem com o Swype, sistema de teclado que permite digitar arrastando os dedos na tela, e não apenas digitando as teclas. Para uma tela de 3 polegadas é essencial, e deixa a escrita mais rápida, ajudando quem tem dedos grossos.

Aplicativos

Não há muito o que falar por aqui. Embora o usuário de um Galaxy Y tenha acesso à Play Store (novo nome do Android Market) com mais de 400 mil aplicativos, o aparelho em si não vem recheado de apps. Encontramos um demo do jogo Asphalt 6, uma suíte QuickOffice e um demo do jogo UNO. Há também toda a suíte da Google, como Gmail, Gtalk, Mapas, YouTube, Navegador, Play Store e internet.

Os aplicativos tradicionais na Samsung aparecem também: Social Hub, que reúne atualizações de redes sociais, Notícias e Clima, Gravador de Voz, Gerenciador de Arquivos, Notas e Samsung Apps. O aplicativo Economia de Energia gerencia melhor a bateria para fazê-la durar mais. Ele possui emulador de Java.

Câmera

Temos aqui uma câmera bem básica, menos potente do que as presentes em modelos concorrentes. São apenas 2 megapixels de resolução, além de não possuir flash e nem autofoco. Ela faz fotos razoáveis, inclusive em pouca luz, mas não espere muita coisa.

Serve para registrar momentos em boa luz, principalmente. Há detector de sorrisos, modo panorama, nove tipos de cena, brilho, temporizador, controle de branco, três efeitos e medição de foco. É básico, mas dá para brincar. No vídeo, vale o mesmo que dissemos para a foto: apenas registros do dia a dia, não espere qualidade nem para o YouTube.

Música e mídia

A Samsung envia fones de ouvido no pacote, mas você pode utilizar qualquer um padrão. O som com um de marca boa fica ótimo, mas o som externo, devido à única e pequena saída de som, é bem ruim. É alto, mas não tem qualidade. O Galaxy Y também possui rádio FM com RDS, ou seja, ele identifica a rádio, a música e a banda ou cantor que está fazendo a performance. A interface do rádio, aliás, é muito bonita.

Mas ela só funciona quando os fones de ouvido estão conectados. Como esperado, o forte do aparelho não está em assistir a filmes. Ele até reproduz bem vídeos pesados – em qualquer formato, basta baixar o aplicativo para isso –, mas sua tela de baixa resolução acaba decepcionando aqueles que tentam. O sim externo também não ajuda muito.

Bateria e armazenamento

Sua bateria teve duração média. Sem mexer nele, mas com as conexões sem fio ligadas, ele chegou a 9 horas. Se você interagir com o aparelho, escutando música, navegando pela internet, conferindo emails e trocando mensagens, essa duração cai para aproximadamente 6 horas. Se você deixar as conexões sem fio desligadas, ele passa de dois dias longe da tomada.

O calcanhar de Aquiles desses modelos de entrada é sempre a memória interna. Apesar de acompanhar um cartão microSD de 2GB – e aguentar até 32 GB – no pacote, o Galaxy Y só tem 180 MB de memória interna. Mesmo passando os aplicativos todos para o cartão, um resíduo sempre fica na memória do aparelho, impedindo que muitos aplicativos sejam instalados.

Em relação ao Optimus Me

Muitos usuários perguntam qual modelo deve ser escolhido na comparação desses dois aparelhos. A resposta sempre ficará a cargo das suas necessidades, mas vale frisar que a câmera do Optimus Me P350 (3,15 MP) é melhor que a do Young (2 MP); a memória interna do modelo da Samsung (180 MB) é maior do que a do LG (140 MB); O Galaxy Y vem com Bluetooth 3.0, contra o 2.1 do Optimus Me. E o processador do Young (830 MHz) é bem melhor do que o do P350 (600 MHz). A escolha é com você.

O que vem na caixa

Por ser um smartphone de entrada, é preciso lembrar que não há expectativas quanto ao conteúdo da caixa. Ainda assim, a Samsung manda o básico completo: aparelho, bateria, cartão de memória de 2 GB, adaptador, manuais, carregador, fones de ouvido – com microfone – e cabo USB. Não é preciso mais do que isso para quem esta adquirindo seu primeiro smartphone.

