Aumentando ainda mais os rumores sobre a próxima geração de consoles, um suposto documento da Microsoft aponta para a produção de um “Xbox 720” com novos acessórios, como o “Kinect 2” e algo chamado “Óculos Kinect”. A principal novidade deste vazamento, no entanto, é a citação de que o próximo Xbox seria lançado com o preço sugerido de US$ 299 (cerca de R$ 600), previsto para chegar às lojas em 2013.
Informações do novo Xbox vazam em documento (Foto: Reprodução)
O arquivo de mais de 50 páginas parece ter sido produzido em agosto de 2010, mas só agora veio a público, descoberto por usuários do fórum NeoGAF. Apesar de aparentemente obsoleto, o documento faz referências a produtos que a Microsoft anunciou este mês, como o aplicativo SmartGlass, um menu mais eficiente do atual Xbox 360 e o serviço de aplicativos Xbox TV.
Outras supostas novidades para o próximo console seriam suporte a Blu-Ray, mídia da Sony utilizada no PlayStation 3, além de 3D nativo e suporte a sensores adicionais, como outros periféricos. O poder de processamento seria seis vezes maior do que o atual Xbox e todos os seus jogos teriam o mínimo de resolução configurada em 1080p. O novo aparelho seria, também, compatível com os antigos jogos da linha Xbox 360.
Segundo o documento, a Microsoft teria o plano de divulgar o console como “a única caixa que você precisa na sala de estar”, fazendo referências às dezenas de possibilidades que o suposto videogame poderá oferecer – entre games, programas de TV e outros tipos de entretenimento já embutidos no pacote. Não por acaso, as imagens do Xbox 720 que aparecem no documento lembram muito um simples aparelho para TVs, como um DVD player, sem se quer parecer com algum videogame recente. O preço do aparelho já incluiria um Kinect 2 no pacote.
Kinect 2 pode ser uma das novidades do aparelho (Foto: Reprodução)
O Kinect 2 pode ser o sucessor do atual Kinect e traria melhorias como uma melhor captura de voz, captura de som estéreo, suporte para até quatro jogadores simultâneos, melhorias na câmera e processamento dedicado. Já um outro acessório citado é algo chamado de “Kinect Glasses”, ou “Project Fortaleza”. Sem grandes descritivos, é citado apenas que este pode ser um acessório de realidade aumentada com conexões Wi-Fi e 4G, e que ele terá conectividade com o Kinect. O lançamento deste segundo aparelho estaria marcado para 2014.
Vale lembrar que o Kinect foi desenhado e planejado por um brasileiro, Alex Kipman, que trabalha na Microsoft. Por conta disso, o nome inicial do aparelho era “Project Natal”, fazendo referência à capital do Rio Grande do Norte. O nome “Project Fortaleza” seria uma possível referência à capital do Ceará.
Kinect Glasses ou Project Fortaleza (Foto: Reprodução)
Por ora, todas as informações não passam de meros rumores. A Microsoft não demonstrou nenhum interesse em mostrar sua próxima geração de consoles na última edição da feira E3. Resta aguardar para ver o que o futuro próximo nos reserva. Vale lembrar que a companhia não vai participar das próximas feiras de game deste ano – Tokyo Game Show e Gamescom -, então é possível que só tenhamos alguma novidade oficial a partir de 2013.
Via The Verge.
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O roubo e furto de dispositivo móvel vêm aumentando muito nos dias de hoje, no entanto há uma possibilidade extremamente útil ainda é desconhecida de muita gente. No caso de perda ou roubo do dispositivo móvel, é possível usar aplicativos para determinar seu paradeiro. Estes aplicativos devem ser instalados nos smartphones e tablets e precisam de uma conexão com a internet (Wi-Fi ou 3G). Assim, poderão enviar informações constantes sobre a localização atual do aparelho.
Apesar de úteis, estes aplicativos têm limitações, como a necessidade de estar sincronizado com, no mínimo, três satélites. Isso pode ser difícil quando o aparelho está em locais fechados. Outro problema é a duração da bateria do aparelho, que tendem a durar menos quando o GPS está funcionando.
Geralmente, os aplicativos podem rodar em modo oculto. Este recurso é útil ao rastrear os filhos, mas também para não levantar suspeitas no ladrão que furtou seu celular. Confira abaixo os cinco aplicativos para rastrear smartphones:
A grande vantagem do Buddyway é que ele funciona em múltiplas plataformas. O aplicativo roda em aparelhos com Windows Phone, Android, iOS, Symbian (S60) ou Java. Sua interface fácil de usar.
Fora o rastreamento, o Buddyway também pode ser usado como ótimo organizador de viagens. Ele ajuda a compartilhar fotos automaticamente seus amigos, já com o local exato onde foram tiradas vinculado ao arquivo.
O Instamapper é uma solução para usuários de iPhone, Android ou BlackBerry. Donos de iPhone, no entanto, não conseguirão rodá-lo de forma oculta. O Instamapper permite registrar informações colhidas por até 30 dias ou até 100 mil pontos de localização por dispositivo.
Para o usuários de iPad, iPhone e iPod Touch, o Find My Phone é uma ótima opção. O aplicativo funciona integrado com o MobileMe e iCloud, o serviço de backup em nuvem da Apple. Após instalá-lo no aparelho, basta acessar sua conta de um dos dois serviços para ser informado sobre a localização do aparelho.
Como o próprio nome já indica, este aplicativo é voltado para os usuários de dispositivos com o sistema operacional Android, do Google. Além do rastreamento, há um alarme sonoro com uma mensagem pré-configurada que pode ser ativado por meio do envio de uma mensagem de texto (SMS).
Desta lista, o 3DTracking Free é o mais objetivo e não conta com recursos extras. Faça o registro, instale o aplicativo e acompanhe pelo site a localização do aparelho através da integração do serviço com o Google Maps. O 3Dtracking Free é oferecido somente para aparelhos que rodam Windows Mobile ou Symbian.
De maneira geral a maioria dos aplicativos de rastreamento de aparelhos por meio de GPS são instalados da seguinte maneira:
1. Acesse o site do serviço de rastreamento por GPS;
2. Clique no local indicado para novos registros;
3. Preencha o formulário com usuário e senha. Se for solicitado o IMEI ou número serial tecle *#06# no seu smartphone;
4. Acesse seu e-mail para confirmar o registro. Siga as instruções contidas no e-mail para instalar o aplicativo no dispositivo móvel. Geralmente, basta digitar no navegador do aparelho o endereço da página de web para baixar o arquivo ou localizá-lo na loja de aplicativos;
5. Confirme se a conexão está habilitada no dispositivo móvel, rode o aplicativo de rastreamento e espere até o GPS estar sincronizado com os satélites para que o serviço seja ativado;
6. Faça o login na página da internet do serviço pelo computador e acompanhe a localização do aparelho.
Fonte: IG Tecnologia
Apesar de úteis, estes aplicativos têm limitações, como a necessidade de estar sincronizado com, no mínimo, três satélites. Isso pode ser difícil quando o aparelho está em locais fechados. Outro problema é a duração da bateria do aparelho, que tendem a durar menos quando o GPS está funcionando.
Geralmente, os aplicativos podem rodar em modo oculto. Este recurso é útil ao rastrear os filhos, mas também para não levantar suspeitas no ladrão que furtou seu celular. Confira abaixo os cinco aplicativos para rastrear smartphones:
Buddyway
A grande vantagem do Buddyway é que ele funciona em múltiplas plataformas. O aplicativo roda em aparelhos com Windows Phone, Android, iOS, Symbian (S60) ou Java. Sua interface fácil de usar.
Fora o rastreamento, o Buddyway também pode ser usado como ótimo organizador de viagens. Ele ajuda a compartilhar fotos automaticamente seus amigos, já com o local exato onde foram tiradas vinculado ao arquivo.
Instamapper
O Instamapper é uma solução para usuários de iPhone, Android ou BlackBerry. Donos de iPhone, no entanto, não conseguirão rodá-lo de forma oculta. O Instamapper permite registrar informações colhidas por até 30 dias ou até 100 mil pontos de localização por dispositivo.
Find My Phone
Para o usuários de iPad, iPhone e iPod Touch, o Find My Phone é uma ótima opção. O aplicativo funciona integrado com o MobileMe e iCloud, o serviço de backup em nuvem da Apple. Após instalá-lo no aparelho, basta acessar sua conta de um dos dois serviços para ser informado sobre a localização do aparelho.
