
Tente aí no seu computador: crie uma pasta na sua área de trabalho e digite “con”. Ela automaticamente volta a ser nomeada “nova pasta”.
Esse defeitinho é uma “herança maldita” dos tempos do DOS, um dos primeiros sistemas operacionais que a Microsoft colocou no mercado. A pasta – ou diretório, como era falado naquela época – não poderia ter esse nome porque ele era reservado a um comando do DOS que permitia o controle de outras unções (como impressão e comunicação).
Como o Windows foi feito para rodar em cima do DOS, essa limitação foi permanecendo a cada nova versão. E o bug continua mesmo nas edições mais novas do sistema operacional, como o Vista e o 7, que não têm nada a ver com o DOS. Pelo mesmo motivo, também não é possível usar os seguintes nomes: PRN, LPT1, LP2, LP3, LP4, LP5, LP6, LP7, LP8, LP9, NUL, COM1, COM2, COM3, COM4,COM5, COM6, COM7, COM8, COM9 e CLOCK$, além de letras seguidas de dois pontos, como A:, C: até Z:.
FONTE Sites ComputerHope e Microsoft, MundoEstranho
Eu sei que você vai tentar ai!
Então me diz deu certo??
Sim e, segundo o jornal norte-ame- ricano The New York Times, tem até codinome: Google X. Nele estariam sendo pesquisados e desenvolvidos mais de 100 projetos dignos de filmes de ficção científica. A iniciativa é tão misteriosa que muitos funcionários da empresa nem sequer sabem de sua existência. Supos- tamente liderado por um dos maiores especialistas em inteligência artificial do mundo, Sebastian Thrun, as instalações funcionam em duas localidades miste- riosas em São Francisco, EUA. O Times conversou com possíveis envolvidos no Google X, mas ninguém declarou oficial- mente a existência dos projetos. Uma representante, no entanto, declarou que o Google tem a inovação em seu DNA e que o investimento no laboratório repre- senta apenas uma pequena parcela do patrimônio líquido da empresa.
FÁBRICA DO FUTURO
Alguns dos projetos em que o Google X pode estar trabalhando neste exato momento
Elevador espacial
Um cabo com 385 mil km de comprimento ligando a Terra à Lua suportaria um elevador para transportar materiais e até pessoas para o espaço. O conceito não é tão novo assim, já que o Japão tem planos de construir um elevador parecido até 2050. O projeto seria uma forma de substituir os lançamentos espaciais por meio de foguetes.
Rede de coisas
O projeto Web of Things pretende conectar aparelhos domésticos, permitindo que o usuário apague as luzes de casa ou ligue o regador de plantas pelo celular ou outro gadget portátil. Essa funcionalidade também permite que a geladeira avise ao dono da casa, por mensagem de texto, que está faltando algum item.
Carro sem motorista
Ano passado, rolou um teste com um carro protótipo totalmente controlado por inteligência artificial. O desafio agora é construir um modelo para ser comercializado. Especula-se que o possante seria equipado com telas que exibiriam, entre outros conteúdos, publicidade selecionada pelo Google para o motorista desocupado.
Google glass
Sabe o que é estar em um local desconhecido e checar o mapa no celular a cada dois minutos? E se esse mapa fosse projetado na sua frente por meio de um óculos? O gadget recebe dados do celular e usa as lentes como tela para exibir informações, como e-mails, previsão do tempo, mensagens e fotos, criando uma realidade aumentada.
Robôs humanoides
Máquinas inteligentes capazes de interagir com humanos e cumprir tarefas como arrumar a casa, coletar informações ou realizar serviços mecânicos também estariam sendo projetadas. O foco no desenvolvimento de inteligência artificial do Google X certamente poderia ser empregado na robótica.
- Confira um vídeo do óculos do Google, divulgado no início de 2012 pela empresa: abr.io/Gglass
FONTE Jornal The New York Times, http://mundoestranho.abril.com.br

Teoria da conspiração (também chamada de conspiracionismo) é qualquer teoria que explica um evento histórico ou atual como sendo resultado de um plano secreto levado a efeito geralmente por conspiradores maquiavélicos e poderosos, tais como uma "sociedade secreta" ou "governo sombra".