Para quem é

O Young é um smartphone de entrada com ótimo custo x benefício. O acabamento não é luxuoso, a caixa traz apenas o básico e a resolução de tela é uma das mais baixas; em compensação, ele possui um processador que vale mais do que o preço pedido, e acompanha um cartão de memória de 2 GB para compensar os 180 MB internos. Quem está procurando algo abaixo de R$ 400 pode ficar bem interessado no Galaxy Y, que concorre diretamente com o Galaxy 5 da própria Samsung – e já é meio antigo – e com o Optimus Me da LG.

Ficha Técnica

Galaxy Y Young GT-S5360B
Configuração: Tela de 3 polegadas e resolução de 240 x 320 pixels, sistema Android 2.3.5 Gingerbread, processador de 830 MHz ARMv6, 3G, 180 MB de memória interna (acompanha cartão de 2 GB), câmera de 2 megapixels, Wi-Fi com hotspot, GPS com A-GPS, Bluetooth 3.0.
Dimensões: 10,4 x 5,8 x 1,1 cm
Peso: 98g
Autonomia de bateria: Até 540 h em stand-by / Até 6h em conversação Itens inclusos: aparelho, bateria, cartão de memória de 2GB, adaptador, manuais, carregador, fones de ouvido cabo USB.

Fonte: IG Tecnologia


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Uma equipe comandada por um ex-engenheiro da Google está construindo uma nova ferramenta de buscas para a rede social.

A guerra entre Google e Facebook ficará mais acirrada. Cerca de 25 desenvolvedores do Facebook, comandados pelo ex-engenheiro do Google Lars Rasmussen, estão trabalhando em um serviço de buscas para a rede social, de acordo com uma reportagem publicada pela Businessweek. Se isso de fato estiver acontecendo, a competição entre as duas gigantes vai se intensificar ainda mais. Citando fontes não reveladas, a publicação disse que, com a novidade, o Facebook quer que os internautas possam pesquisar mais facilmente atualizações de status, fotos e vídeos.

O novo serviço poderia até mesmo evitar que os usuários deixem o site para usar o buscador da Google, segundo analistas.

Leia também: 5 dicas para proteger a sua Linha do Tempo no Facebook

"Estou sabendo que o Facebook está trabalhando em uma nova tecnologia de pesquisas para capturar clientes do Google", disse Patrick Moorhead, analista na consultoria Moor Insights e Strategy.

"A busca ainda é o principal no uso da internet e é a porta de entrada para muitos novos internautas. O Facebook obviamente domina o setor de redes sociais, mas precisa crescer rapidamente no segmento de pesquisa genérica e móvel".

A maior rede social do mundo, que tem em seu horizonte a entrada no mercado de ações (IPO), o que deve fazer a empresa chegar ao valor de 100 bilhões de dólares, tem assistido o Google se direcionar cada vez mais para as mídias sociais.

Como as duas empresas tem nomes fortes e bolsos muito fundos, a rivalidade deve ser grande, já que ambos os lados estão muito bem armados.

Escorpiões
"Não é surpreendente que o Facebook esteja trabalhando em uma ferramenta de buscas, assim como não foi uma surpresa o lançamento do Google+", afirmou Dan Olds, analista na Gabriel Consulting Group. "Google e Facebook são como escorpiões em uma garrafa. Cada vez mais a garrafa se estreita, conforme cada um estende seu alcance. Com o tempo, eles estarão competindo diretamente em todas as suas áreas."

Com essa ação para tentar capturar usuários de buscas online, o Google deve cada vez mais estar atenta ao Facebook, já que a empresa tem mais influência que Microsoft e Yahoo, cujas ferramentas de pesquisas não conseguiram tomar o primeiro lugar da gigante do setor.

"A busca é o maior e mais durável aplicativo web", disse Olds. "De fato, você pode até argumentar que a busca é a web. Ser proprietário de um ferramenta como essa é a chave para um reino de riquezas na internet. Dúzias de anunciantes virão até você e é possível criar diversos produtos baseados na busca. Se o Facebook puder criar um buscador melhor, ou um que seja ao menos decente, eles terão muito mais apelo para vender publicidade.”

Olds também destacou que o Google tem muitos dados de usuários, mas não tantos quanto o Facebook. Uma ferramenta de pesquisas forte, portanto, poderia atrair muitos anunciantes em potencial.

O analista Brad Shimmin, da consultoria Current Analysis, declarou que a rede social pode ainda não ter força o suficiente para tomar o primeiro lugar de um mercado dominado pelo Google há muito tempo.