Where's My Droid
Como o próprio nome já indica, este aplicativo é voltado para os usuários de dispositivos com o sistema operacional Android, do Google. Além do rastreamento, há um alarme sonoro com uma mensagem pré-configurada que pode ser ativado por meio do envio de uma mensagem de texto (SMS).
3DTracking Free
Desta lista, o 3DTracking Free é o mais objetivo e não conta com recursos extras. Faça o registro, instale o aplicativo e acompanhe pelo site a localização do aparelho através da integração do serviço com o Google Maps. O 3Dtracking Free é oferecido somente para aparelhos que rodam Windows Mobile ou Symbian.
Como ativar o serviço de rastreamento
De maneira geral a maioria dos aplicativos de rastreamento de aparelhos por meio de GPS são instalados da seguinte maneira:
1. Acesse o site do serviço de rastreamento por GPS;
2. Clique no local indicado para novos registros;
3. Preencha o formulário com usuário e senha. Se for solicitado o IMEI ou número serial tecle *#06# no seu smartphone;
4. Acesse seu e-mail para confirmar o registro. Siga as instruções contidas no e-mail para instalar o aplicativo no dispositivo móvel. Geralmente, basta digitar no navegador do aparelho o endereço da página de web para baixar o arquivo ou localizá-lo na loja de aplicativos;
5. Confirme se a conexão está habilitada no dispositivo móvel, rode o aplicativo de rastreamento e espere até o GPS estar sincronizado com os satélites para que o serviço seja ativado;
6. Faça o login na página da internet do serviço pelo computador e acompanhe a localização do aparelho.
Fonte: IG Tecnologia
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A brasileira Isabel Pesce andava todos os dias pelos corredores da sede da Microsoft, em Redmond (EUA), onde trabalhava com pesquisadores do Office Labs. Ela havia sido selecionada para estagiar na empresa durante o verão, no período de férias do Massachussets Institute of Technology (MIT), uma das instituições de pesquisa mais importantes do mundo. Era tudo o que uma jovem estudante de Ciências da Computação poderia querer, mas, de alguma forma, Bel queria outra coisa. “Eu olhava para aquilo tudo e pensava em como Bill Gates se sentia. Ele começou em uma garagem e construiu um império”, diz Bel.
O sonho de Bel, como de muitos empreendedores da área de tecnologia, é o de criar o próximo aplicativo ou plataforma de sucesso. Hoje, dois anos após sair da Microsoft, Bel dá os primeiros passos nessa direção: em outubro de 2011, ela propôs sociedade ao argentino Wences Cesares, criador do aplicativo Lemon, que permite fotografar recibos de compras e armazená-los na nuvem. “Meu coração dizia que eu precisava ajudar a construir uma empresa ‘do zero’. É uma ambição altíssima, mas estou aprendendo muito”, disse Bel.
O Lemon, que é mantido por uma startup composta de apenas 20 pessoas no Vale do Silício (EUA), funciona no iPhone e em aparelhos com o sistema operacional Android e já tem mais de 1 milhão de usuários em todo o mundo. Bel cuida das parcerias com outros serviços, como redes sociais, uma experiência que não teve ao trabalhar na Microsoft e no Google. “O trabalho nas empresas era muito técnico. Eu queria muito aprender mais sobre como fazer negócios”, diz Bel, que pretende voltar ao Brasil no futuro, para investir em startups.
Nascida em uma família de classe média, em São Paulo (capital), Bel sempre teve aptidão natural pela matemática. “O dono da banca de jornais me perguntava quantos pacotes de figurinhas eu podia comprar com o dinheiro que meu pai dava. Eu sempre acertava e ganhava mais figurinhas de graça”, conta Bel. O interesse pelos computadores também começou cedo, aos 11 anos, quando ela desmontava as máquinas da família e montava de novo, só para ver como funcionavam.
Na época do vestibular, Bel escolheu o curso de Ciências da Computação e se inscreveu em diversas faculdades, quando descobriu que o MIT aceitava candidatos estrangeiros. Contudo, o programa era concorrido: o candidato precisava começar a se preparar meses antes para dar tempo de cumprir com as exigências, mas ela só tinha algumas semanas. Para participar do processo, Bel apareceu de surpresa na casa de um dos avaliadores do MIT em São Paulo para conseguir uma recomendação e teve que torcer para sobrar uma cópia do teste no dia do vestibular do MIT – o número de provas que chega ao Brasil é contado. Felizmente, um candidato faltou. “Eu tinha certeza de que não passaria e quando vi o resultado, só consegui gritar e chamar minha mãe”, diz Bel.
Bel ganhou uma bolsa de estudos parcial e, antes de se mudar para os EUA, precisava guardar dinheiro para “bancar o primeiro semestre de aulas”. “Eu pedi um emprego para os diretores da escola onde eu estudava para fazer um ‘pé de meia’ e eles me ajudaram”, diz Bel. Ela chegou aos EUA em agosto de 2006: para conseguir manter o sonho, já começou a trabalhar no próprio MIT nas horas livres para arrecadar fundos. O tempo livre era escasso, já que Bel passou a estudar cada vez mais: enquanto a maior parte dos estudantes cursava quatro disciplinas, ela chegou a cursar 13.
O esforço valeu a pena e Bel conseguiu quatro diplomas do MIT, os dois principais em Ciências da Computação e Administração e outros dois, em Economia e Matemática. Ainda na faculdade, ela conseguiu o estágio de verão na Microsoft, onde conseguiu participar da criação de um sistema que reconhece gestos e cores exibidas em frente a uma câmera conectada ao computador.
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| Com sonho de empreender, Bel Pesce trocou carreira em gigantes da tecnologia para investir no aplicativo Lemon |
O Lemon, que é mantido por uma startup composta de apenas 20 pessoas no Vale do Silício (EUA), funciona no iPhone e em aparelhos com o sistema operacional Android e já tem mais de 1 milhão de usuários em todo o mundo. Bel cuida das parcerias com outros serviços, como redes sociais, uma experiência que não teve ao trabalhar na Microsoft e no Google. “O trabalho nas empresas era muito técnico. Eu queria muito aprender mais sobre como fazer negócios”, diz Bel, que pretende voltar ao Brasil no futuro, para investir em startups.
Como tudo começou
Nascida em uma família de classe média, em São Paulo (capital), Bel sempre teve aptidão natural pela matemática. “O dono da banca de jornais me perguntava quantos pacotes de figurinhas eu podia comprar com o dinheiro que meu pai dava. Eu sempre acertava e ganhava mais figurinhas de graça”, conta Bel. O interesse pelos computadores também começou cedo, aos 11 anos, quando ela desmontava as máquinas da família e montava de novo, só para ver como funcionavam.
Na época do vestibular, Bel escolheu o curso de Ciências da Computação e se inscreveu em diversas faculdades, quando descobriu que o MIT aceitava candidatos estrangeiros. Contudo, o programa era concorrido: o candidato precisava começar a se preparar meses antes para dar tempo de cumprir com as exigências, mas ela só tinha algumas semanas. Para participar do processo, Bel apareceu de surpresa na casa de um dos avaliadores do MIT em São Paulo para conseguir uma recomendação e teve que torcer para sobrar uma cópia do teste no dia do vestibular do MIT – o número de provas que chega ao Brasil é contado. Felizmente, um candidato faltou. “Eu tinha certeza de que não passaria e quando vi o resultado, só consegui gritar e chamar minha mãe”, diz Bel.
Bel ganhou uma bolsa de estudos parcial e, antes de se mudar para os EUA, precisava guardar dinheiro para “bancar o primeiro semestre de aulas”. “Eu pedi um emprego para os diretores da escola onde eu estudava para fazer um ‘pé de meia’ e eles me ajudaram”, diz Bel. Ela chegou aos EUA em agosto de 2006: para conseguir manter o sonho, já começou a trabalhar no próprio MIT nas horas livres para arrecadar fundos. O tempo livre era escasso, já que Bel passou a estudar cada vez mais: enquanto a maior parte dos estudantes cursava quatro disciplinas, ela chegou a cursar 13.
Vida dupla
O esforço valeu a pena e Bel conseguiu quatro diplomas do MIT, os dois principais em Ciências da Computação e Administração e outros dois, em Economia e Matemática. Ainda na faculdade, ela conseguiu o estágio de verão na Microsoft, onde conseguiu participar da criação de um sistema que reconhece gestos e cores exibidas em frente a uma câmera conectada ao computador.
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| Bel Pesce, em frente ao MIT: quatro diplomas em quatro anos |
Ao voltar para o MIT, Bel se inscreveu num programa de mestrado no Google e se mudou para Palo Alto, no Vale do Silício. Nesta época, ela também recebeu uma oferta para trabalhar na Microsoft, mas a vontade de empreender aumentava a cada dia. “Eu vivia uma vida dupla: trabalhava e estudava e, no meu tempo livre, passava muito tempo programando e participando de eventos de empreendedorismo.”
