O Doodle desta sexta-feira (21) marca o solstício de inverno para os países do hemisfério Sul. A imagem animada do Google traz duas mãos que aparecem tricotando o nome do gigante das buscas, remetendo às luvas e agasalhos que as pessoas costumam usar nesta época, marcada pelas temperaturas mais baixas.
Doodle animado marca a chegada do inverno (Foto: Reprodução/Doodle)Doodle animado marca a chegada do inverno (Foto: Reprodução/Doodle)
O solstício de inverno marca a chegada da estação mais fria do ano. Nesta época, o sol atinge a maior distância em relação a um determinado ângulo da Terra, o que explica as baixas temperaturas. No Brasil, o inverno teve início às 2h04 da última madrugada e se estenderá até agosto. Para marcar a data, o Doodle animado de hoje substituiu a tradicional imagem do Google por uma logo que remete ao tecido das roupas usadas nesta época.
No inverno, alguns pontos do país, como Campos do Jordão, Itapeva e pontos do estado de São Paulo chegam a registrar condições atmosféricas abaixo de zero. É muito comum nesta época a redução da visibilidade e o alto índice da umidade relativa do ar. Outra característica da estação é o vento seco e fraco, o que dificulta a dispersão de substâncias sólidas no ar, aumentando a poluição.
A palavra solstício vem do latim e é uma junção entre os termos "sol" e "que não se move". O evento acontece duas vezes ao ano: uma para marcar o início do inverno e outra para o verão. Na chegada da estação com as temperaturas mais baixas, a noite é mais longa que o dia. Já quando as altas temperaturas se aproximam, o dia tem a maior duração.
via tech tudo
O Google estaria testando uma versão "Package App" do Chrome Remote Desktop, aplicativo que permite controlar computadores remotamente via Chrome e Chrome OS. Conhecido pelos usuário do Chromium como Chromoting, o recurso já conta com uma edição para testes. No entanto, seu download não é recomendado, porque não está completamente estável e pode apresentar problemas.
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1tMkdQ7R - ImgurNova versão não vai requer sequer a abertura do Chrome (Foto: Reprodução/François Beaufort)










Os Package Apps trazem experiência de uso de programas nativos para os usuários. Normalmente, são escritos em HTML5, JavaScript e CSS – linguagens de programação web –, mas têm capacidades mais poderosas do que aplicativos para web.
O Chrome Remote Desktop permite que os usuários controlem computadores remotamente através do Google Chrome ou do Chrome OS. Para funcionar, é necessário que ambos computadores possuam o navegador instalado. O serviço funciona entre plataformas distintas: uma máquina com Windows consegue acessar outra com Mac OS, por exemplo. O Google afirma que todas as conexões são seguras.
Com a versão Package App, os usuários ainda precisarão ter o browser instalado, mas ela não requer que o navegador fique aberto. O software vai parecer com um programa independente, funcionando fora do navegador.
Via Tom’sGuide, tech tudo
O Google anunciou no último sábado (15) que está trabalhando em um novo banco de dados para compartilhamento de imagens. Esta nova tecnologia deve estar disponível dentro de um ano e vai permitir que serviços de busca troquem informações sobre imagens contendo cenas de pornografia infantil.
Banco de dados do Google quer erradicar pornografia infantil da Internet (foto: Divulgação)Banco de dados do Google quer erradicar pornografia infantil da Internet (Foto: Divulgação)
O sistema vai permitir que imagens marcadas como impróprias por organizações como a Internet Watch Foundation (IWF) sejam removidas da Internet rapidamente. No momento, uma das maiores dificuldades para que isto ocorra é a falta de um padrão para toda a Internet. “Nós estamos criando um produto global em escala industrial para ajudar as empresas de tecnologia a encontrar estas imagens, onde quer que estejam”, explicou o porta-voz do Google Scott Rubin.
A iniciativa surge após as companhias de busca sofrerem pressão política intensa para erradicar a pornografia infantil da Internet, que começou após o assassinato de duas menores de idade no Reino Unido. Em ambos os casos, os assassinos haviam acessados fotos indecentes de crianças na web.
O chefe do departamento jurídico do Google, David Drummond, aponta que a empresa tem usado tecnologias de tagging desde 2008 para encontrar imagens conhecidas de abuso sexual infantil. “Elas nos permitem identificar imagens duplicadas que podem existir em outros lugares. Cada uma gera uma impressão digital que nossos computadores podem reconhecer sem que humanos possam vê-las novamente”, acrescenta. Esta nova tecnologia vai permitir que empresas, caridades e a polícia colaborem para detectar e remover estas imagnes de forma mais eficaz.
A CEO da IWF, Susie Hargreaves, acredita que o anúncio é “inspirador” para quem luta contra a pornografia infantil. “Nós sabemos que a melhor forma de erradicar o problema é trabalhar em equipe com o mundo tudo”, explica.
O Google também anunciou um fundo de US$ 2 milhões (cerca de R$ 4,3 milhões) para desenvolvedores de software interessados em produzir novas ferramentas para combater a pornografia infantil.
Gigante criará banco de imagens com tudo o que for relacionado ao abuso e compartilhará com outras empresas