As teorias da conspiração são muitas vezes vistas com ceticismo exagerado e por vezes ridicularizadas e mesmo desacreditadas, uma vez que raramente são apoiadas por alguma evidência conclusiva, contrastando com a análise institucional, cujo foco é o comportamento coletivo das massas em instituições conhecidas do público, tal como é descrito em materiais acadêmicos e relatos dos média mainstream, de modo a explicar acontecimentos históricos ou actuais sob o ponto de vista dominante (governos, instituições, opinião pública popular), ao invés de associações secretas de indivíduos. Por este motivo, o termo Conspiração é muitas vezes usado de forma depreciativa, na tentativa de desacreditar e caracterizar uma dada crença como bizarra, irracional e falsa, cujo apoiante é ridicularizado e considerado um excêntrico, ou um grupo de lunáticos. Tal caracterização é muitas vezes objeto de disputa, por serem muitas vezes injustas e inexatas .
No final do século XX e inícios do XXI, as teorias da conspiração tornaram-se um lugar comum nos meios de comunicação, o que contribuiu para o conspiracionismo emergente enquanto fenómeno cultural. Acreditar em teorias da conspiração tornou-se, assim, num tema de interesse para sociólogos, psicólogos e especialistas em folclore
via http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_conspira%C3%A7%C3%A3o
Teoria conspiratória do final do século XX e início do século XXI permitiu a adição de muitas ideias que, no passado, poderiam ter sido pensadas como ficção científica. Seres Extraterrestres (quer os "Reptilianos" ou "Greys", ou ambos) foram incluídas na conspiração da Nova Ordem Mundial, em papéis mais ou menos dominante, como na teoria avançada por David Icke. O tema comum em tais teorias é que os extraterrestres têm estado entre nós durante décadas, séculos ou milênios, mas um governo mundial encobre os fatos e tem protegido o público de tal conhecimento. A raça alienígena tem planos de dominar a Terra através de uma manipulação dos acontecimentos históricos e figuras ilustres. Em algumas teorias, alienígenas invasores tomaram forma humana e circulam livremente em toda a sociedade humana, mesmo ao ponto de assumir o controle de posições de comando. Uma agência governamental disfarçada sob o nome de código Majestic 12 (ou “Homens de Preto”) é muitas vezes citado como sendo o governo sombra, que colabora com a invasão alienígena. O aparecimento deste tipo de teoria conspiratória coincide com a era da desconfiança generalizada dos governos e da crença na hipótese de existência de vida extraterrestre para explicar os OVNIS (objeto voador não identificado).
via http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Ordem_Mundial_(teoria_conspirat%C3%B3ria)

A creepy a seguir é bastante pesada,não aconselho ler quem tem estômago fraco.
A alguns anos atrás, enquanto eu procurava por jogos paranormais ou assustadores, eu esbarrei com um de origem Japonesa, totalmente obscuro e feito para Playstation chamado "LSD: Dream Emulator". Apesar de ter sido lançado em um número limitados de cópias, vários sites disponibilizavam para download. Obviamente, eu o baixei, converti, e comecei a jogar.
Infelizmente o ISO estava corrompido - ou tinha sido ripado errado - pois eu não conseguia nada além da tela de título e, quando consegui algo mais eu via uma mistura bagunçada de cores e um som estranho, como estática de rádio. Eu tentei re-baixar o ISO várias vezes,tentando de sites diferentes, mas toda a vez acontecia a mesma coisa. Cores estranhas, e barulho confuso de estática. Tentei colocar varias perguntas em sites de jogos, mas raramente alguém já havia ouvido falar no jogo, e quase ninguém tinha jogado. Descobri então que o jogo tinha um grupo de seguidores, aqui e no Japão, e depois de muito procurar achei um grupo de fãs no Yahoo dedicado ao jogo.
Eu postei uma pergunta, querendo saber se alguém tinha dado um jeito de fazer o jogo funcionar em emuladores. Então alguns dias depois eu recebi uma resposta.
"Olá. eu fui membro de um dos grupos que lançou o LSD ripado. Nós conseguimos ripar com sucesso, mas nunca conseguimos fazer com que ele funcionasse em emuladores, apenas no hardware original. "
A partir desse ponto, eu tinha praticamente desistido. Eu não tinha um console de Playstation, e minha fixação por algo era curta, e eu já tinha começado a me concentrar em outras coisas, como Eversion e Yume Nikki.
Então, no começo desse ano, o LSD foi lançado na Network Japonesa do Playstation. Eu então lembrei o quanto eu tinha tentado jogar, até mesmo procurado no eBay algumas vezes, na vaga esperança de achar uma cópia barata.
Então, fiz uma conta, um cartão JPN PSN, e comprei o jogo. Depois de baixar e instalar, eu comecei a jogá-lo. O logo da Playstation apareceu normalmente, mas com o SCEI junto, sendo que era um jogo Japonês. Não havia tela de copyright, mas eles haviam retirado de vários outros jogos também.