Quatro meses depois, Bel trancou o mestrado e deixou o Google. Ela terminou a graduação no MIT e começou a trabalhar na Oyalla, uma empresa que oferece plataformas de vídeo para empresas. “Eu estava acabando de me formar e pude liderar um time pequeno de engenheiros”, diz ela. Nos últimos dois anos, a Oyalla, empresa fundada por dois ex-funcionários do Google, recebeu cerca de US$ 5 milhões em investimentos e contratou mais de 200 pessoas. A carreira ia bem, mas o sonho de empreender “era maior”. Foi quando Bel conheceu o criador do Lemon e seu rumo mudou outra vez.
Com tantas experiências em apenas seis anos, Bel passou a receber e-mails e ligações constantes de outros brasileiros. Amigos, empreendedores locais e candidatos às bolsas de estudo do MIT pediam conselhos e dicas para ela sobre a vida no Vale do Silício. “Em vez de dedicar 15 minutos para responder a cada pessoa, resolvi anotar minhas ideias. De repente, já tinha escrito 18 capítulos”, diz Bel. A ideia inicial era publicar os textos em seu blog, mas, com a ajuda de amigos brasileiros, ela criou o livro digital (e-book) “A menina do Vale”.
O livro, disponível no site oficial de Bel, já chegou a 100 mil downloads em nos primeiros sete dias. “A principal lição que tento passar no meu livro é que as pessoas devem acreditar nos seus sonhos, mesmo que a probabilidade de dar certo seja mínima”, diz Bel. Nos capítulos do livro, Bel dá conselhos como “Não se preocupe com a sua idade”, “Acostume-se a aprender com os seus erros”, mas também dicas práticas, como os elementos de um plano de negócios e como fazer networking. O e-book é gratuito.
“Todo mundo quer ter retorno financeiro, mas dinheiro nunca foi meu foco”, diz Bel. Entre os sonhos para o futuro, Bel quer ajudar a desenvolver novas funções para o Lemon. “Acho que se você consegue criar um produto que toque a vida das pessoas de forma positiva, ser bem sucedido é consequência.” Mas trabalhar não é o único sonho da “menina do Vale”. Apesar de ter pouco tempo para curtir os amigos e visitar a família no Brasil, ela diz ter planos de se casar e ter filhos no futuro. “Ser mãe é ser empreendedora.”
Fonte: IG Tecnologia
Quatro meses depois, Bel trancou o mestrado e deixou o Google. Ela terminou a graduação no MIT e começou a trabalhar na Oyalla, uma empresa que oferece plataformas de vídeo para empresas. “Eu estava acabando de me formar e pude liderar um time pequeno de engenheiros”, diz ela. Nos últimos dois anos, a Oyalla, empresa fundada por dois ex-funcionários do Google, recebeu cerca de US$ 5 milhões em investimentos e contratou mais de 200 pessoas. A carreira ia bem, mas o sonho de empreender “era maior”. Foi quando Bel conheceu o criador do Lemon e seu rumo mudou outra vez.
Aprendizados no papel
Com tantas experiências em apenas seis anos, Bel passou a receber e-mails e ligações constantes de outros brasileiros. Amigos, empreendedores locais e candidatos às bolsas de estudo do MIT pediam conselhos e dicas para ela sobre a vida no Vale do Silício. “Em vez de dedicar 15 minutos para responder a cada pessoa, resolvi anotar minhas ideias. De repente, já tinha escrito 18 capítulos”, diz Bel. A ideia inicial era publicar os textos em seu blog, mas, com a ajuda de amigos brasileiros, ela criou o livro digital (e-book) “A menina do Vale”.
O livro, disponível no site oficial de Bel, já chegou a 100 mil downloads em nos primeiros sete dias. “A principal lição que tento passar no meu livro é que as pessoas devem acreditar nos seus sonhos, mesmo que a probabilidade de dar certo seja mínima”, diz Bel. Nos capítulos do livro, Bel dá conselhos como “Não se preocupe com a sua idade”, “Acostume-se a aprender com os seus erros”, mas também dicas práticas, como os elementos de um plano de negócios e como fazer networking. O e-book é gratuito.
“Todo mundo quer ter retorno financeiro, mas dinheiro nunca foi meu foco”, diz Bel. Entre os sonhos para o futuro, Bel quer ajudar a desenvolver novas funções para o Lemon. “Acho que se você consegue criar um produto que toque a vida das pessoas de forma positiva, ser bem sucedido é consequência.” Mas trabalhar não é o único sonho da “menina do Vale”. Apesar de ter pouco tempo para curtir os amigos e visitar a família no Brasil, ela diz ter planos de se casar e ter filhos no futuro. “Ser mãe é ser empreendedora.”
Fonte: IG Tecnologia
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Você já sabe de tudo sobre o Galaxy S III, entre as principais novidades do Galaxy S 3 em relação a seu antecessor estão o sistema operacional Android 4 (Ice Cream Sandwich) e a tela de 4,8 polegadas e resolução de 1.280x720 pixels. Algumas operadoras fizeram pré-venda do Galaxy S III na última quarta-feira (06/06/2012), véspera de feriado, no shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo. Se o que faltava eram os preços na operadora – o aparelho fica mais atraente em planos pós – então não falta mais. Abaixo os preços do Samsung Galaxy S III nas operadoras e no varejo.
Vivo
O Galaxy S III custa R$1.199 no plano Vivo Smartphone Ilimitado 3GPlus 200, com torpedo e DDD/roaming ilimitados. O aparelho pode ser parcelado em até 12x, e o plano custa R$229 mensais.
No plano Vivo Smartphone Ilimitado 60, com mensalidade de R$84, o aparelho sai por R$1.699.
No pré-pago, o Samsung Galaxy S III custa R$2.099.
TIM
O Galaxy S III sai por R$1.999, tanto no pré-pago como no pós. No pré, você parcela em até três vezes; no pós, pode parcelar em 12x.
No caso do pós-pago, a TIM cobra 12 parcelas de R$216 pelo aparelho mais o plano TIM Liberty+50 (o plano custa R$49). Isto não inclui a internet: o plano Liberty Web Smart sai por mais R$29,90 mensais.
O aparelho chega às principais lojas da TIM no dia 11/06/2012 (segunda-feira).
Oi
A Oi tem duas opções de pós-pago: ou smartphone com desconto, ou plano sem multa. No Oi Smartphone 400, o Samsung Galaxy SIII sai por R$1.099 em até 12 vezes. O plano custa R$179 mensais, inclui 200MB de internet e tem multa se você sair antes de doze meses.
No pós sem multa (Oi Conta) e no pré-pago, o aparelho custa R$2.099.
Claro
A assessoria de imprensa da Claro ainda não divulgou os preços do Galaxy S III.
Varejo
O Galaxy S III ainda aparece como esgotado em diversos varejistas online, como Americanas, Submarino, Ponto Frio, Fast Shop e Magazine Luiza.
Fonte: MSN Tecnologia
Fonte: MSN Tecnologia
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Você adepto da tecnologia agora pode ter o auxílio dela em suas atividades físicas, dietas... com aplicativos vão te ajudar a ter uma vida mais saudável. Alguns deles são capazes de calcular o IMC (Índice de Massa Corpórea), que determina qual é o peso saudável para o seu corpo de acordo com a altura e o peso atuais. Outros, contam calorias, indicam exercícios físicos adequados para perda dos quilinhos extras e funcionam como diário alimentar. Veja abaixo qual aplicativo mais combina com você e facilite sua dieta:
O nome do aplicativo já diz: Treino Diário de Abdominais. Disponível para iOS e Android, ele apresenta exercícios para trabalhar toda a região abdominal. Com aulas em vídeo, uma personal trainer virtual ensina várias rotinas de movimentos rápidos e eficazes que podem ser feitos todos os dias. Dá para escolher a duração do treino entre cinco a dez minutos, e a freqüência com que você deseja se exercitar: a cada dois dias, a cada três dias e por aí vai.
Se ginástica não é muito a sua praia, talvez você prefira esse outro aplicativo: o Yoga at Home. O aplicativo reúne alguns dos vídeos mais assistidos do YouTube, com aulas práticas de posições iogues. Só tem um detalhe: o Yoga at Home só está disponível para quem tem iPhone ou iPad. Se você é da turma do Android, e também quer se esticar seguindo os ensinamentos iogues, a alternativa é a Yoga-pedia, que tem as mesmas funções do Yoga at Home.