Reprodução
Criança
O Google vai criar um banco de imagens com tudo o que se relacionar com pornografia infantil e compartilhar o material com seus concorrentes, a fim de sumir com isso da internet superficial.

Os planos foram revelados ao Telegraph e consistem na criação de uma tecnologia que puxará imagens já denunciadas por entidades como a Internet Watch Foundation (IWS). O recurso deve estar em funcionamento até o final do ano.

Além disso, a empresa criou um fundo de US$ 2 milhões para financiar desenvolvedores independentes que quiserem produzir ferramentas que combatam o abuso infantil.


via olhar digital
Dispositivo com resolução melhor, processador de quatro núcleos e suporte a 4G deve chegar a US$ 250

Reprodução
Comercial do Nexus 7
Fontes do DigiTimes, próximas do Google, afirmaram que a gigante da web vai lançar uma nova versão do Nexus 7, tablet da companhia desenvolvido em parceria com a Asus. O site ainda revela que as companhias devem vender o dispositivo por US$ 250.

A Asus e o Google não confirmaram a informação, que ainda são encaradas como boatos. Mas, outros indícios apontam que o lançamento de um novo tablet está próximo. A empresa IHS também prevê que a segunda geração do Nexus 7 seja anunciada em julho, assim como o site Cnet.

De acordo com relatório divulgado pelo portal norte-americano, a tela do tablet virá com uma resolução melhor, 1.920 x 1.200 contra 1.280 x 800 do modelo atual, processador de quatro núcleos, suporte pra rede 4G LTE e duas câmeras. 


via olhar digital
Vídeo foi liberado nesta sexta-feira, um dia após o Brasil passar por protestos

Reprodução
Comercial do Google
O Google liberou hoje um comercial sobre o Hangouts que, por coincidência, trata de um assunto que os brasileiros têm experimentado nos últimos dias.

Na propaganda, a gigante da internet promove seu serviço de conferência online falando sobre o direito à manifestação. Justamente um dia após acontecerem protestos violentos em São Paulo e no Rio de Janeiro (saiba mais).

O vídeo começa mostrando o último discurso de Martin Luther King, que está disponível no YouTube. O Brasil não é citado nenhuma vez, mas o Google, sem querer, acertou no timing.


 

via olhar digital
Companhia nega que Agência de Segurança Nacional tenha tido acesso indiscriminado às informações

Buscas no Gmail
Em carta dirigida ao FBI e à Secretaria de Justiça, o Google pede permissão das autoridades para divulgar todas as requisitações feitas pela Agência Nacional de Segurança, NSA em inglês. "Não temos nada a esconder", afirma. 

O Google nega que a NSA tenha tido amplo acesso aos seus servidores e afirma que o número de informações repassadas ao órgão de inteligência são menores do que o imaginado.

"As afirmações na imprensa sobre o fato de nosso cumprimento destas solicitações dar acesso sem restrições ao governo dos EUA aos dados de nossos usuários são falsas", informa a carta assinada por pelo chefe de assuntos legais da empresa, David Drummond.

Desde a semana passada, a companhia é acusada -- juntamente com outras gigantes da internet-- de cooperar com o governo na espionagem de cidadãos comuns deflagrada após documentos publicados pelo jornal britânico The Guardian. Um ex-funcionário da CIA assumiu a responsabilidade pelo vazamento.


via olhar digital
Aplicativo de navegação e mapas é um dos mais populares do mundo e se torna parte da estratégia do Google

Reprodução
waze
Nesta terça-feira, 11, foi selada a aquisição do Waze pelo Google. O aplicativo de navegação e mapas foi comprado por cerca de US$ 1 bilhão, mas por que a empresa gastou todo esse dinheiro em um aplicativo?