O vídeo da intro começou a rodar depois disso. Várias palavras diferentes e coloridas pularam pela tela, formando "Linking the Sapient Dream" (N.T: Ligando o Sonho Sapiente, em tradução livre.) várias vezes (aparentemente isso era o que significava LSD).
Eu apertei o botão de circulo, e o jogo foi para a tela de título. Não havia nenhuma tela de "Press Start", ia direto para uma com 4 opções. Start, Salvar, Carregar, e Opções. Em baixo do Start havia uma linha com texto, dizendo que dia você esteve lá. Aparecia então "a DIA 01"
Apertei Start.
Uma coisa que eu tinha aprendido com aquele grupo do Yahoo, é que o primeiro dia começava em uma casa japonesa, com três andares. O conteúdo da casa era aleatório. O jogo inteiro era jogado em visão de primeira-pessoa.
Eu andei pelo corredor onde comecei, e fui até uma estante de livros, quando a tela começou a ficar branca. A coisa estranha sobre esse jogo é que você pode interagir com qualquer coisa. Andar até qualquer objeto manda você para um novo lugar, o que o jogo chama de "Conectar".
O branco foi sumindo e eu estava em um campo. Eu não conseguia ver em uma distancia muito grande, pois a maior parte da área estava com uma grossa neblina. Os gráficos eram bem básicos, quase não tendo textura neles. Andei em frente, eventualmente batendo em uma árvore, o que me mandou para outro lugar.
Agora, as coisas tinham ficado mais sinistras. Eu estava em uma cidade escura, em cima de um píer de metal. Um barco apareceu entre a neblina na água, e postes de luz iluminavam as ruas. Eu andei pela estrada e me deparei com várias ruas. Graffiti cobria algumas paredes, estranhos multicoloridos olhando para mim. Então eu ouvi um barulho e a tela piscou rapidamente. Eu virei pra trás.
Atrás de mim, havia um homem. Ele estava usando um chapéu cinza e um casaco longo. Ele veio andando lentamente até mim, quase como se deslizasse no chão.
Eu tentei andar para trás, para desviar, mas meu controle não estava respondendo. E ele estava chegando cada vez mais perto.
Por um milésimo de segundo, dois pontos vermelhos apareceram por baixo de seu chapéu, então a tela piscou de novo.
Dessa vez eu estava de volta na casa.
Entretanto,algo havia mudado.
As textura das paredes não eram mais as mesmas, haviam sido trocadas por imagens de violência real. Mulheres sendo estupradas, crianças dilaceradas, Canibalismo, um japonês esmagando os próprios dedos com um martelo.
Enquanto eu me movia para dentro da casa, as imagens ficavam pior, e a musica ficou distorcida e diminuindo lentamente. O corredor era mais longo do que antes, e estava escurecendo.
Eu sabia o que estava no fim do corredor.
Era Ele.
Eu segui em frente, o ácido estomacal na minha garganta lutando contra a ânsia de vomito, assim que as fotos subiam a níveis extremos de obscenidade e violência. Alguns passos a frente, um homem removendo as pernas de um menininho. Um pouco mais, uma mulher grávida arrancando e cortando seu próprio feto. Um pouco mais ainda, um grupo de homens cortava uma vaca em pedaços, envolvendo os órgãos internos em seus corpos. Perto do fim, pessoas sendo forçadas a comer pedaços de um cadáver infantil, vomitando enquanto comiam.
Finalmente, eu cheguei no final do corredor.
A tela escureceu e uma linha de texto apareceu.
http://www.oharaweb.jp/LSD/GMN.html
Eu escrevi o link rapidamente e uns segundos depois, a tela clareou até retornar aparecer o título.
Nesse momento o status marcava "D dIa 00"
Eu tentei escolher o Start de novo, mas o jogo não me deixava continuar. Eu reiniciei meu PS3, e o status voltou para "a DIA 01".
Antes de jogar novamente, eu tentei o link. Ainda funcionava, e a pagina apareceu, escrita toda em Japonês. Mais abaixo na página, havia uma imagem do homem Cinza, como ele havia aparecido. Eu não sei ler japonês, mas um dos meus amigos sabia. Ele viveu no Japão por alguns anos, então ele podia ler e falar a língua fluentemente. Eu copiei os escritos e chamei ele para minha casa.
Depois que ele apareceu, eu passei a hora seguinte explicando para ele o que tinha acontecido. Obviamente, ele não acreditou em mim. Quem iria? Mas ele concordou em dar uma olhada no escritos da página.
Depois de varias tentativas, eu não consegui fazer com que a página aparecesse de novo, então dei para ele a cópia que eu tinha feito.