Esse, agora, é para quem está brigando com a balança. Aqui, você encontra aulas em vídeo com depoimentos, dicas de instrutores e nutricionistas, e fotos de "antes/depois" de outros usuários. E o aplicativo sugere exercícios específicos para homens e mulheres. Para eles, a série é mais pesada. Para elas, mais leve. Esse aplicativo, por enquanto, só para iPhones e iPads.
Ainda na luta pela silhueta esbelta, dá para buscar apoio no Dieta e Saúde. A idéia se apóia na contagem das calorias que você ingere. As calorias são transformadas em pontos, para facilitar o controle. Também dá para consultar uma tabela completa com a quantidade de calorias, carboidratos e outros elementos presentes nos alimentos.
Para encerrar: se você tem Windows Phone, os aplicativos também começam a aparecer. Uma ótima pedida é o VidaBoa, que contém um guia nutricional para orientar sua alimentação. Aproveite! Alguma dúvida, veja o vídeo:
O nome do aplicativo já diz: Treino Diário de Abdominais. Disponível para iOS e Android, ele apresenta exercícios para trabalhar toda a região abdominal. Com aulas em vídeo, uma personal trainer virtual ensina várias rotinas de movimentos rápidos e eficazes que podem ser feitos todos os dias. Dá para escolher a duração do treino entre cinco a dez minutos, e a freqüência com que você deseja se exercitar: a cada dois dias, a cada três dias e por aí vai.
Se ginástica não é muito a sua praia, talvez você prefira esse outro aplicativo: o Yoga at Home. O aplicativo reúne alguns dos vídeos mais assistidos do YouTube, com aulas práticas de posições iogues. Só tem um detalhe: o Yoga at Home só está disponível para quem tem iPhone ou iPad. Se você é da turma do Android, e também quer se esticar seguindo os ensinamentos iogues, a alternativa é a Yoga-pedia, que tem as mesmas funções do Yoga at Home.
Esse, agora, é para quem está brigando com a balança. Aqui, você encontra aulas em vídeo com depoimentos, dicas de instrutores e nutricionistas, e fotos de "antes/depois" de outros usuários. E o aplicativo sugere exercícios específicos para homens e mulheres. Para eles, a série é mais pesada. Para elas, mais leve. Esse aplicativo, por enquanto, só para iPhones e iPads.
Ainda na luta pela silhueta esbelta, dá para buscar apoio no Dieta e Saúde. A idéia se apóia na contagem das calorias que você ingere. As calorias são transformadas em pontos, para facilitar o controle. Também dá para consultar uma tabela completa com a quantidade de calorias, carboidratos e outros elementos presentes nos alimentos.
Para encerrar: se você tem Windows Phone, os aplicativos também começam a aparecer. Uma ótima pedida é o VidaBoa, que contém um guia nutricional para orientar sua alimentação. Aproveite! Alguma dúvida, veja o vídeo:
Fonte: Olhar Digital
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Há alguns anos, eu era fã e usuário do Firefox, para mim não tinha navegador melhor, até eu conhecer e começar a usar o Google Chrome, a Mozilla tinha todos os holofotes voltados para ela - o Firefox era o primeiro desafiante à altura do Internet Explorer em muito tempo. A identidade da companhia com o open source melhorou a percepção do público, o que deu um bom começo para o projeto.
Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla.
Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo.
Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador.
De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença.
Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa.
Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar", diz ele.
A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como "forasteiro" tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.
Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento "maciço" por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa e Desenvolvimento alto?”, diz ele.
Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.
Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.
Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.
Fonte: IDG Now!
Contudo, há certo tempo, a Mozilla tem passado por maus bocados. Dados recentes mostram que o Google Chrome fez aquilo que o Firefox nunca conseguiu: tirar o IE do lugar mais alto do pódio do mercado de navegadores, destacando o efeito desastroso que a gigante das buscas ocasionou no principal produto da fundação Mozilla.
Com o crescimento da popularidade do Chrome, depois de seu lançamento oficial em 2008, também aumentaram os problemas enfrentados pela Fundação. Apesar dos dados da StatCounter apontarem que o navegador do Google causou mais danos ao IE durante sua ascendência, a parcela de mercado do Firefox começou a diminuir no início de 2011, enquanto o Chrome continuava crescendo.
Além disso, algumas das tentativas do Firefox para retomar o fôlego causaram alguns problemas. Usuários corporativos não ficaram satisfeitos com a mudança para um “estilo Chrome” de política de iteração rápida (diversas versões do browser em pequenos espaços de tempo) em 2011, sem falar no trabalho extra necessário para garantir a compatibilidade dos plug-ins; a companhia acabou decidindo começar a oferecer uma versão de suporte a longo prazo do navegador.
De acordo com informações do StatCounter, o Firefox está estagnado. Enquanto o browser começou uma lenta queda em 2011 (enquanto seu antigo adversário IE vive este mesmo comportamento desde o meio dos anos 2000), o crescimento abrupto do Chrome eclipsou completamente seu rival no fim do ano passado. O navegador do Google quase dobrou sua parcela de mercado no ano passado, crescendo 28% até o fim do ano, enquanto o Firefox diminui de 30% para 25% sua presença.
Polêmicas
As recentes polêmicas envolvendo a Mozilla também não ajudaram muito. A organização iniciou uma batalha pública para manter o H.264, tecnologia proprietária para codificação de vídeo, fora da web, lugando por uma alternativa open-source, porém foi forçada a anunciar que teria que ceder e começar a suportar o H.264 em março.Além disso, a companhia anunciou este mês que a Microsoft efetivamente impediu a empresa de desenvolver uma versão do Firefox para o Windows RT. A variação do processador ARM, que rodará o Windows 8, só permitirá que o IE funcione no modo Windows Classic completo. “Na prática, isso significa que apenas o Internet Explorer poderá realizar muitas das funções avançadas de computação vitais para browsers modernos em termos de velocidade, estabilidade e segurança, que os usuários cresceram acostumados” escreveu Harvey Anderson, conselheiro geral da Mozilla, em um post no blog da empresa.
Então, o que o fabricante de um navegador problemático pode fazer? De acordo com o analista do IDC, Al Hilwa, a chave é uma ênfase contínua na abertura.“O Firefox tem uma postura de navegação para aqueles que não querem se alinhar com um ecossistema ou plataforma específicos ou pechinchar", diz ele.
A ideia relembra os dias de popularidade no início do Firefox – jogar como "forasteiro" tem comprovadamente dado certo para o navegador antes, por isso não é uma extensão enorme a ponto de fazer da Mozilla o “Davi contra os gêmeos Golias “da Microsoft e do Google.
Independentemente de como a companhia é vista, no entanto, o déficit em recursos disponíveis de desenvolvimento é um dos mais importantes, diz Hilwa. O Chrome, especificamente, é o resultado de um investimento "maciço" por parte do Google, e tem feito grandes avanços na integração do HTML5 e em desempenho.“O problema [para a Mozilla] é: eles podem manter a Pesquisa e Desenvolvimento alto?”, diz ele.
Voluntários
A incapacidade da Mozilla de corresponder aos recursos efetivamente ilimitados que o Google e a Microsoft podem despejar em seus produtos tem feito sua presença ser sentida. Por exemplo, a empresa anunciou recentemente que sua próxima loja de aplicativos web não daria, inicialmente, suporte ao Linux. Nas discussões do fórum, representantes da Mozilla disseram que a omissão de compatibilidade com o Linux era produto de uma base relativamente pequena de usuários do Linux, comparado com o sistema operacional da Mac e o Windows.Outro comentário, no entanto, do diretor de produto Asa Dotzler, parece implicar que a empresa simplesmente não tem o pessoal necessário para criar esse apoio. “Supondo que hackers do Linux pagos pela Mozilla estão ocupados com itens de maior prioridade, precisamos encontrar voluntários para ajudar”, escreveu ele.
Apesar de seus problemas recentes, o Firefox ainda está em uso generalizado, e o navegador é apenas um em uma série de projetos no âmbito de gestão da organização. Seu cliente de e-mail, o Thunderbird, é popular na comunidade open-source e é a opção padrão no Ubuntu, e o navegador Camino Mac é geralmente bem visto, se não amplamente utilizado.“Eles ainda têm uma forte comunidade e tecnologia”, diz Lyman da 451 Research.
Dito isso, a Mozilla provavelmente irá viver e morrer com o seu navegador principal. Com o Chrome continuando a ganhar usuários e a Microsoft se preparando para o Windows 8, o fabricante do navegador open-source possui grandes desafios para enfrentar.