“Não acho que um serviço como o do Google vá beneficiar os usuários do Facebook”, disse Shimmin. “Esse não é o motivo de acessar o Facebook. O Google é uma infraestrutura. O Facebook é um destino. Os internautas buscam ambos por diferentes razões. Como em qualquer empreendimento, uma falha na tentativa de capturar um mercado já conquistado, como o das buscas online, pode prejudicar a posição do Facebook como um todo.”

Fonte: IDG Now!



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Google dando uma força para arte.

O Google lançou ontem (03/03/2012) no Brasil um serviço que mostra fotografias de alta resolução das obras de arte de dois museus brasileiros. Chamado de Google Art Project, o recurso usa a tecnologia do Street View (que exibe fotos de ruas de todo o mundo) para oferecer visitas virtuais em 360 graus a dois museus de São Paulo, o MAM (Museu de Arte Moderna) e a Pinacoteca do Estado de São Paulo, ambos na capital paulista.

As fotos em alta resolução contemplam 98 obras da Pinacoteca e 89 do MAM. Cada um desses museus tem uma obra fotografada em 7 bilhões de pixels (altíssima resolução). Na Pinacoteca a obra com altíssima resolução.

O serviço Art Project - que já existia em outros países desde fevereiro do ano passado - acaba de chegar em sua segunda fase com quase 30 mil obras do acervo de 151 galerias de 40 países, entre elas a Uffizzi, em Florença; o Palácio de Versalhes, na França; o Museu Kampa, em Praga; o Museu Van Gogh, em Amsterdã; e o Museu Estatal Hermitage, em São Petersburgo, na Rússia.

As imagens foram feitas por um conjunto de 15 câmeras instaladas em pequeno carrinho de 2,6 m e que pesa 60 kg.

Internautas que acessa o Google Art Project podem escolher o nome do museu, pesquisar pelo título das obras, montar uma galeria com suas imagens preferidas e compartilhá-la nas redes sociais com seus amigos. Outros recursos são o zoom, que aproxima da tela detalhes das imagens, resumos explicativos sobre as obras e um mapa que ajuda o usuário a “passear” pelo acervo dos museus.

Segundo Alessandro Germano, responsável pelo Art Project na América Latina, o recurso funciona como um complento à experiência de visitar um museu.

— Infelizmente, nem todo mundo pode frequentar museus em várias cidades do mundo. Nosso objetivo é tornar a arte universalmente acessível, trazer novas formas de interação e complementar a experiência que se tem ao visitar o museu.

A América Latina tem dez museus de países como Colômbia, Argentina e Peru que fazem parte do projeto.


Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência



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'Kinect Star Wars' foi lançado à meia-noite desta segunda-feira (2) no país.
Jogo do Xbox 360 usa o sensor Kinect e custa R$ 100.

Do G1, em São Paulo


Fã vestido de Darth Vader participa de lançamento de 'Kinect Star Wars' em São Paulo (Foto: Gustavo Petró/G1)
Fã vestido de Darth Vader participa de lançamento de 'Kinect Star Wars' em São Paulo (Foto: Gustavo Petró/G1)

Darth Vader, Bobba Fett, Stormtroopers e Jedis estiveram no lançamento do game "Kinect Star Wars" na cidade de São Paulo na noite de segunda-feira (2). Centenas de fãs, muitos deles vestidos como personagens da saga, esperaram o relógio marcar meia-noite para comprar o título do Xbox 360. O lançamento mundial do game é nesta terça-feira (3).


Além de poder comprar o game, os fãs puderam passar a noite jogando o título e participando de promoções. A brincadeira para muitos foi tirar fotos com os personagens dos filmes e dos games de "Star Wars".

O jogo, exclusivo para o Xbox 360, usa o sensor Kinect para captar os movimentos dos jogadores, levando para dentro do game e dispensando o uso do joystick. Em "Kinect Star Wars", movimentos dos braços controlam o sabre-de-luz e a Força contra inimigos. O game pe vendido no Brasil por R$ 100.