Ele olhou por alguns minutos a cópia e então ficou pálido. Ele devolveu para mim e sentou no sofá.
Ele não falou nada nos 5 minutos seguintes, então ele me disse o que dizia.
"Se você está lendo isso, muito bem.
Você viu o homem como ele é.
O que ele fez comigo enquanto eu dormia, enquanto eu
sonhava o seu pesadelo obscuro, Você também
os viu. Aquelas imagens violentas
dele. Ele não tem forma, apenas o
homem dos sonhos. Ele causou tudo isso, estes
inocentes, e possessivos. Ele os fez fazer
isso. Ele me fez fazer aquele jogo.
CINZACINZACINZACINZACINZACINZA"
Assim que meu amigo terminou, ele se levantou, pegou seu casaco, e disse "Seja lá o que você viu nesse jogo, não me conte nada." Então saiu.
Na semana seguinte ele voltou para o Japão. Eu não consegui jogar aquele jogo novamente, pois estava um pouco apavorado. Algumas semanas depois de meu amigo ir para o Japão eu recebi uma ligação: Ele tinha matado um homem, e então cometeu suicídio.
O homem que ele havia matado era Osamu Sato, que era o designer principal do LSD.
- Com medo do apocalipse, pessoas se lotam hotéis em volta de uma montanha que, de acordo com alguns, teria poderes mágicos e naves alienígenas
Os boatos sobre o fim do mundo não param de circular. De um lado, temos fatos tão esquisitos que parecem prever o fim do mundo e, de outro, a NASA repetindo inúmeras vezes que o mundo não acaba em 2012. Mas, pelo visto, há um lugar no planeta Terra que estará imune ao apocalipse: a montanha Rtanj, na Sérvia.
Até mesmo o escritor de ficção científica Arthur C. Clarke acreditava que essa montanha em forma de pirâmide possuía algum tipo de energia especial. Porém, algumas pessoas vão além e acham que essa maravilha natural esconde uma nave alienígena capaz de salvá-las do fim do mundo, seja ele causado por uma criatura lendária ou um planeta indetectável e em rota de colisão com a Terra.
Na verdade, as pessoas acreditam tanto nisso que a rede hoteleira próxima à montanha está praticamente lotada. O gerente de um hotel contatado pela redação do jornal The Telegraph, Obrad Blecic, afirmou que, em um único dia, recebeu 500 ligações de pessoas que tentavam reservar quartos para a família toda.
Enquanto isso, China e Rússia também notaram um aumento nas vendas de velas e produtos essenciais para o fim do mundo. Quem deve ficar feliz com isso são os donos dos comércios locais, especialmente Blecic, que provavelmente nunca viu tanto movimento em seu hotel.
Fonte: The Telegraph, Gizmodo
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/
Drogas, armas, assassinatos e outras coisas. Existe bastante conteúdo sensível por lá
Leonardo Pereira
Nós já explicamos o que é a "deep web" e o que ela tem de bom, mas chegou a hora de tratar sobre a parte pesada dessa camada praticamente invisível da rede mundial de computadores. Antes, é preciso deixar claro que o Olhar Digital não está incentivando vocês a procurarem por conteúdo estranho, nossa intenção com esta série é justamente informá-los sobre o que existe por aí. A DW não é ilegal e, como mostrado pela Stephanie Kohn na reportagem anterior, há bastante coisa interessante por lá.
A Hidden Wiki, citada na primeira reportagem, não é o diretório central da DW, é apenas o caminho mais conhecido, mas mesmo lá os primeiros links destacados são sobre tráfico de drogas. Além dela há buscadores que vão aonde o Google não chega e, por isso, encontram de tudo - principalmente no que se refere a material pornográfico. Talvez o mais impressionante seja os sites com conteúdo relacionado a parafilias: neles se vê pedofilia, necrofilia, zoofilia... Tudo comercializável.
Bizarro
Passei um tempo navegando entre páginas com URLs intermináveis que, ao serem carregadas, revelavam nada mais do que uma imagem estática, ou uma porção de códigos ininteligíveis, ou, então, nada. Às vezes recarregava o endereço e a página simplesmente não existia mais. Há muito disso na deep web, principalmente quando se trata de conteúdo inapropriado - para proteger tanto quem publica, quanto quem foi parar ali por acaso.
Há, sim, links que chegam facilmente a conteúdo pouco usual, mas a maioria do material está bem escondida por esse esquema de camadas. Quando você se depara com uma página aparentemente sem sentido, provavelmente há algo a mais para ser mostrado, mas que só pode ser acessado com a chave certa - que pode ser, por exemplo, uma letra ou um número diferente na URL. E nem sempre basta passar da primeira camada para chegar ao conteúdo; há quem diga que existem sites com até oito páginas falsas na frente.