Fonte: IDG Now!
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Processadores dual-core são “um desperdício” no Android, segundo executivo da Intel, dois núcleos não são melhor do que um em aparelhos com sistema da Google, que não tira todo proveito da tecnologia. As versões atuais do sistema operacional Android, da Google, fazem mal uso dos processadores dual-core encontrados nos aparelhos modernos, segundo um executivo da Intel. Uma implementação fraca da tecnologia de threading no sistema operacional anula quaisquer benefícios que um processador dual-core poderia trazer, e em alguns casos pode prejudicar o desempenho, disse Mike Bell, gerente-geral do Intel Mobile and Communications Group, ao The Inquirer.
Segundo ele, em testes a Intel descobriu que processadores single-core (como o Intel “Medfield”) podem rodar mais rápido que alguns modelos dual-core (que usam tecnologia da concorrente ARM), e que em muitos aparelhos no mercado não está claro que há uma grande vantagem em ativar o segundo núcleo. Pior ainda “ter um segundo núcleo pode ser um prejuízo, por causa da forma como algumas pessoas não implementaram corretamente a distribuição de threads”, diz Bell.
Embora processadores com múltiplos núcleos possam oferecer ganhos de desempenho em ambientes sem restrições de energia, diz Bell, esse não é o caso nos smartphones, que tem restrições tanto no consumo quando na temperatura de operação. Ele não coloca toda a culpa sobre o fraco desempenho dos processadores dual-core no Android em si: alguns dos problemas com a distribuição de threads poderiam ser resolvidos pelos fabricantes de processadores, diz o executivo, mas “eles não se preocuparam em fazer isso”.
Devemos nos perguntar o quanto o raciocínio de Bell é influenciado pela experiência da Intel no mercado móvel. Atualmente há apenas duas empresas oferecendo smartphones com seus processadores “Medfiled”, baseados no Intel Atom, no mercado. A versão anterior, codinome Moorestown, fracassou. Mas a empresa conseguiu o apoio de pesos-pesado como a Lenovo e a Motorola, que já lançaram (no caso da Lenovo) ou irão lançar (Motorola) aparelhos com seus chips ainda neste ano.
Ainda assim, é verdade que processadores com múltiplos núcleos vem sendo usados como uma ferramenta de marketing pelos fabricantes de smartphones Android. Por exemplo, eles começaram a lançar aparelhos com processadores dual-core (como o Nvidia Tegra 2) antes que o sistema estivesse realmente pronto para aproveitar o poder destes chips. E correram para colocar smartphones com processadores quad-core (como o Nvidia Tegra 3) no mercado.
Embora os comentários de Bell sobre o desempenho de processadores dual-core possam conter um viés de marketing, levantam questões que valem a pena ser exploradas por um participante mais neutro neste mercado. Se o Android não consegue lidar propriamente com os processadores dual-core nos aparelhos, qual o ponto dos modelos quad-core, além de iludir os consumidores prometendo um desempenho que eles não irão conseguir?
Fonte: PC World
Segundo ele, em testes a Intel descobriu que processadores single-core (como o Intel “Medfield”) podem rodar mais rápido que alguns modelos dual-core (que usam tecnologia da concorrente ARM), e que em muitos aparelhos no mercado não está claro que há uma grande vantagem em ativar o segundo núcleo. Pior ainda “ter um segundo núcleo pode ser um prejuízo, por causa da forma como algumas pessoas não implementaram corretamente a distribuição de threads”, diz Bell.
Embora processadores com múltiplos núcleos possam oferecer ganhos de desempenho em ambientes sem restrições de energia, diz Bell, esse não é o caso nos smartphones, que tem restrições tanto no consumo quando na temperatura de operação. Ele não coloca toda a culpa sobre o fraco desempenho dos processadores dual-core no Android em si: alguns dos problemas com a distribuição de threads poderiam ser resolvidos pelos fabricantes de processadores, diz o executivo, mas “eles não se preocuparam em fazer isso”.
Atenção à fonte
Devemos nos perguntar o quanto o raciocínio de Bell é influenciado pela experiência da Intel no mercado móvel. Atualmente há apenas duas empresas oferecendo smartphones com seus processadores “Medfiled”, baseados no Intel Atom, no mercado. A versão anterior, codinome Moorestown, fracassou. Mas a empresa conseguiu o apoio de pesos-pesado como a Lenovo e a Motorola, que já lançaram (no caso da Lenovo) ou irão lançar (Motorola) aparelhos com seus chips ainda neste ano.
Ainda assim, é verdade que processadores com múltiplos núcleos vem sendo usados como uma ferramenta de marketing pelos fabricantes de smartphones Android. Por exemplo, eles começaram a lançar aparelhos com processadores dual-core (como o Nvidia Tegra 2) antes que o sistema estivesse realmente pronto para aproveitar o poder destes chips. E correram para colocar smartphones com processadores quad-core (como o Nvidia Tegra 3) no mercado.
Embora os comentários de Bell sobre o desempenho de processadores dual-core possam conter um viés de marketing, levantam questões que valem a pena ser exploradas por um participante mais neutro neste mercado. Se o Android não consegue lidar propriamente com os processadores dual-core nos aparelhos, qual o ponto dos modelos quad-core, além de iludir os consumidores prometendo um desempenho que eles não irão conseguir?
Fonte: PC World
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Você está aborrecido com a sua operadora? Então já pode se sentir parte da maioria dos brasileiros, já que 70% da população está insatisfeita com a qualidade dos serviços prestados pelas operadoras de telefonia celular. As informações são do site Mundo do Marketing. Em um estudo conduzido pela consultoria CVA Solutions, 7,2 mil clientes pré e pós-pagos em todo o país foram ouvidos, e 70% deles declararam estar dispostos a trocar de suas atuais prestadoras de serviços.
No que diz respeito às queixas sobre falta de sinal de serviço pré-pago, a TIM foi a mais citada com 75,3% de consumidores insatisfeitos, seguida pela Claro (73,3%), Oi (69,3%) e Vivo (62,9%). Já entre os clientes pós-pagos, a TIM também figura em primeiro lugar com 82,3% das queixas. Em segundo vem a Nextel (80,5%), Oi (76,7%), Claro (74,4%), CTBC (65%) e Vivo (61,8%).
Segundo dados da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), responsável pelas operações de portabilidade no país, entre 2008 e junho de 2012, 12 milhões de pessoas solicitaram a mudança de operadora de telefonia móvel, e 7 milhões da fixa. Do total, 5,3 milhões de fixos foram portados e 10,1% de móveis.
Fonte: Olhar Digital
No que diz respeito às queixas sobre falta de sinal de serviço pré-pago, a TIM foi a mais citada com 75,3% de consumidores insatisfeitos, seguida pela Claro (73,3%), Oi (69,3%) e Vivo (62,9%). Já entre os clientes pós-pagos, a TIM também figura em primeiro lugar com 82,3% das queixas. Em segundo vem a Nextel (80,5%), Oi (76,7%), Claro (74,4%), CTBC (65%) e Vivo (61,8%).
Segundo dados da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), responsável pelas operações de portabilidade no país, entre 2008 e junho de 2012, 12 milhões de pessoas solicitaram a mudança de operadora de telefonia móvel, e 7 milhões da fixa. Do total, 5,3 milhões de fixos foram portados e 10,1% de móveis.
Fonte: Olhar Digital
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A Bitdefender®, fornecedora premiada de soluções antivírus inovadoras, lançou uma versão beta pública para testes de um novo sistema de controle parental que visa aumentar a comunicação aberta entre pais e filhos. O novo Controle Parental da Bitdefender, aberto para teste beta público em 11 de Junho, permite aos pais protegerem seus filhos dos perigos online de maneira simples, checando seus telefones celulares ou qualquer outro dispositivo conectado à internet. Com rastreamento por GPS, os pais sabem onde seus filhos estão para que possam protegê-los de ameaças no mundo real.
O recurso de monitoramento do Facebook identifica os perfis dos filhos, permitindo aos pais monitorarem as contas de redes sociais deles sem estarem necessariamente na lista de amigos. Amplos relatórios descrevem os amigos dos filhos, comentários, postagens, fotos e seus principais interesses.
“O Controle Parental independente está carregado de recursos interessantes que ajudam os pais a administrarem os perigos que seus filhos estão expostos no ambiente online," disse Mihaela Masdrag, Gerente de Produtos da Bitdefender. "E o mais importante, nosso software de Controle Parental monitora ao invés de bloquear, promovendo uma comunicação honesta entre pais e filhos."