Fã vestido de piloto rebelde esteve em lançamento de 'Kinect Star Wars' (Foto: Gustavo Petró/G1)
Fã vestido de piloto rebelde esteve em lançamento de 'Kinect Star Wars' (Foto: Gustavo Petró/G1)
Déia Luz, do fã-clube Rebel Legion, foi vestida de Padmé Amidala em evento realizado em loja de São Paulo (Foto: Gustavo Petró/G1)
Déia Luz, do fã-clube Rebel Legion, foi vestida de Padmé Amidala em evento realizado em loja de São Paulo (Foto: Gustavo Petró/G1)
Fãs foram vestidos de Jedi para lançamento de game (Foto: Gustavo Petró/G1)
Fãs foram vestidos de Jedi para lançamento de game (Foto: Gustavo Petró/G1)
Fãs vestidos de Jedi, Darth Vader e piloto rebelde posam para fotos em lançamento de game (Foto: Gustavo Petró/G1)
Fãs vestidos de Jedi, Darth Vader e piloto rebelde posam para fotos em lançamento de game (Foto: Gustavo Petró/G1)

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Impedida de dirigir, ela diz que prefere vender o automóvel a passá-lo para familiares.

Da BBC

Uma vovó de 93 anos de idade, residente na Flórida, estacionou seu carro pela última vez depois de ter rodado 927.000 km, mais do que uma viagem de ida e volta à Lua, em 48 anos ao volante do confiável automóvel.

Rachel Veitch comprou seu Mercury Comet Caliente por US$ 3.289 em fevereiro de 1964. O carro durou três casamentos e 18 mudanças de bateria.

No último dia 9 de março ela teve que parar de dirigir por ter se tornado legalmente cega. Agora, Rachel planeja vender o carro no lugar de repassar a familiares, com receio de que eles não cuidem bem do automóvel.

'Eles não vão ficar com ele porque não poderiam cuidar como eu cuidei', disse a vovó à Fox News. Rachel tem quatro filhos, nove netos e 11 bisnetos.

Rachel Veitch comprou seu Mercury Comet Caliente (Foto: Getty Images)
Rachel Veitch comprou seu Mercury Comet Caliente (Foto: Getty Images)

Para ela, a atenção e o cuidado que deu ao carro são a razão de o automóvel ter durado tanto tempo.

Em 2009 ela disse à Fox News: 'Quando compro gasolina, escrevo quantas milhas percorridas até então, a data e, em seguida, quantas milhas o carro faz com um galão de combustível. Nunca fui uma pessoa destrutiva, sempre cuidei muito bem de tudo, exceto de meus maridos'.

Venda a Jay Leno?
O carro, que valeria cerca de US$ 12 mil e tem três conjuntos de amortecedores e oito tubos de escapamento, sofreu apenas uma colisão, na traseira, em 1980.

O automóvel deverá participar de uma exposição de relíquias de quatro rodas no Wisconsin, em julho, embora Rachel não saiba qual o destino do carro depois disso.

Ela afirma considerar a venda para Jay Leno, um entusiasta de carros clássicos nos Estados Unidos e apresentador do popular programa de entrevistas noturno The Tonight Show.

'Ainda não falei com Jay Leno, mas imagino que ele esteja interessado. Mas não quero pensar nisso agora', disse a idosa à Fox News quando ficou impedida de dirigir.

A enfermeira aposentada afirmou, porém, que vem se adaptando bem à vida sem o carro.

'Tenho consciência de que não seria seguro dirigir'.

Embora tenha rodado o equivalente a mais do que duas vezes a distância da Terra à Lua (380.000 km), o Mercury não bateu o recorde de distância percorrida por um automóvel. Irv Gordon foi citado no Guinness Book de Recordes Mundiais em 1998 com 2,72 milhões de Quilômetros com seu Volvo P1800 modelo 1966. Ele teria acumulado ainda mais depois do recorde, chegando a cerca de 4,8 milhões de quilômetros com o mesmo carro.


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Um russo conseguiu encontrar uma falha no navegador Google Chrome e ganhou um prêmio de 60 mil dólares (cerca de 105 mil reais), durante o campeonato Pwnmium, promovido pela própria Google.

O pesquisador de segurança Sergey Glazunov foi quem encontrou e relatou falhas de segurança do Chrome. Ele ganhou um prêmio de US$ 60.000 (R$ 105 mil) pelo seu trabalho, que visou duas distintas vulnerabilidades no Chrome.

O prêmio em dinheiro era parte do novo concurso da Google, o Pwnium, que está sendo executado este ano como uma alternativa ao desafio Pwn2Own, mais bem conhecido, com o qual a Google não concordava porque os hackers não precisavam revelar como hackearam os sistemas.

De acordo com Justin Schuh, um membro da equipe de segurança do Chrome, o ataque foi “muito impressionante” e deixou claro que o usuário “não poderia ter feito nada” para evitar a invasão. “Glazunov executou o código com acesso total ao computador do usuário conectado”, disse.