Por trás disso existem sites com grupos cujo "passatempo" é matar outras pessoas das formas mais bizarras, outros que exibem méritos enquanto pedófilos, diversos tipos de extremismo, canibalismo (com quem come e quem se voluntaria a ser comido). Tráfico humano, terrorismo, nazismo e muitos outros temas, digamos, sensíveis, estão na DW. "Nada do que tem lá eu considero relevante para uma pessoa normal", criticou um programador com quem conversamos.
Comércio alternativo
Superficialmente, o que parece fazer mais sucesso é o tráfico de drogas, tanto que existem listas de vendedores recomendados, de acordo com a confiabilidade de cada um. Mas o comércio de armas corre solto, assim como o de contas do PayPal e de produtos roubados - existem lojas específicas para marcas como Apple e Microsoft, por exemplo. Também dá para contratar assassinos de aluguel que possuem valores para cada tipo de pessoa (celebridades, políticos etc.), com preços que vão de US$ 20 mil a US$ 150 mil.
Cibercriminosos e espiões oferecem seus serviços, e tem gente que garante fazer trabalhos acadêmicos sobre qualquer assunto, sem copiar de lugar algum. Sites promovem turismo sexual e, por menos de US$ 1 mil, prometem buscar o comprador no aeroporto. Outro destaque é a venda de documentos falsos, com páginas que oferecem até cidadania norte-americana. O dinheiro é abolido na DW e poucos negociantes confiam no PayPal, a bola da vez é mesmo a Bitcoin, uma moeda digital que torna as transações mais seguras.
Autoridades do mundo inteiro estão na deep web observando os passos de quem está lá dentro, talvez até com agentes se passando por usuários para obter informações e tentar antecipar ações ou desmascarar criminosos. É muito mais difícil encontrar os diretórios e identificar os internautas por lá, em função dos nós de acesso criados pelo Tor e dos serviços de hospedagem e armazenamento invisíveis da rede Onion. Mas nada é impossível, tanto que o Anonymous já expôs dados de milhares de pedófilos que usavam a DW (veja aqui).
Por mais que as coisas ali soem bizarras demais para o internauta comum, o especialista em segurança Jaime Orts Y Lago lembra que nada do que consta na rede alternativa está longe de ser encontrado nas ruas, cabe à pessoa decidir o caminho que lhe interessa. "Você não pode perder a oportunidade de viver neste mundo por medo", comentou, se referindo ao que há de positivo na DW. "Tem que se proteger, fazer as coisas com consciência, mas deixar de fazer por medo é perder uma vida."
via Olhar Digital
| Reprodução |
Nós já explicamos o que é a "deep web" e o que ela tem de bom, mas chegou a hora de tratar sobre a parte pesada dessa camada praticamente invisível da rede mundial de computadores. Antes, é preciso deixar claro que o Olhar Digital não está incentivando vocês a procurarem por conteúdo estranho, nossa intenção com esta série é justamente informá-los sobre o que existe por aí. A DW não é ilegal e, como mostrado pela Stephanie Kohn na reportagem anterior, há bastante coisa interessante por lá.
A Hidden Wiki, citada na primeira reportagem, não é o diretório central da DW, é apenas o caminho mais conhecido, mas mesmo lá os primeiros links destacados são sobre tráfico de drogas. Além dela há buscadores que vão aonde o Google não chega e, por isso, encontram de tudo - principalmente no que se refere a material pornográfico. Talvez o mais impressionante seja os sites com conteúdo relacionado a parafilias: neles se vê pedofilia, necrofilia, zoofilia... Tudo comercializável.
Bizarro
Passei um tempo navegando entre páginas com URLs intermináveis que, ao serem carregadas, revelavam nada mais do que uma imagem estática, ou uma porção de códigos ininteligíveis, ou, então, nada. Às vezes recarregava o endereço e a página simplesmente não existia mais. Há muito disso na deep web, principalmente quando se trata de conteúdo inapropriado - para proteger tanto quem publica, quanto quem foi parar ali por acaso.
Há, sim, links que chegam facilmente a conteúdo pouco usual, mas a maioria do material está bem escondida por esse esquema de camadas. Quando você se depara com uma página aparentemente sem sentido, provavelmente há algo a mais para ser mostrado, mas que só pode ser acessado com a chave certa - que pode ser, por exemplo, uma letra ou um número diferente na URL. E nem sempre basta passar da primeira camada para chegar ao conteúdo; há quem diga que existem sites com até oito páginas falsas na frente.