Para este fim, os filhos têm que aceitar o aplicativo nas suas contas da rede social, mas os pais também são alertados quando eles o desinstalam. "Uma comunicação aberta ou a leitura da seção Sobre do app permitem que as crianças saibam que estão sendo monitoradas," disse Masdrag.
O Controle Parental da Bitdefender também dará aos que experimentarem a versão beta a oportunidade de testarem a amigável interface online, que pode ser acessada de qualquer aparelho conectado à internet.
A versão beta do Controle Parental da Bitdefender está disponível para ser testada no endereço: http://www.bitdefender.com/media/html/parental-control/
A Bitdefender é a criadora de uma das mais rápidas e eficazes linhas de software de segurança para a internet. Desde 2001, a empresa tem sido pioneira na indústria, introduzindo e desenvolvendo tecnologias de proteção premiadas. Hoje, a tecnologia Bitdefender assegura a atividade digital de cerca de 400 milhões de usuários domésticos e corporativos por todo o globo.
Recentemente, a empresa recebeu uma série independente de recomendações essenciais nos EUA, Reino Unido e por toda a Europa, incluindo ConsumerSearch, Which?, Stiftung Warentest e Taenk. A tecnologia antivírus Bitdefender também terminou em primeiro lugar nos testes de líderes da indústria em ambos os teste da AV Test e AV-Comparatives.
Mais informações sobre os produtos antivírus Bitdefender estão disponíveis na sala de imprensa das soluções de segurança da empresa. Além disso, a Bitdefender pública Malware City oferecendo as últimas atualizações sobre ameaças de segurança e ajuda os usuários a se manterem informados na luta cotidiana contra o malware.
Este artigo é um oferecimento de Bitdefender !!
O recurso de monitoramento do Facebook identifica os perfis dos filhos, permitindo aos pais monitorarem as contas de redes sociais deles sem estarem necessariamente na lista de amigos. Amplos relatórios descrevem os amigos dos filhos, comentários, postagens, fotos e seus principais interesses.
“O Controle Parental independente está carregado de recursos interessantes que ajudam os pais a administrarem os perigos que seus filhos estão expostos no ambiente online," disse Mihaela Masdrag, Gerente de Produtos da Bitdefender. "E o mais importante, nosso software de Controle Parental monitora ao invés de bloquear, promovendo uma comunicação honesta entre pais e filhos."
Para este fim, os filhos têm que aceitar o aplicativo nas suas contas da rede social, mas os pais também são alertados quando eles o desinstalam. "Uma comunicação aberta ou a leitura da seção Sobre do app permitem que as crianças saibam que estão sendo monitoradas," disse Masdrag.
O Controle Parental da Bitdefender também dará aos que experimentarem a versão beta a oportunidade de testarem a amigável interface online, que pode ser acessada de qualquer aparelho conectado à internet.
A versão beta do Controle Parental da Bitdefender está disponível para ser testada no endereço: http://www.bitdefender.com/media/html/parental-control/
Sobre a Bitdefender®
A Bitdefender é a criadora de uma das mais rápidas e eficazes linhas de software de segurança para a internet. Desde 2001, a empresa tem sido pioneira na indústria, introduzindo e desenvolvendo tecnologias de proteção premiadas. Hoje, a tecnologia Bitdefender assegura a atividade digital de cerca de 400 milhões de usuários domésticos e corporativos por todo o globo.
Recentemente, a empresa recebeu uma série independente de recomendações essenciais nos EUA, Reino Unido e por toda a Europa, incluindo ConsumerSearch, Which?, Stiftung Warentest e Taenk. A tecnologia antivírus Bitdefender também terminou em primeiro lugar nos testes de líderes da indústria em ambos os teste da AV Test e AV-Comparatives.
Mais informações sobre os produtos antivírus Bitdefender estão disponíveis na sala de imprensa das soluções de segurança da empresa. Além disso, a Bitdefender pública Malware City oferecendo as últimas atualizações sobre ameaças de segurança e ajuda os usuários a se manterem informados na luta cotidiana contra o malware.
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A Nvidia GeForce GTX 670 chega ao mercado oferecendo desempenho tão bom ou melhor que a top de linha GTX 580 do ano passado, mas consumindo muito menos energia e com um preço menor. Por US$ 399 (preço nos EUA, cerca de R$ 1.600 no Brasil) ela ainda não pode ser considerada uma placa de baixo custo, mas com certeza é mais acessível para quem procura uma experiência robusta com jogos no PC em telas de resolução HD, mas não quer gastar R$ 2.000 ou mais em sua “prima” top de linha, a GTX 680.
O chip usado na GTX 670 é exatamente a mesma GPU GK104 que é usada na GTX 680, mas com um bloco funcional inteiro - que a Nvidia chama de SMX - desabilitado. O clock é um pouco menor na GPU propriamente dita (915 MHz contra 1006 MHz), e há menos núcleos gráficos (1344 contra 1536) e unidades de textura (112 contra 128), mas o clock da memória (1502 Mhz) e a quantidade (2 GB) são idênticos.
No teste de desempenho da GTX 670 usando o 3DMark 2011 e cinco jogos DirectX 11: Crysis 2, Shogun 2: Total War, DiRT3, Metro 2033, e Batman: Arkham City. Também medimos o consumo de energia tanto com a máquina ociosa quanto sob carga máxima usando um medidor Watts Up Pro. A máquina usada no teste tem um processador Intel Core i7 3960X rodando a 3.3 GHz com 12 GB de ram DDR3 rodando a 1600 MHz. Fonte de alimentação, placa-mãe e outro hardware permaneceram os mesmos durante todo o teste, assim como o sistema operacional, o Windows 7 Ultimate x64.
No primeiro teste, o 3DMark 2011, a GTX 670 facilmente supera a topo de linha do ano passado, a GTX 580, bem como as atuais GPUs topo de linha da AMD, a Radeon HD 7950 e a Radeon HD 7970.
No teste de desempenho médio em jogos vale notar que a GTX 670 vence facilmente a GeForce do ano passado, bem como a Radeon HD 7950, que tem preço similar. E o resultado no geral é praticamente um empate com a Radeon HD 7970, que é mais cara.
É impressionante ver como o consumo de energia com o sistema ocioso melhorou nas placas da geração atual. Mas também vale notar que a GTX 670 consumiu um pouquinho mais de energia que uma GTX 680 de referência. A diferença na prática foi de apenas alguns Watts, então provavelmente foi causada por variação no processo de produção.
Sob carga máxima, medida com o 3DMark 11 rodando em resolução muito alta e todos os recursos ativados, a GTX 670 mostra ser a placa mais eficiente, embora a Radeon HD 7950 esteja apenas um passo atrás.
A GeForce GTX 670 já está nas lojas, produzida por fabricantes como a ASUS, eVGA, Gainward e outros. Embora o preço-alvo (em dólares, no exterior) seja de US$ 399, ele pode variar de acordo com o overclock de fábrica e outros recursos implementados pelos fabricantes. A placa da eVGA, por exemplo, tem clock base de 967 MHz, e leva a memória a impressionantes 1552 MHz. A maioria das empresas produzindo placas baseadas na GTX 670 deverá ofecere versões com overclock de fábrica, algumas delas ocupando mais de dois slots na placa-mãe.
A GTX 670 é voltada aos gamers que preferem jogar em uma única tela de alta-definição. Nessas condições, você consegue desempenho melhor que a GPU topo de linha da Nvidia no ano passado, pagando menos, e bem próximo do desempenho de placas baseadas na GPU AMD Radeon HD 7970.
A placa é surpreendentemente compacta, e deve caber na maioria dos gabinetes midtorre, mesmo aqueles incapazes de abrigar as placas topo de linha. Os requisitos quanto à fonte de alimentação devem ser modestos: uma boa fonte de 500W deve ser suficiente.
Se você é um gamer pensando em um upgrade e já tem uma GTX 580 ou similar, provavelmente não vale a pena mudar para uma GTX 670. Mas se tem uma GTX 200 ou 400, ela pode ser um bom investimento.
Fonte: PC World
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| Uma GeForce GTX 670 de referência, produzida pela Nvidia |
Performance
No teste de desempenho da GTX 670 usando o 3DMark 2011 e cinco jogos DirectX 11: Crysis 2, Shogun 2: Total War, DiRT3, Metro 2033, e Batman: Arkham City. Também medimos o consumo de energia tanto com a máquina ociosa quanto sob carga máxima usando um medidor Watts Up Pro. A máquina usada no teste tem um processador Intel Core i7 3960X rodando a 3.3 GHz com 12 GB de ram DDR3 rodando a 1600 MHz. Fonte de alimentação, placa-mãe e outro hardware permaneceram os mesmos durante todo o teste, assim como o sistema operacional, o Windows 7 Ultimate x64.