Sergey Glazunov descobriu uma vulnerabilidade de código de execução remota no software em um computador com sistema Windows 7 com todos os patches de segurança atualizados. A falha permitia que hackers mal intencionados invadissem o navegador, instalassem e rodassem um código malicioso no computador da vítima, apenas por visitar um site.

Rapidamente a Google liberou uma nova versão do seu navegador Chrome (versão 17.0.963.79), para os sistemas operacionais: Windows, Mac OS X e Linux, corrigindo a falha detectada pelo russo. E não é só isso, pois esta versão também traz correções para bugs relacionados à reprodução de vídeos e jogos em Flash.


Atualize a versão do seu Chrome
Para atualizar o navegador é simples, clique na chave inglesa, em seguida "Sobre Google Chrome". Espere alguns instantes e reinicie o browser para concluir a atualização.


Para fazer o download completo do Chrome, acesse AQUI.


E aí? Gostou?



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Os usuários do serviço de compartilhamento de arquivos Megaupload que estavam usando o site para o compartilhamento de arquivos legais antes do site ter sido fechado por suspeitas de pirataria, podem ter a chance de recuperar seus arquivos, conforme noticiado na imprensa internacional.

Durante os últimos dias tem sido noticiado que todos os arquivos da base do site seriam apagados após a prisão do dono do MegaUpload e o fechamento do site e as Autoridades americanas não deixaram claro se permitiria que os usuários buscassem seus conteúdos legítimos.

Porém, segundo Ira Rothken, um dos advogados que representam a MegaUplod, a companhia está atualmente negociando com os promotores a possibilidade dos usuários poderem recuperar seus materiais legais.

De acordo com o advogado, "A decisão está totalmente nas mãos do governo se eles querem liberar os fundos para que a Megaupload possa pagar os custos de hospedagem e tornar os dados disponíveis para os usuários"


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Pesquisadores da universidade de Utah Valley, EUA, constataram que os usuários da rede social mais famosa do mundo estão mais propícios a momentos de tristezas.

Supostamente o motivo para ficarem tristes seria a inveja. Isso mesmo. Os estudiosos afirmaram que ao publicarem tudo da sua vida muita gente não gosta do que vê.
“Eles são mais felizes e têm uma vida melhor que a minha: O impacto do uso do Facebook na percepção da vida dos outros…”
Esse estudo foi realizado com mais de 400 usuários da rede, e foi considerado não a vida pessoal de cada um, mas a dos amigos, conhecidos e estranhos. Ressaltando que foram questionados sobre seus hábitos no Facebook, quantidade de acessos, tempo que permanecem conectados, dentre outros. A partir desses dados, pode-se concluir que a maior parte dos usuários pensa que as outras pessoas são mais felizes e muitos ainda acreditam que a vida é injusta!

Sendo assim, não abandonem a vida real, saiam do Facebook, e sejam mais feliz! Lembrem-se que na rede social as pessoas tendem a publicar o lado bonito das coisas, desconsiderando muitas das dificuldades:
“Enquanto as pessoas tendem a postar fotos e situações alegres de férias no exterior, poucos vão postar fotos do valor da prestação da dívida que fizeram para a tal viagem.”

Fonte: ABCNews

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Você já imagina de onde vem o dinheiro do Facebook, certo?

Com a divulgação recente dos números do Facebook, confirmou-se que a empresa tem grande parte de suas receitas oriunda da venda de anúncios em seu site.


Mas agora sabemos o quanto de sua receita vem da publicidade: 85% em 2011, com os 15% restantes provenientes de pagamentos e outras taxas.

Para efeito de comparação, na verdade a fonte de receita do Facebook é um pouco mais diversificada do que a da Google, que ainda recebe 96% de sua receita oriunda de publicidade. E é uma mudança significativa quando comparada com o ano de 2010, quando o Facebook tinha 95% de sua receita com publicidade.

A Zynga, a empresa criadora do FarmVille e outros jogos populares do Facebook, está impulsionando o crescimento dos negócios do Facebook, e, portanto, contribuindo para a diversificação das receitas do Facebook. (Enquanto torna-o mais dependente da Zynga, ao mesmo tempo!) Cerca de 12% da receita do Facebook em 2011 veio de Zynga. Isso inclui receitas para processamento de pagamentos e também da publicidade que a própria Zynga faz no Facebook.