Por trás disso existem sites com grupos cujo "passatempo" é matar outras pessoas das formas mais bizarras, outros que exibem méritos enquanto pedófilos, diversos tipos de extremismo, canibalismo (com quem come e quem se voluntaria a ser comido). Tráfico humano, terrorismo, nazismo e muitos outros temas, digamos, sensíveis, estão na DW. "Nada do que tem lá eu considero relevante para uma pessoa normal", criticou um programador com quem conversamos.
Comércio alternativo
Superficialmente, o que parece fazer mais sucesso é o tráfico de drogas, tanto que existem listas de vendedores recomendados, de acordo com a confiabilidade de cada um. Mas o comércio de armas corre solto, assim como o de contas do PayPal e de produtos roubados - existem lojas específicas para marcas como Apple e Microsoft, por exemplo. Também dá para contratar assassinos de aluguel que possuem valores para cada tipo de pessoa (celebridades, políticos etc.), com preços que vão de US$ 20 mil a US$ 150 mil.
Cibercriminosos e espiões oferecem seus serviços, e tem gente que garante fazer trabalhos acadêmicos sobre qualquer assunto, sem copiar de lugar algum. Sites promovem turismo sexual e, por menos de US$ 1 mil, prometem buscar o comprador no aeroporto. Outro destaque é a venda de documentos falsos, com páginas que oferecem até cidadania norte-americana. O dinheiro é abolido na DW e poucos negociantes confiam no PayPal, a bola da vez é mesmo a Bitcoin, uma moeda digital que torna as transações mais seguras.
Autoridades do mundo inteiro estão na deep web observando os passos de quem está lá dentro, talvez até com agentes se passando por usuários para obter informações e tentar antecipar ações ou desmascarar criminosos. É muito mais difícil encontrar os diretórios e identificar os internautas por lá, em função dos nós de acesso criados pelo Tor e dos serviços de hospedagem e armazenamento invisíveis da rede Onion. Mas nada é impossível, tanto que o Anonymous já expôs dados de milhares de pedófilos que usavam a DW (veja aqui).
Por mais que as coisas ali soem bizarras demais para o internauta comum, o especialista em segurança Jaime Orts Y Lago lembra que nada do que consta na rede alternativa está longe de ser encontrado nas ruas, cabe à pessoa decidir o caminho que lhe interessa. "Você não pode perder a oportunidade de viver neste mundo por medo", comentou, se referindo ao que há de positivo na DW. "Tem que se proteger, fazer as coisas com consciência, mas deixar de fazer por medo é perder uma vida."
via Olhar Digital
(Fonte da imagem: Shutterstock)
Conheça algumas informações sobre a gigante de Mountain View que a empresa evitar propagar.
Nem todas as informações sobre uma empresa são de conhecimento do público. Muitas vezes, por razões comerciais, divulgar algum dado confidencial pode fazer com que as ações de uma companhia caiam e, além disso, outras empresas podem acabar indo na onda adotando políticas semelhantes.
O site Market Watch publicou nesta semana um artigo em que lista algumas informações sobre a Google que talvez você até já saiba, mas que com certeza nunca verá nas propagandas da empresa. Afinal, não é do interesse dele que esse tipo de informação acaba se tornando muito popular.
Eles sabem o que você faz na internet
Você já deve saber que, quando está logado com uma conta do Google, todos os seus dados de navegação são coletados e, a partir do seu comportamento, a empresa consegue retornar anúncios publicitários mais adequados ao seu perfil. Mas como isso exatamente acontece? Ninguém sabe.
Os algoritmos usados para essa finalidade, bem como a maneira como os dados são cruzados, são tratados como “segredo de Estado” pela companhia. Sim, você pode optar por não participar das pesquisas, mas encontrar as opções de desvinculação nem sempre é uma tarefa simples e muito sequer imaginam que isso é possível.
Eles estão muito preocupados com os vírus
“O Android é o Velho Oeste dos aplicativos”. A frase é de Nick Holland, analista do Yankee Group. Segundo ele, a “terra sem lei” em que os apps podem se propagar sem muito controle pode fazer com quem, no futuro, o Android se torne um verdadeiro paraíso para os hackers.
A maioria dos usuários ainda dispensa o uso de um antivírus no smartphone e é justamente aí que reside o problema. Por outro lado, a Google não faz questão alguma de incentivar o uso de aplicativos do gênero, uma vez que isso poderia denotar uma sensação de que o Android é um SO inseguro.