No primeiro teste, o 3DMark 2011, a GTX 670 facilmente supera a topo de linha do ano passado, a GTX 580, bem como as atuais GPUs topo de linha da AMD, a Radeon HD 7950 e a Radeon HD 7970.
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| Números em pontos. Quanto mais melhor |
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| Número em quadros por segundo (FPS). Quanto mais melhor |
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| Números em Watts. Quanto menos melhor |
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| Números em Watts. Quanto menos melhor |
Disponibilidade
A GeForce GTX 670 já está nas lojas, produzida por fabricantes como a ASUS, eVGA, Gainward e outros. Embora o preço-alvo (em dólares, no exterior) seja de US$ 399, ele pode variar de acordo com o overclock de fábrica e outros recursos implementados pelos fabricantes. A placa da eVGA, por exemplo, tem clock base de 967 MHz, e leva a memória a impressionantes 1552 MHz. A maioria das empresas produzindo placas baseadas na GTX 670 deverá ofecere versões com overclock de fábrica, algumas delas ocupando mais de dois slots na placa-mãe.
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| Uma GeForce GTX 670 produzida pela eVGA |
Conclusão
A GTX 670 é voltada aos gamers que preferem jogar em uma única tela de alta-definição. Nessas condições, você consegue desempenho melhor que a GPU topo de linha da Nvidia no ano passado, pagando menos, e bem próximo do desempenho de placas baseadas na GPU AMD Radeon HD 7970.
A placa é surpreendentemente compacta, e deve caber na maioria dos gabinetes midtorre, mesmo aqueles incapazes de abrigar as placas topo de linha. Os requisitos quanto à fonte de alimentação devem ser modestos: uma boa fonte de 500W deve ser suficiente.
Se você é um gamer pensando em um upgrade e já tem uma GTX 580 ou similar, provavelmente não vale a pena mudar para uma GTX 670. Mas se tem uma GTX 200 ou 400, ela pode ser um bom investimento.
Fonte: PC World
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A Microsoft apresentou as principais novidades para o Xbox 360 previstas para 2012. Entre elas está uma nova funcionalidade que integrará o console com smartphones e tablets, permitindo controlar jogos usando outros dispositivos, além do controle do Xbox 360. Além disso, o Internet Explorer também ganhará uma versão para o videogame ainda neste ano.
A conferência começou mostrando um trailer de Halo 4. O jogo é um dos principais nomes do Xbox para este ano, e terá Master Chief em uma nova aventura, mas não é o único game que a empresa apresentou.
Vídeos de Splinter Cell: Blacklist, Fable: The Journey, Gears of War: Judgement, Forza Horizon, Tomb Raider, Resident Evil 6, South Park: The Stick of Truth, Dance Central 3 e Call of Duty: Black Ops 2.
No começo do evento, a Microsoft ressaltou o sucesso da sua plataforma, que se tornou em 2011 o videogame mais vendido do mundo, principalmente devido ao sucesso do Kinect, e anunciou algumas novidades para o sensor de movimentos. Uma delas é a adição de novos idiomas para o sistema de reconhecimento de voz do Kinect. A única nova língua confirmada, porém, foi o espanhol.
O Kinect, aliás, ganhou bastante compatibilidade com os novos games. Os novos episódios dos jogos de esportes FIFA e Madden, por exemplo, poderão ser controlados pela voz. No caso de FIFA 13, o usuário poderá conversar com a TV para fazer mudanças em seu time no meio da partida, sem precisar entrar em menus para isso.
Três novos jogos foram anunciados exclusivamente para o Xbox 360. Entre eles está Ascend: New Gods, um jogo de ação previsto para 2013, além de LocoCycle e Matter. Poucas informações sobre os jogos foram reveladas.
A Microsoft também anunciou a plataforma Xbox Music, que poderá ser acessada do Xbox, de PCs com Windows 8, tablets e smartphones, e terá mais de 30 milhões de músicas disponíveis para os usuários.
O Xbox SmartGlass é um serviço que transfere o conteúdo do console para um tablet ou smartphone - pode ser tanto um dispositivo com Windows 8 ou Windows Phone quanto um iPad ou um iPhone ou qualquer aparelho com Android. Ele pode ser usado para assistir filmes, canais de TV ou ouvir música em diferentes dispositivos.
O SmartGlass poderá ser ampliado para funcionar com games. Com ele, o seu tablet pode servir como apoio para jogos, facilitando a navegação por menus, por exemplo. Halo 4 e Madden 13 foram mostrados usando a nova funcionalidade.
Como foi especulado há algum tempo, o Internet Explorer também ganhou uma versão para o Xbox. Ele usará o comando de voz do Kinect para uma navegação mais fácil pela Web, além do SmartGlass para controlar pelo tablet o que você faz na TV, por exemplo.
Tanto o navegador IE quanto o Xbox Smart Glass serão lançados no segundo semestre deste ano.
A E3 será realizada durante esta semana nos Estados Unidos e trará as principais novidades do mundo dos games. Além da Microsoft, a Nintendo vai mostrar mais do seu Wii U e a Sony anunciará novos títulos para o PS3 e o PS Vita.
Fonte: Olhar Digital
A conferência começou mostrando um trailer de Halo 4. O jogo é um dos principais nomes do Xbox para este ano, e terá Master Chief em uma nova aventura, mas não é o único game que a empresa apresentou.
Vídeos de Splinter Cell: Blacklist, Fable: The Journey, Gears of War: Judgement, Forza Horizon, Tomb Raider, Resident Evil 6, South Park: The Stick of Truth, Dance Central 3 e Call of Duty: Black Ops 2.
No começo do evento, a Microsoft ressaltou o sucesso da sua plataforma, que se tornou em 2011 o videogame mais vendido do mundo, principalmente devido ao sucesso do Kinect, e anunciou algumas novidades para o sensor de movimentos. Uma delas é a adição de novos idiomas para o sistema de reconhecimento de voz do Kinect. A única nova língua confirmada, porém, foi o espanhol.
O Kinect, aliás, ganhou bastante compatibilidade com os novos games. Os novos episódios dos jogos de esportes FIFA e Madden, por exemplo, poderão ser controlados pela voz. No caso de FIFA 13, o usuário poderá conversar com a TV para fazer mudanças em seu time no meio da partida, sem precisar entrar em menus para isso.
Três novos jogos foram anunciados exclusivamente para o Xbox 360. Entre eles está Ascend: New Gods, um jogo de ação previsto para 2013, além de LocoCycle e Matter. Poucas informações sobre os jogos foram reveladas.
Serviços
A Microsoft também anunciou a plataforma Xbox Music, que poderá ser acessada do Xbox, de PCs com Windows 8, tablets e smartphones, e terá mais de 30 milhões de músicas disponíveis para os usuários.
O Xbox SmartGlass é um serviço que transfere o conteúdo do console para um tablet ou smartphone - pode ser tanto um dispositivo com Windows 8 ou Windows Phone quanto um iPad ou um iPhone ou qualquer aparelho com Android. Ele pode ser usado para assistir filmes, canais de TV ou ouvir música em diferentes dispositivos.
O SmartGlass poderá ser ampliado para funcionar com games. Com ele, o seu tablet pode servir como apoio para jogos, facilitando a navegação por menus, por exemplo. Halo 4 e Madden 13 foram mostrados usando a nova funcionalidade.
Como foi especulado há algum tempo, o Internet Explorer também ganhou uma versão para o Xbox. Ele usará o comando de voz do Kinect para uma navegação mais fácil pela Web, além do SmartGlass para controlar pelo tablet o que você faz na TV, por exemplo.
Tanto o navegador IE quanto o Xbox Smart Glass serão lançados no segundo semestre deste ano.
A E3 será realizada durante esta semana nos Estados Unidos e trará as principais novidades do mundo dos games. Além da Microsoft, a Nintendo vai mostrar mais do seu Wii U e a Sony anunciará novos títulos para o PS3 e o PS Vita.
Fonte: Olhar Digital
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Durante longo tempo, as mulheres viveram comprimidas em seus espartilhos, por vezes amordaçadas e contidas. Quando se submetiam a isto, eram consideradas respeitáveis, "mulheres de bem" - corretas; quando fugiam das coleiras que lhes eram impostas, eram tidas como "cortesãs" - mundanas marginalizadas. Felizmente hoje em dia as coisas mudaram e muito, elas conquistaram seu lugar de direito na sociedade, fazendo coisas que há tempo atrás era imaginável para uma mulher, por exemplo gostar, jogar videogame, um exemplo são essas gatas famosas que adoram jogar videogame:
Mila Kunis já fazia parte do mundo dos games bem antes de ter feito o filme Max Payne, inspirado no jogo homônimo. Ela gosta do RPG online World of Warcraft (é, acredite, existem jogadoras de RPG com essa cara). Ela diz que tinha um personagem mago muito forte, mas mantinha o anonimato jogando para não causar furor na internet...