Atualmente o Facebook não gera receita significativa por dispositivos móveis como tablets e smartphones, embora cerca de metade da sua base de seus usuários acessa o site partir de um desses dispositivos móveis. Esta é uma área de crescimento importante para o futuro.

Fonte: Splatf

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O palco de Mídias Sociais foi um dos mais concorridos da Campus Party Brasil 2012 nesta quinta-feira, 9. Dezenas de blogueiros estavam de tablet ou laptop na mão para anotar as dicas do especialista em Search Engine Optimization (SEO), Fábio Ricotta. Fundador da empresa MestreSEO, ele é uma das referências na arte de “rankear” bem marcas e firmas no Google. Páginas das companhias que aparecem no topo no site de buscas geralmente têm mais visitantes. E é o número de visitas que atrai receita para o $ite.

Desta vez, porém, não foram tanto as dicas de SEO as principais lições de Ricotta, mas as recomendações de Social Media Optimization (SMO) – a receita de sucesso da marca nas redes sociais. A principal orientação é medir a relevância de cada uma das mídias sociais usando o Google Analytics para entender o impacto de todas elas no tráfego do site ou do blog que o internauta administra.

Ao fazer essa mensuração, o blogueiro pode se surpreender com a força das redes mais senhoras, como o aparentemente anacrônico Orkut. “Muita gente diz que o Orkut morreu… Não! É necessário mensurar para ver quantas visitas vêm do Orkut”, adverte. Se é significativo o número de usuários que acessam uma página e vêm do Orkut, deve-se continuar fomentando as comunidades já existentes na plataforma.

Da mesma forma, Ricotta informa que o Google+ já é uma realidade no País. Ainda que a força da rede do Google seja maior nos Estados Unidos, um novo público que dá o “plus” está se formando no Brasil. Por isso, internautas devem interagir por essa ferramenta e, assim, novos laços de informação e conexão serão constituídos. Afinal, quando se curte um link usando o botão Google+, sua foto em formato reduzido vai aparecer ao lado do link para todos os seus amigos de Gmail, YouTube e outras redes sob o guarda-chuva do Google.

Fonte: Brasil247

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Apesar de ter perdido no ano passado o posto de maior rede social do Brasil para o Facebook, o Orkut deve continuar entre as estratégias da Google para o país. Para Caroline McCarthy, editora de tendências e insights da Google, o Orkut deve ser trabalhado em complementariedade com o Google+, produto que concentra os esforços da empresa para conquistar espaço entre as mídias sociais.

— O Orkut é uma rede social de destinação, que depende do acesso dos usuários no site, enquanto vemos o Google+ como uma camada social que envolve o que as pessoas fazem com o Google e com toda a internet. Por isso, ambos são complementares — disse Caroline horas antes de apresentar seu painel na Social Media Week, aberta ontem na capital paulista.

O Google+ conta hoje com mais de 90 milhões de usuários, mas ainda está muito distante dos 845 milhões de contas ativas do Facebook. No Brasil, o Google liderava as redes sociais com o Orkut até ser ultrapassado no ano passado pelo Facebook. De acordo com a consultoria comScore, a rede social de Mark Zuckerberg praticamente triplicou o seu número de acessos no país em um ano, atingindo 36 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2011, cerca de 1,5 milhão a mais que o Orkut, que cresceu apenas 5% no ano.

Caroline — que foi considerada pela revista “Forbes“ como uma das 30 pessoas abaixo de 30 anos para “se ficar de olho” nos próximos anos — considera que os dois sites não são comparáveis. Segundo ela, enquanto o Facebook tenta agregar cada vez mais coisas para dentro do site, a rede do Google pretende ligar diferentes pontos da internet.

— Pensamos Google+ e Facebook como produtos muito diferentes. Não estamos nos concentrando no número de usuários, mas sim no meio de conectar as pessoas em toda a internet e todos os produtos Google. Não é possível uma comparação em termos de tamanho porque eles não terão a mesma forma — afirma.

A executiva vê uma boa possibilidade de crescimento dos perfis de empresas no Google+. Atualmente a rede conta com um milhão de páginas corporativas na rede, número que tende a crescer ainda mais neste ano, à medida que as empresas se acostumam com a linguagem das redes sociais.

— As empresas veem o Google+ como um canal muito comunicativo, em que postam algo e recebem todo tipo de respostas do público, que se sente numa conversação real com aquela marca — afirma Caroline.