Eles pretendem controlar a sua opinião
Imagine que você entra em uma livraria de um shopping e, dentro dela, ao lados dos livros, várias pessoas estão ali dizendo se gostaram ou não da publicação — ainda que não tenham lido o livro. É mais ou menos assim que funciona o sistema de comentários sobre um produto. Muitas vezes, as informações dos consumidores podem ser determinantes para que você compre ou não alguma coisa.
Mas e quando esses comentários são negativos? Um estudo realizado pela Forrester Research revelou que o livro “Jogos Vorazes” é mais bem avaliado no site da Amazon do que na loja da Google. A consequência disso é que o índice de compras no site da empresa de Jeff Bezos é maior do que na BookStore da Google. A empresa não está satisfeita com esse tipo de comportamento e estuda um jeito de selecionar melhor os comentários que exibe.
O Google Books está ficando para trás
As vendas de livros digitais estão crescendo em todos os países, em especial nos Estados Unidos. Entretanto, a maior beneficiada nesse novo cenário é a Amazon, que tem visto as suas vendas aumentarem exponencialmente, o que não acontece no mesmo ritmo na loja da Google.
O que acontece é que, ao menos nos EUA, as pessoas já criaram o hábito de associar a Amazon com livros digitais. Muitos consumidores sequer sabem da existência de uma Book Store do Google e, por conta disso, esse é um mercado em que a Google está muito longe em se tornar uma referência.
Escritórios legais são uma verdadeira armadilha
As fotos dos escritórios da Google impressionam qualquer um. Decoração atraente, alimentação e muitas áreas de lazer. Além disso, benefícios não faltam na folha de pagamento. Quem não gostaria de ter um emprego como esse, não é mesmo? Contudo, tantas regalias podem ter um alto preço.
Segundo alguns especialistas em relações de trabalho, ambientes como esse estimulam os funcionários a passarem mais tempo em função das suas atividades. A jornada de 8 horas diárias, por exemplo, acaba se misturando com o tempo de lazer e, no final das contas, a Google conta com uma legião de pessoas respirando trabalho muitas vezes mais de 16 horas por dia, o que a longo prazo pode não ser saudável.
Fonte: Market Watch
via Tec Mundo
Tudo aquilo que você tinha dúvidas se era verdade ou mentira finalmente revelado.
Não sei se você se lembra, mas no final do ano passado tomei a difícil decisão de vir a público e revelar que eu já fui um Illuminati. A minha história chegou a mais de 200 mil pessoas e, desde então, muita coisa mudou em minha vida. Mas isso não vem ao caso, já que quero continuar aqui sob proteção, como estou.
Você deve ter percebido que muita coisa mudou depois disso. Novas evidências são reveladas todos os dias na grande mídia e, me desculpe, se você ainda não acredita que tudo está contido em um grande plano, com certeza você está se comportando como a marionete perfeita para eles.
(Fonte da imagem: iStock)
Tentei abrir os olhos de vocês com aquele último aviso, mas pelo visto vocês ficaram com mais dúvidas ainda. Vejo vocês se perguntando sobre certas coisas, se é verdade ou mentira, e tenho vontade de rir. É claro que é verdade, vocês ainda têm dúvidas? Chegou a hora de esclarecer algumas coisas.
Sim, os Illuminatis controlam o mundo!
Nosso grupo é aquele que tudo sabe, nossos olhos são aqueles que tudo veem. Se você está conectado à internet, sabemos o seu IP e, por meio dele, temos acesso aos dados das suas buscas no Google. Os livros que você compra, a comida que você come, os comentários que você faz no Facebook, tudo está sob a nossa política de privacidade.
Sabe aquele texto que você não leu quando criou a sua conta? Ele nos dá plenos poderes para usarmos os seus dados e fazermos com eles o que bem entendermos. Criou um fake? Não importa, sabemos que seu IP acessa uma conta de email verdadeira. É só juntar as duas coisas e, em questão de segundos, sabemos a sua identidade.
Não adianta você se esconder sob o anonimato. Mais cedo ou mais tarde você vai sucumbir ao nosso domínio, comprando os produtos que quisermos vender para você, cobrando o preço que bem entendermos. Você fará das tripas coração, mas dará um jeito de satisfazer a nossa vontade, ainda que não acredite que nós existimos.
Sim, o RG com chip é “a marca da besta”
Vamos ampliar ainda mais o nosso controle sob o pretexto de informatizar o acesso a diversas informações. O novo RG com chip, que deverá ser implantado no Brasil em breve, é também conhecido internamente como “a marca das bestas”. Você já deve ter lido sobre isso em algum lugar. Se não leu, pesquise, não vou entregar tudo de mão beijada para vocês.