O Mashable organizou uma lista com quatro motivos pelos quais o Google se interessou no app. Confira a seguir:

Não há muitas empresas de software de mapeamentoO Waze praticamente não tinha concorrentes reais pelo orçamento restrito de uma start-up. A empresa tem 110 empregados, fornecendo um serviço que é inviável para pequenas empresas de 15 funcionários, o que já elimina o surgimento de novos concorrentes. Além da mão-de-obra, também é necessário tempo e uma comunidade ativa de usuários para acertar este tipo de serviço.

Outro motivo que impede o surgimento de startups nesta área é a dificuldade de produzir mapas e o medo da competição com o próprio Google.

Google ainda não tem uma rede social de pesoO Google diz que o Google+ já tem 500 milhões de pessoas, mas a porcentagem deste número que realmente é usuária ativa do serviço é limitada. O Mashable vê a comunidade ativa do Waze como um ganho para o Google, já que o aplicativo fornece uma camada social em plataformas móveis, o que é bastante atraente.

Mapas são cada vez mais importantesSegundo Julie Ask, vice-presidente da Forrester Research, consultoria que analisa o mercado de tecnologia, os softwares de mapas já estão lado a lado com e-mail e browsers em termos de funcionalidade. Os usuários parecem ter se acostumado nos últimos anos a confiarem no Google Maps.

Movimento defensivoA aquisição foi uma forma de impedir que os concorrentes Apple e Facebook ganhassem força no setor. A empresa da maçã até tem o Apple Maps, embutido no iOS 6, mas a rede social de Mark Zuckerberg ainda não tem um recurso estabelecido de mapas.

O que o Facebook tem é praticamente um Foursquare, no qual o usuário pode fazer um check-in, mas não pode planejar rotas. E privar a rede social de ter o Waze ao seu lado dá ao Google uma boa vantagem. Se o app não trouxer inovações para o Google Maps, pelo menos ficará longe das mãos dos rivais.


via olhar digital
Eric Schmidt se diz preocupado com a censura do governo local aos cidadãos

google china
O Google não pensa em voltar tão cedo à China. Sem investir no país desde 2010, a companhia ainda vê problemas com a situação da censura no país.

Na última semana, ao responder a questões durante uma reunião anual de acionistas, o CEO Eric Schmidt declarou que estava "preocupado" com os relatos sobre como o governo chinês usa a internet para espionar a população.

Essa seria a maior justificativa para a recusa do Google em investir na China, um mercado com mais de 560 milhões de internautas, conforme relata a CNET. Em 2010, a empresa decidiu não censurar seus resultados de busca, como queria o país asiático, o que esfriou as relações entre ambos.