A estratégia de crescimento da rede social da Google também passa pela tentativa de dar novas funcionalidades aos usuários. De acordo com Caroline, desde o lançamento, em junho do ano passado, a rede social já teve mais de 200 novas ferramentas e atualizações.

Fonte: oglobo


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A popularidade do Facebook no Brasil disparou ao longo dos últimos 12 meses, e a companhia deve esse avanço ao seu maior concorrente. Na documentação que apresentou recentemente para sua Oferta Pública Inicial (IPO, em inglês), o Facebook informou que seu número de usuários ativos no Brasil havia praticamente triplicado em 2011, o que por fim o levou a superar o serviço de redes sociais Orkut, do Google, e fez dele o líder do segmento no País.

"Não consigo lembrar de outro exemplo de crescimento tão rápido para o Facebook", disse o vice-presidente de análise setorial no grupo de pesquisa comScore, Andrew Lipsman. "Foi uma verdadeira decolagem."

No Brasil, o país de origem do cofundador da rede social Eduardo Saverin, o Facebook encontrou um mercado pronto para o crescimento, com rápida expansão no acesso à internet, aumento no número de computadores e demanda ávida por mídia social.

Boa parte do crédito por isso cabe ao Google, segundo analistas. Embora o crescimento da economia e o crédito mais fácil é que tenham permitido aos brasileiros adquirir computadores e conexões de banda larga, o Orkut, do Google, é que os motivou a fazê-lo.

"Até que o Orkut surgisse, em 2004, o uso da internet no Brasil estava estagnado", disse o analista José Calazans, do grupo de pesquisa de mercado Ibope Nielsen, em São Paulo. "Quando as pessoas começaram a comprar computadores e a visitar cibercafés, era especificamente para acessar o Orkut. Agora, muitas dessas pessoas se transferiram ao Facebook."

O Orkut deu aos brasileiros seu primeiro "gostinho" de mídia social, com uma interface simples e a opção de acesso em português que o tornava mais fácil de usar do que sites concorrentes, como o Friendster e o MySpace. Em uma cultura altamente social, como a do Brasil, onde até mesmo reuniões de negócios terminam em abraços, o site se tornou fenômeno nacional.

"Todo mundo estava no Orkut", recorda a professora Raquel Recuero, da Universidade Católica de Pelotas, e especialista em mídias sociais. "Os usuários adicionavam pessoas que nem conheciam, e as pessoas concorriam para ter as maiores listas de amigos."

A ascensão do Orkut coincidiu com um "boom" econômico que tirou milhões de brasileiros da pobreza, dando a muitos deles acesso a computadores e à Internet pela primeira vez. Isso tanto beneficiou quanto prejudicou o Orkut, ao expandir sua base de usuários porém alienar os adeptos iniciais do serviço, mais afluentes.

"Depois que as classes baixas começaram a aderir, surgiu um choque de cultura no Orkut, amplificado pela mídia", disse Raquel. "Por exemplo, havia reportagens sobre criminosos que usavam o Orkut para encontrar vítimas. As pessoas começaram a reconsiderar seu uso do site e a prestar atenção a conceitos como privacidade online."

O fato de que o Orkut não tenha se inovado de acordo com as expectativas dos usuários criou uma oportunidade para o Facebook, que chegou oferecendo novos aplicativos e jogos, bem como a capacidade de conexão com pessoas de fora do Brasil. Com o tempo, os brasileiros passaram a ver no Facebook a chance de recomeçar do zero suas vidas online, o que ajudou em sua adoção acelerada.

O Orkut ainda mantém um market share relevante nas mídias sociais no Brasil, com mais de 34 milhões de usuários que se comparam aos 36 milhões do Facebook no país, de acordo com a comScore. O Facebook irá tentar manter a relevância no Brasil, país que classifica como "fonte chave de crescimento" no prospecto do IPO.

Segundo a Ibope Nielsen, mais de 85% dos usuários ativos de internet no Brasil utilizam sites de redes sociais, acima dos 74% nos Estados Unidos e dos 77% no Japão. Os brasileiros também gastam mais tempo nesses sites, com média de quase oito horas e meia neles por mês, contra seis horas e meia nos EUA e pouco mais de quatro horas no Japão mensalmente.