Zooey Deschanel já é musa nerd mesmo sem encostar em um controle de videogame. Fim de papo. Mas e se eu te disser que Zooey já confessou ser obcecada pelo game The Legend of Zelda: A Link to the Past — jogo antigáaaasso da série.
Se as famosas fossem personagens de um game, Felicia Day certamente seria o "chefão". Além de viciada em MUITOS games, ela é autora (e atriz) da série online The Guild, que fala sobre um grupo de jogadores de RPG online. Ela tem até clipe de música vestida de personagem do The Guild — a mais legal chama-se Do You Wanna Date My Avatar. Vale conferir!
Gemma Atkinson tem esse sobrenome porque é filha de Rowan Atkinson, o saudoso Mr. Bean. E acredita que esta gata, além de ter vivido a Tenente Eva McKenna no game Command & Conquer: Red Alert 3, também adora os games?
Megan Fox é musa dos nerds por conta de Transformers. Mas, além disso, ela já admitiu que "quebra tudo" em qualquer jogo da série Mortal Kombat — além de ter dito que já deu uma chance para o Wii Fit. Segundo Megan, seu primeiro videogame foi um Super Nintendo, aos nove anos de idade.
Naomi Kyle é apresentadora de um quadro de games do site IGN, especializado no assunto (que ela adora).
Kate Beckinsale também figura no mundo nerd com um filme, assim como Mila Kunis: ela fez a saga Anjos da Noite (ela é a protagonista). Só que todo mundo fala que ela também é uma "viciadinha" em games, e ela não faz questão nenhuma de dizer que não. Até um grupo de jogadores no World of Warcraft (olha a Mila Kunis de novo aí) disse que ela joga com eles...
Grace Park é outra que já é musa nerd, por ter atuado na série Battlestar Galactica. Só que, além disso, é fã de Donkey Kong, Mario e Mario Kart.
O que uma atriz de filmes adultos como Tera Patrick faz nas horas vagas? Jogos clássicos, no caso! Ela gosta de Asteroids, Centipede e, principalmente, Pac Man (o famoso come-come).
Asia Carrera, também atriz de filmes adultos, adora atirar nos games para alivar o estresse da rotina. Ela é fã e jogadora de Unreal Tournament.
Você deve conhecer Gina Carano, lutadora e musa, pelas matérias de MMA do R7. E não é que, além de também ter participado do Command and Conquer: Red Alert 3, assim como Gemma Atkinson, ela também adora games? Gina gosta dos jogos mais antigos da Nintendo (do tipo Super Mario).
Mia Rose é uma cantora portuguesa/inglesa que alcançou o sucesso graças à internet. Só que o lado "geek" da gata vai mais longe: ela joga World of Warcraft e não faz questão nenhuma de esconder. Pelo contrário, até entra com o nome "MiaRose"...
Jenny McCarthy é ex-atriz de filmes adultos, mulher do ator de comédia Jim Carrey e fez uma aparição até na série Two and a Half Men, como namorada de Charlie Sheen. Além de ser mais uma na lista do Command e Conquer, ela joga desde o Pac Man (de novo, o come-come).
Parece que o ramo das atrizes de filmes adultos realmente adora RPG. Sunny Leone joga (para variar) World of Warcraft...
As Fragdolls são um grupo de garotas patrocinadas pela Ubisoft, marca que faz games como Rayman, Just Dance e Assassin's Creed. Elas são pagas para jogar jogos multiplayer de tiro (e vão às convenções de games para derrubar qualquer player masculino que tente ganhar delas).
Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência
Parece que o ramo das atrizes de filmes adultos realmente adora RPG. Sunny Leone joga (para variar) World of Warcraft...
Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência
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Anúncios serão obrigatórios para quem não tiver créditos ou assinatura paga
O Skype anunciou nesta sexta-feira que está bolando um novo sistema de publicidade para a próxima versão do software para o sistema operacional Windows. A partir de agora, os usuários que fizeram ligações de Skype paraSkype - e que não forem assinantes da versão paga ou tiverem créditos disponíveis – terão obrigatoriamente que assistir a uma série de anúncios.
O modelo se chamará 'Conversations Ads' e permitirá que o usuário filtre a publicidade de acordo com sua idade e gênero. Ainda não se sabe se outras versões do Skype – como aplicativos móveis para Android, iOS ou Windows Phone – também contarão com o sistema.
A Microsoft ainda não anunciou qual será o seu primeiro lançamento já completamente integrado com o serviço de voz sobre IP, comprado no ano passado por cerca de US$ 8,5 bilhões.
via Olhar Digital
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O modelo se chamará 'Conversations Ads' e permitirá que o usuário filtre a publicidade de acordo com sua idade e gênero. Ainda não se sabe se outras versões do Skype – como aplicativos móveis para Android, iOS ou Windows Phone – também contarão com o sistema.
A Microsoft ainda não anunciou qual será o seu primeiro lançamento já completamente integrado com o serviço de voz sobre IP, comprado no ano passado por cerca de US$ 8,5 bilhões.
via Olhar Digital
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Evento marcado pela empresa promete um grande anúncio e, de acordo com site, será entrada no mercado de tablets com dispositivo próprio
| Reprodução |
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De acordo com o AllThingsD, o evento agendado pela empresa para segunda-feira (18/6) vai servir como palco para o anúncio de um tablet próprio desenvolvido pela Microsoft.
A Microsoft concluiu que a melhor forma de promover a plataforma no mercado de tablets e conseguir competir com a Apple é desenvolvendo o seu próprio dispositivo.
A empresa prepara tantos tablets com processadores ARM - que rodarão o Windows RT - quanto dispositivos com processadores tradicionais de PC, que rodariam o Windows 8.
Assim, o Windows estaria presente tanto em tablets próprios quanto em dispositivos dos tradicionais parceiros da Microsoft - Acer, Dell, HP e Lenovo, por exemplo, já anunciaram planos de desenvolver aparelhos com a plataforma.
via Olhar Digital
Plataforma de vídeos quer incentivar a criação de conteúdo original e pode cobrar assinatura para ajudar pequenos canais
O YouTube estuda começar a cobrar assinatura para oferecer conteúdo exclusivo de alguns canais, afirmou Salar Kamangar, diretor do serviço de vídeos.
A ideia é que emissoras com pequena audiência consigam colocar conteúdo na plataforma e cobrem uma pequena taxa de usuários interessados em assistir os programas, segundo o Mashable. Isso incentivaria a criação de vídeos exclusivos para o YouTube por pequenos canais com público restrito.
Por enquanto, a ideia ainda está sendo estudada, e não há nada concreto. "Não temos nada para anunciar agora. É algo que é realmente importante para muitos dos criadores de conteúdo, então estamos estudando seriamente o assunto", disse Kamangar.
Não é de hoje que o YouTube tenta incentivar a criação de conteúdo exclusivo para ser veiculado pela plataforma. No ano passado, o Google investiu US$ 100 milhões para a criação de canais de vídeos originais com apoio de celebridades como Madonna e Ashton Kutcher.
A diferença para o modelo que está sendo estudado agora é que esses canais eram gratuitos, enquanto o projeto atual pode cobrar assinatura dos usuários
via Olhar Digital
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| Reprodução / YouTube |
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A ideia é que emissoras com pequena audiência consigam colocar conteúdo na plataforma e cobrem uma pequena taxa de usuários interessados em assistir os programas, segundo o Mashable. Isso incentivaria a criação de vídeos exclusivos para o YouTube por pequenos canais com público restrito.
Por enquanto, a ideia ainda está sendo estudada, e não há nada concreto. "Não temos nada para anunciar agora. É algo que é realmente importante para muitos dos criadores de conteúdo, então estamos estudando seriamente o assunto", disse Kamangar.
Não é de hoje que o YouTube tenta incentivar a criação de conteúdo exclusivo para ser veiculado pela plataforma. No ano passado, o Google investiu US$ 100 milhões para a criação de canais de vídeos originais com apoio de celebridades como Madonna e Ashton Kutcher.
A diferença para o modelo que está sendo estudado agora é que esses canais eram gratuitos, enquanto o projeto atual pode cobrar assinatura dos usuários
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