via olhar digital
Em pesquisa divulgada, analistas do Google afirmam: a companhia é capaz de prever o sucesso de um filme nos cinemas. O estudo leva em consideração algumas variáveis, como o volume de pesquisa e cliques pagos. A taxa de acerto chega perto de 92% para o fim de semana de estréia do filme e cai para 90% nos dias seguintes.
Estudo feito por analistas do Google relaciona cliques aos filmes de maior sucesso (Foto: Reprodução/Google WhitePaper )Estudo feito por analistas do Google relaciona variáves de buscas aos filmes de maior sucesso (Foto: Reprodução/Google WhitePaper )
Os autores da publicação são os analistas Reggie Panaligan e Andrea Chen, ambos do Google. Eles apontam que quando uma pessoa decide ver um filme, ela prefere pesquisar sobre ele antes de ir ao cinema. “As pesquisas sobre filmes aumentaram 56% entre 2011 e 2012, o que indica um aumento no engajamento digital”, afirmam. O número de títulos lançados no mesmo período – acrescentam – caiu 9%.
O estudo identificou uma relação entre o volume de pesquisas e o sucesso do filme e anuncia: 70% das variações de performance podem ser detectadas ao se analisar o volume de buscas feitas em até sete dias antes do lançamento.
O Google avaliou dados de 99 filmes em mais de 30 variáveis para chegar a estas conclusões. Várias variáveis foram descartadas ao se perceber que elas não exerciam influência significativa no resultado final e uma delas foi o orçamento de marketing do filme. No final, o estudo criou o modelo com sucesso de 92% usando apenas quatro delas: quantidade de pesquisa (nos sete dias antes do lançamento), cliques em links patrocinados (nos sete dias antes do lançamento), número de salas e status da franquia.
O último fator foi calculado através de um conjunto de métricas específicas para dividir os filmes. Títulos como Skyfall e obras da Dreamworks, por exemplo, são colocados em categorias diferentes de Hunger Games, Avengers e The Dark Knight Rises. A análise dos dados permitiu que o Google identificasse que cada 20 mil cliques patrocinados equivalem a uma receita estiimada de US$ 7,5 milhões (cerca de R$ 16 milhões) de arrecadação no primeiro final de semana.
Estudo do Google prevê sucesso de filmes com até 92% de acerto (foto: Divulgação) (Foto: Estudo do Google prevê sucesso de filmes com até 92% de acerto (foto: Divulgação))Estudo do Google prevê sucesso de filmes com até 92% de acerto (foto: Divulgação)
Depois destes dias, o estudo - que está disponível para download - identificou um novo modelo, com variáveis diferentes, e precisão de 90%. O novo cálculo leva em consideração o número de pesquisa e cliques entre a segunda e quinta-feiras anteriores, número de salas, performance no fim de semana anterior e a classificação do filme no site de análises Rotten Tomatoes (reconhecido pelo Google como o mais influente do gênero). Neste modelo, foi identificado que cada 10 mil cliques patrocinados equivalem a uma receita que varia entre US$ 1,9 a 3,5 milhões (entre cerca de R$ 4 e 7,5 milhões).
Via Google, tech tudo
Uma polêmica iniciada pelo jornal The Washington Post parece ter irritado os executivos de Google e Facebook. Segundo a publicação, há um projeto com intenção de “espionar” dados das companhias liderado pela Casa Branca. Mas a informação foi veementemente desmentida pelas empresas.
Prism foi revelado por jornal norte-americano (Foto: Reprodução/The Washington Post)Prism foi revelado por jornal norte-americano (Foto: Reprodução/The Washington Post)
O projeto, chamado Prism, teria surgido há sete anos, ainda no governo Bush, e teria funcionamento cooperativo entre algumas das principais companhias de tecnologia e Internet do mundo (além de Facebook e Google, Yahoo  Apple também são citadas) – todas garantiriam livre acesso do governo aos dados dos usuários requisitados.
De acordo com James Clapper, diretor da Agência de Inteligência Nacional dos EUA, o Prism realmente existe. Porém, o Google e o Facebook fizeram questão de explicar os pontos polêmicos em torno da história. Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, usou seu perfil na própria rede social para falar sobre o assunto.
“O Facebook não é nem nunca foi parte de nenhum programa para dar aos EUA ou a qualquer governo acesso direto aos nossos servidores. Nunca recebemos um pedido abrangente ou uma ordem judicial do governo pedido de informação ou metadados no atacado, como a que a Verizon diz ter recebido. E se recebêssemos, nós lutaríamos agressivamente”, esclareceu.
O Google, por sua vez, publicou um comunicado em seu blog oficial, assinado por David Drummond, diretor jurídico, e pelo diretor executivo, Larry Page. A nota recebeu o título de “What the…” (algo como “O que diabos…”), diz que “é falsa” qualquer informação que diga que o Google fornece dados dos usuários da forma citada.
A companhia destaca ainda que só realiza qualquer tipo de disponibilização de dado dos usuários em casos onde haja necessidade legal e frisa que todos estes são publicados, online, em um relatório de transparência da empresa. “Nunca tínhamos ouvido falar deste Prism até ontem”, revela o comunicado.
“Não se pode ter 100% de privacidade e 100% de segurança”
O Prism funcionaria de forma bem simples: a inteligência norte-americana teria livre acesso aos dados dos usuários dos serviços monitorados em todo o mundo. Cada movimentação suspeita seria classificada como um “informe” e enviada para quem ficasse responsável por investigá-la e dizer se seria uma ameaça real.