Fonte: IG

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Uma vitória pequena, mas significativa para o Google. A gigante das buscas na internet ganhou a ação sobre a propriedade de 32 nomes de domínios semelhantes, incluindo Gougle.com, Go0gle.com, Googole.com, Goolgle.com e Googer.com. Mesmo assim, talvez seja interessante evitar acessar esses sites por enquanto.

A Google havia apresentado queixa no Fórum Nacional de Arbitragem contra o proprietário (aparentemente baseado em Hong Kong) desses sites em 05 de janeiro. Além dessa vitória, a Google também ganhou ação contra 5 domínios com nome parecidos ao do YouTube

Compreensivelmente, o Fórum decidiu que os nomes de domínio (lista completa abaixo) devem ser transferidos para o Google imediatamente. Especialmente porque o dono dos domínio não apresentou nenhuma resposta durante o processo, apesar de várias tentativas por parte do Fórum para chegar a ele/ela.

Na sua decisão, o Fórum Nacional de Arbitragem afirmou que todos os domínios atenderam a três requisitos para transferência da propriedade para a Google, de acordo com as regras internacionais sobre o caso:

(1) O nome de domínio registrado pelo Reclamado é idêntico ou semelhante a uma marca de produto ou serviço em que Reclamante tem direitos, e
(2) Reclamado não tem direitos ou interesses legítimos em matéria de nome de domínio, e
(3) O nome de domínio foi registrado e está sendo utilizado de má fé.

Aqui está a lista completa dos domínios obtidos pelo Google:

  1. geoolge.com
  2. gggoogle.com
  3. ggolge.com
  4. ggoole.com
  5. go0gle.com
  6. gogelmail.com
  7. goggleemail.com
  8. gogglemails.com
  9. gologle.com
  10. googemail.com
  11. googer.com
  12. googlae.com
  13. googlecalander.com
  14. googlede.com
  15. googledevice.com
  16. googleen.com
  17. googlehomepage.com
  18. googleparking.net
  19. googlepictures.com
  20. googletr.com
  21. googlev.com
  22. googlp.com
  23. googlse.com
  24. googlu.com
  25. googne.com
  26. googole.com
  27. googu.com
  28. goolggle.com
  29. goolgle.com
  30. goolglemail.com
  31. gooogly.com
  32. gougle.com

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É cada vez mais frequente a presença do FBI no ambiente online. Depois de ter fechado o Megaupload e de afirmar que prevê a criação de ferramentas de investigação específicas para as redes sociais, as autoridades norte-americanas pretendem bloquear a conexão de milhões de internautas no próximo mês.

De acordo com os responsáveis pelo departamento de investigações, a ação (que deve ocorrer até o dia 08 de março) visa eliminar um trojan - programa malicioso que se disfarça de um software legítimo - que anda circulando pelo mundo e infectando um número exorbitante de PCs.

Chamada "DNSChanger", a ameaça partiu da Estônia. Só nos Estados Unidos, ela já está presente em pelo menos 500 mil computadores. Quando o usuário tem sua máquina atingida, passa a ficar extremamente vulnerável e mais aberto a ter problemas em seu sistema.

Os suspeitos de terem disseminado a praga foram presos. Porém, segundo o FBI, será preciso desligar a internet de todos aqueles que forem identificados como portadores do "DNSChanger". O Departamento Federal de Investigação conta com uma ordem judicial que prevê a instalação de servidores temporários para a operação.

Seu PC está infectado?
Não é difícil saber se a sua máquina foi atingida. Basta clicar no menu "Iniciar" e acessar a opção "Executar". Ao abrir a caixa de diálogo, digite "cmd" para que a caixa do DOS seja aberta. Feito isso, digite "ipconfig /all" e clique no "Enter". Em seguida, o comando dará todas as informações de rede do computador. Procure pela linha "Servidores DNS". Lá, devem aparecer os endereços de IP utilizados (Servidores DNS usados por seu PC). Posteriormente, é possível checar se seu IP está na lista dos infectados diretamente pelo site do FBI, onde você deverá informar todos os seus IP na caixa apropriada e clicar em Check IP para verificar se o IP informado está na lista de infectados.



Se o seu computador não estiver infectado, aparecerá a mensagem: "Your IP is not configured to use the rogue DNS servers".


Caso você receba outra mensagem, acesse o link a seguir do FBI para se registrar como vitima do malware DNSChanger.


Para mais informações, veja o arquivo em PDF disponibilizado pelo FBI com mais detalhes sobre o malware "DNSChanger" (em inglês).



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