Independente da participação de Google ou Facebook no projeto, ao que tudo indica, o que foi divulgado pela imprensa não parece ser 100% mentiroso. O presidente Barack Obama, por exemplo, recentemente declarou que “Não se pode ter 100% de privacidade e 100% de segurança”. Para bom entendedor, meia palavra basta.
Há até quem diga que as negativas de Facebook e Google são apenas para manter um “teatro” de que nada está acontecendo. Mark Atwood, diretor de projetos open-source da HP, por exemplo, disse “não acreditar” na resposta de Mark Zuckeberg à polêmica e diz que Zuck “precisa mentir, porque isso foi estabelecido judicialmente”.
O Washington Post diz que a primeira empresa a ser monitorada foi a Microsoft, em 2007, e desde então vieram o Yahoo, em 2008, Google e Facebook, no ano seguinte, além do YouTube, em 2010, e da Apple, em 2012. O jornal marca até o próximo alvo: Dropbox. A polêmica é grande e resta aguardar para ver quem está falando a verdade.
Via Washington Post, The Verge e CNET, Tech Tudo
Seguindo os padrões de uma ferramenta famosa do Orkut, o Google decidiu adotar as comunidades também no Google+. Neste tutorial, o TechTudo explica como criar uma página deste tipo na rede. O processo é bastante simples e não leva mais do que alguns minutos.
Passo 1 - Acesse o Google+ e, em sua tela principal, clique no ícone “Comunidades” que fica localizado no menu do lado esquerdo, bem na parte inferior da tela.
Comunidades são nova mania do Plus (Foto: Thiago Barros/TechTudo)Comunidades são nova mania do Plus (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Passo 2 - Ao abrir a página, haverá uma breve explicação do Google sobre o que são as comunidades no centro da tela. Para criar uma nova comunidade, clique em uma das duas opções de criar página que estão exibidas na imagem abaixo.
Basta clicar em uma das opções para criar sua comunidade (Foto: Thiago Barros/TechTudo)Basta clicar em uma das opções para criar sua comunidade (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Passo 3 - Agora, é hora de começar a configurar sua página. As comunidades podem ser públicas ou privadas. Clique no ícone que desejar. Depois, abaixo, aparecerá a opção para que ela seja nomeada. No caso da pública, o usuário ainda escolhe se qualquer um pode entrar ou se ela será moderada, com aprovações de pedidos para fazer parte do grupo. Configure tudo e clique em “criar comunidade” para avançar.
Comunidades podem ser públicas ou privadas (Foto: Thiago Barros/TechTudo)Comunidades podem ser públicas ou privadas (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Passo 4 - A comunidade foi criada, parabéns! Agora, é hora de “dar uma cara a ela”. É possível alterar foto, adicionar uma “frase de efeito”, descrever o objetivo da página na aba “descrição”, colocar sua localização, publicar links relacionados e criar tópicos para que todas as discussões fiquem bem organizadas na comunidade. Deixe a criatividade fluir e somente siga as instruções, muito bem explicadas, que aparecem na tela.
É possível adicionar muitas informações à comunidade (Foto: Thiago Barros/TechTudo)É possível adicionar muitas informações à comunidade (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Passo 5 - Ao fim desta configuração, o Google+ ainda permite que amigos sejam convidados para entrar na comunidade. O usuário pode selecionar contatos para participar daquele grupo.
Convide amigos para a sua comunidade (Foto: Thiago Barros/TechTudo)Convide amigos para a sua comunidade (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Passo 6 - Pronto! Sua comunidade ficará com esta organização de conteúdo após suas configurações. No menu do lado esquerdo, “ações”, é possível editá-la, convidar pessoas, gerenciar membros e muito mais. À direita, você vê os membros do grupo e pode iniciar hangouts. No centro, fica o conteúdo publicado. Acima disso, uma barra de publicação onde você pode fazer suas postagens. Comunidade criada, hora de movimentá-la!
Comunidade criada! Hora de movimentar a página! (Foto: Reprodução/Thiago Barros) (Foto: Comunidade criada! Hora de movimentar a página! (Foto: Reprodução/Thiago Barros))Comunidade no Google+ criada (Foto: Reprodução/Thiago Barros)
Tech tudo
Ser funcionário do Google, uma das maiores e mais influentes empresas de tecnologia da atualidade, é certamente um desejo de quase todos os entusiastas do mundo tech. Com o objetivo de divulgar seu programa de estágio, o Google pegou carona na estreia americana do filme “The Interneship” (“Os Estagiários”, no Brasil) e divulgou, em seu canal oficial no YouTube, um vídeo que exibe os primeiros dias de cinco de seus estagiários.
Durante o vídeo, cinco estagiários contam como é o dia a dia na sede do Google na Califórnia (Foto: Reprodução/YouTube)Durante o vídeo, cinco estagiários contam como é o dia a dia na sede do Google na Califórnia (Foto: Reprodução/YouTube)
A comédia “The Interneship” estreará nesta sexta-feira (07/06), nos Estados Unidos, e conta a história de dois vendedores, estrelado por Vince Vaughn e Owen Wilson, que decidem disputar um cobiçado estágio no Google. Mas para isso, eles precisarão provar que têm amplo conhecimento em tecnologia para vencer um grupo de jovens extremamente inteligentes.
Já a filmagem divulgada pelo Google, batizada de “The real Google interns’ first week”, revela em poucos minutos o cotidiano dos seus verdadeiros estagiários durante a primeira semana de trabalho na sede da empresa na Califórnia. Atrelada a diversas imagens das impressionantes instalações oferecidas pela companhia, é possível perceber a incrível sensação de se trabalhar para o Google por meio dos relatos dos cinco estagiários.
Confira abaixo o vídeo e saiba como é trabalhar para o Google:

Tech tudo
Empresa diz que não aprovará recursos do tipo por falta de garantias quanto à privacidade

Google Plus
Lentes do Glass
O Google Glass despertou muita preocupação em termos de privacidade, mas pelo menos um recurso que poderia gerar desconfiança não estará disponível nos óculos inteligentes.

Em um post compartilhado pelo Google+, a equipe por trás do novo produto garantiu que, pelo menos por enquanto, aplicativos com recursos de reconhecimento facial não serão aprovados.

"Como o Google vem dizendo há vários anos, nós não adicionaremos recursos de reconhecimento facial a nossos produtos sem ter fortes proteções à privacidade", acrescentou a empresa.


via olhar digital

Sim e, segundo o jornal norte-ame- ricano The New York Times, tem até codinome: Google X. Nele estariam sendo pesquisados e desenvolvidos mais de 100 projetos dignos de filmes de ficção científica. A iniciativa é tão misteriosa que muitos funcionários da empresa nem sequer sabem de sua existência. Supos- tamente liderado por um dos maiores especialistas em inteligência artificial do mundo, Sebastian Thrun, as instalações funcionam em duas localidades miste- riosas em São Francisco, EUA. O Times conversou com possíveis envolvidos no Google X, mas ninguém declarou oficial- mente a existência dos projetos. Uma representante, no entanto, declarou que o Google tem a inovação em seu DNA e que o investimento no laboratório repre- senta apenas uma pequena parcela do patrimônio líquido da empresa.
FÁBRICA DO FUTURO
Alguns dos projetos em que o Google X pode estar trabalhando neste exato momento
Elevador espacial
Um cabo com 385 mil km de comprimento ligando a Terra à Lua suportaria um elevador para transportar materiais e até pessoas para o espaço. O conceito não é tão novo assim, já que o Japão tem planos de construir um elevador parecido até 2050. O projeto seria uma forma de substituir os lançamentos espaciais por meio de foguetes.
Rede de coisas
O projeto Web of Things pretende conectar aparelhos domésticos, permitindo que o usuário apague as luzes de casa ou ligue o regador de plantas pelo celular ou outro gadget portátil. Essa funcionalidade também permite que a geladeira avise ao dono da casa, por mensagem de texto, que está faltando algum item.
Carro sem motorista
Ano passado, rolou um teste com um carro protótipo totalmente controlado por inteligência artificial. O desafio agora é construir um modelo para ser comercializado. Especula-se que o possante seria equipado com telas que exibiriam, entre outros conteúdos, publicidade selecionada pelo Google para o motorista desocupado.
Google glass
Sabe o que é estar em um local desconhecido e checar o mapa no celular a cada dois minutos? E se esse mapa fosse projetado na sua frente por meio de um óculos? O gadget recebe dados do celular e usa as lentes como tela para exibir informações, como e-mails, previsão do tempo, mensagens e fotos, criando uma realidade aumentada.
Robôs humanoides
Máquinas inteligentes capazes de interagir com humanos e cumprir tarefas como arrumar a casa, coletar informações ou realizar serviços mecânicos também estariam sendo projetadas. O foco no desenvolvimento de inteligência artificial do Google X certamente poderia ser empregado na robótica.

- Confira um vídeo do óculos do Google, divulgado no início de 2012 pela empresa: abr.io/Gglass
FONTE Jornal The New York Times, http://mundoestranho.abril.com.br
Tatuagem eletrônica que criptografa senhas e uma pílula que transforma o corpo em “token”. Essas são as duas apostas do Google para aposentar de vez as senhas. Os projetos foram mostrados por Regina Dugan, a atual líder da divisão dos projetos especiais da Motorola e ex-diretora da DARPA, em uma recente entrevista.
O protótipo da tatuagem eletrônica mostrado por Regina Dugan (Foto: Reperodução/ The Verge)O protótipo da tatuagem eletrônica mostrado por Regina Dugan (Foto: Reperodução/ The Verge)
Ambas as iniciativas foram desenvolvidas em uma parceria com o instituto MC10 da Motorola e as equipes de engenheiros da Google, que têm se mostrado cada vez mais preocupadas com relação à segurança de seus usuários.
A empresa divulgou em uma recente publicação em seu blog uma série de dicas e medidas para tornar as senhas ainda secretas e eficientes, evitando que as mesmas combinações sejam utilizadas para diferentes serviços e definindo métodos eficazes para recuperar passwords esquecidos.
Entrevista pelo site AllThingsD, Regina exibiu os protótipos que irão aposentar as senhas (Foto: Reprodução/ AllThingsD)Entrevista pelo site AllThingsD, Regina exibiu os protótipos que irão aposentar as senhas (Foto: Reprodução/ AllThingsD)
No entanto, uma tatuagem eletrônica poderia ser muito mais rápida e eficiente na autenticação de usuários, como demonstrou a própria Regina, ao exibir a marca do protótipo da pesquisa em seu braço. “Alguns jovens provavelmente não gostariam de usar um relógio”, brinca, “mas com certeza faria uma tatuagem dessas apenas para chatear seus pais”.
A pílula chamada de “autenticação vitamínica”, que já foi até certificada como um “remédio” seguro pela FDA  (Foto: Reprodução/ The Verge)A pílula chamada de “autenticação vitamínica”, que já foi até certificada como um “remédio” seguro pela FDA (Foto: Reprodução/ The Verge)
O outro projeto, chamado por Regina de “autenticação vitamínica”, é uma pílula que conta com um minúsculo equipamento alimentado pelo acido estomacal, que funciona transmitindo senhas por um intenso sinal de 18 bits, transformando o corpo do usuário em um token.
Empolgada com a novidade de suas pesquisas, Regina ainda argumentou que não faria sentido desenvolver um sistema de autenticação em vestimentas que podem ser roubadas ou copiadas. “Se você quiser garantir o seu fracasso na inovação, tente remover os riscos”, completa ela, “o tédio é o inimigo da inovação”.
Via AllThingsD e The Verge, tech tudo
No começo desse ano, o Google revelou que não desenvolveria aplicativos para Windows 8 enquanto a plataforma não contasse com uma maior base de usuários. Os usuários de BlackBerry 10 estão na mesma lista. A empresa afirmou que lançará seus aplicativos tradicionais para o sistema operacional quando ele for mais popular.
Google afirma que lançará aplicativos para BlackBerry 10 quando o sistema ficar mais popular. (Foto: Reprodução / TechnoBuffalo)Google afirma que lançará aplicativos para BlackBerry 10 quando o sistema ficar mais popular. (Foto: Reprodução / TechnoBuffalo)
Embora não tenha nenhuma previsão de quando isso irá acontecer, o chefe do Android e Chrome do Google, Sudar Pichai, a empresa se mostrou aberta à idéia. De acordo com Pichai, os aplicativos dedicados à plataforma só começarão a ser construídos quando o BlackBerry 10 ganhar mais usuários. “Queremos atingir o maior número de pessoas possível (…) Para as plataformas que não tem muitos usuários em escala, temos ótimos aplicativos HTML. Se surgirem mais usuários, faremos apps”.
O assunto surgiu durante um debate sobre a ética do Google em relação ao suporte de apps para outras plataformas além do Android. Atualmente, o único app do Google suportado em BB10 é o Gmail. A Microsoft também foi bem clara em relação ao assunto, a empresa falou sobre a falta de um aplicativo nativo do YouTube em dispositivos Windows Phone.
Via Ubergizmo, tech tudo
Recurso é exclusivo para os Estados Unidos por enquanto, mas empresa promete expandir ferramenta para outros países e idiomas

Google
google alimentos
Em breve o Google será mais uma ferramenta para quem tenta manter uma dieta saudável. A empresa anunciou que passará a exibir informações nutricionais nos resultados das buscas, assim como já faz como quando alguém pesquisa "2+2".

Para funcionar, é necessário realizar uma pesquisa como "How many calories are in an avocado?" ("Quantas calorias há em um abacate?"), ou "How much protein is in a banana" ("Quanta proteína há em uma banana?"), ou "How many carbs are in a apple?" ("Quantos carboidratos há em uma maçã?").

O novo recurso, no entanto, não chegará imediatamente aos usuários brasileiros. No blog oficial de sua página de buscas, o Google explica que os usuários americanos serão os primeiros a terem acesso, que inicialmente, funcionará apenas em inglês. O recurso deverá estar disponível a todos do país em até dez dias.

A empresa, no entanto, promete incluir novos recursos, idiomas e comidas à nova ferramenta, que já conta com informações de cerca de mil alimentos.

via olhar digital
Olhar Digital testa a nova versão do serviço de mapas do Google e dá sua opinião

Reprodução
google maps
O Maps é, talvez, um dos serviços do Google que mais se integre ao cotidiano das pessoas, além da própria ferramenta de busca da empresa. Por isso, quando um serviço de tamanha magnitude passa por uma reformulação, é natural causar estranhamento. Mas as mudanças da ferramenta chegam para melhorar a experiência, embora ainda seja notório que se trata de um período de testes.

O Olhar Digital teve acesso a um convite para a fase beta do novo GoogleMaps e detalha quais são os pontos positivos e negativos da nova versão do serviço para desktops.

Visual
Reprodução

ReproduçãoA mudança mais óbvia, notada logo que você abre a nova versão do Maps, é um redesenho de toda a interface para aproveitar melhor a tela. Agora os mapas ocupam a tela inteira, o que ajuda bastante quem precisa planejar uma rota, já que permite direções mais extensas e detalhadas sem precisar rolar a tela para vê-las em sua totalidade.

No canto esquerdo superior está a barra de buscas, a alma do novo Maps, que ficou mais funcional e reúne agora todas as funções que antes se espalhavam por uma coluna inteira na lateral esquerda do serviço? Rotas? Sugestões de locais? Situação do trânsito na cidade? É possível encontrar tudo ali e até mesmo, vejam só, pesquisar um endereço.

O Google retirou também a barra de zoom lateral, que agora se resume a dois botões: um com um “+” e outro “-”. Com isso, também mudou o modo como se acessa o StreetView, que antes dependia de arrastar o boneco laranja até o ponto desejado. Agora basta clicar com o botão direito do mouse no ponto desejado do mapa e selecionar a opção “StreetView”, que surge embaixo da barra de buscas.

Novos recursos
Reprodução

Mudar para a antiga “visão de satélite”, agora simplesmente chamada de “Terra”, fazendo uma relação com o Google Earth, continua tão simples como sempre foi, acessível por apenas um clique. Entretanto, as imagens estão mais detalhadas e, em alguns lugares, permite uma visualização em três dimensões, com uma câmera inclinada e rotação 360º. O novo recurso funciona bem em locais como a Estátua da Liberdade, nos EUA, mas ainda falha com o Cristo Redentor, por exemplo.

Entretanto, uma novidade que já está funcionando bem até para os pontos turísticos nacionais são os “Passeios Fotográficos”, que geram animações com base em fotografias capturadas pelos usuários do Google. A transição de imagens é bem fluida e interessante.

Com a atualização, o Google+ e o Maps puderam finalmente se unir. Agora é possível procurar por “Pizza, São Paulo”, e os melhores locais para se comer uma pizza, com base em avaliações na internet e também dos seus contatos no Google+. O grande problema, no entanto, é que, ao menos por enquanto, a rede social ainda não é muito utilizada, principalmente no Brasil, o que limita bastante esta funcionalidade.

Reprodução

Também foi incluído o recurso “Explorar”, que mostra, na parte inferior da tela, pontos de interesse próximos ao lugar do mapa onde você está. Passar o mouse sobre um deles mostra onde cada um está localizado.

DefeitosUm dos maiores problemas encontrados durante os nossos testes foi a dificuldade em encontrar a localização atual do usuário. Com a interface antiga, o Maps encontrava rapidamente a localização quem utilizasse o serviço por meio de um desktop, desde que estivesse conectado por uma rede sem fio ao clicar em uma bolinha, logo acima da barra de zoom e do boneco laranja do Street View. Esta ferramenta ainda não está disponível na nova interface.

A localização do usuário já está disponível nos novos aplicativos do Maps para Android e iOS, no entanto, mas às vezes é bom poder visualizar os mapas em uma tela maior. E quando a pessoa não está em sua cidade natal, esta ferramenta ganha ainda mais importância.

Outro problema encontrado foi na transição para a visualização de mapas para as imagens de satélite, que ficaram muito mais lentas do que na interface antiga. A navegação no modo de “Terra” também ficou mais pesada do que a versão antiga, o que pode ser um problema grave para conexões mais lentas e computadores não tão potentes. É recomendável navegar apelas pelo modo “Mapas”, que funciona de forma lisa, e utilizar a ferramenta de satélite apenas no local desejado.


via olhar digital