(Fonte da imagem: Divulgação/Governo Federal)
Tudo o que você precisa fazer é aceitar a nova forma de controle. Não temos dúvida nenhuma de que você vai fazer isso. É claro que, no começo, você pode até reclamar um pouco, postando comentários revoltados nas redes sociais, mas fazer algo contra isso? Duvido. Temos certeza que você vai deixar pra lá.
Sim, os extraterrestres existem e os EUA os escondem
Construída na década de 50, revelamos ao mundo a existência da Área 51 somente na década de 90. Sim, vocês foram muito insistentes e achamos melhor mudar a nossa estratégia. A base militar existe, mas você sabe o que tem lá dentro? Não sabe. Tudo o que você imagina se resume ao que você leu por aí ou que viu em algum vídeo do YouTube.
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Maps)
Rimos muito desse seu “conhecimento” do assunto. Pois bem, aqui vai a verdade: extraterresteres vêm praticamente todos os anos para a Terra. E, algumas vezes, conseguimos capturá-los. Aprendemos muito com eles e esse conhecimento é utilizado apenas para propósitos militares. É tudo o que nos importa.
Sim, já estivemos na Lua, mas ela não é como você pensa
O homem pisou ou não na Lua? A resposta para essa pergunta é sim, já estivemos lá. Qualquer argumento que você use para nos contrariar é inválido. Porém, tudo aquilo que você viu na TV não é de verdade, sendo apenas uma representação dos nossos estúdios.
Olha que foto bem batida? Iluminação de estúdio, não percebe?
(Fonte da imagem: Reprodução/Terra)
A verdadeira viagem à Lua aconteceu pela primeira vez na década de 90, e o que encontramos lá era muito, mas muito diferente, do que aquilo que você viu na TV e nas fotos. E digo mais: desafiamos você, caro leitor, a provar o contrário. A Lua é um lugar com algumas substâncias muito interessantes e “revolucionárias”. Ou você acha que o grafeno é mesmo uma substância terráquea? Acha? Tá bom, continue pensando assim.
A verdade foi dita, agora é com você
O maior cego é aquele que tem olhos e não vê. Diante dos olhos daqueles que leram este texto está toda a verdade. Muitos vão postar nos comentários que isso é um absurdo e que o texto não tem relação alguma com a realidade. Façam isso. É exatamente esse comportamento que os Illuminatis esperam.
Agora, se essas palavras foram suficientes para abrir a sua mente e fazer com que você ligue uma informação à outra, parabéns. O conhecimento é o primeiro passo para que você consiga se libertar deles. Entretanto, isso não significa que você está a salvo. Quem sabe se você se comportar direitinho, deixamos que você faça parte do nosso grupo iluminado. Mas enquanto isso não acontece, a farsa continua...
.....
Atenção: este artigo faz parte do quadro Erro 404, publicado semanalmente às sextas-feiras, cujo objetivo é fornecer um texto descontraído ao leitores do Tecmundo. Qualquer semelhança com a realidade é meramente coincidência.
via TecMundo
Documentos recentemente divulgados pelo governo norte-americano mostram que a força aérea dos Estados Unidos trabalhou no desenvolvimento de um disco voador na década de 1950. O projeto foi coordenado em conjunto com a Avro Canadá e um memorando de 1956, recentemente revelado, esmiúça as especificações daquele que pode ter sido o protótipo do projeto.
Segundo o documento, o disco, conhecido pelo codinome Project 1794, teria capacidade alcançar velocidades entre Mach 3 e Mach 4 (três a quatro vezes a velocidade do som, respectivamente. Em km/h: 3700 a 4800). O teto operacional do aparelho seria de 30.500 metros de altitude e ele poderia cobrir um percurso de 1850 km com apenas um tanque de combustível. Sob todos os aspectos, para a época, trataria-se de uma aeronave com capacidades impressionantes.
Pelo que se sabe, a partir do documento revelado pelo governo norte-americano, o disco poderia voar adotando o princípio do Efeito Coandă. Em resumo, essa particularidade diz que um fluido – imagine o ar atmosférico como um – tende a permanecer unido a uma superfície curva adjacente. Complicou? Pegue um copo e segure-o deitado, na horizontal, debaixo da torneira. Abra e veja que a água tende a correr acompanhando a curvatura do vidro. Se fosse areia no lugar do líquido, ela ricochetearia ou, simplesmente, desceria verticalmente. A nave adaptava esse princípio para gerar empuxo e sustentação no ar.
A aeronave seria composta por dois anéis: o maior, no interior, comporia a fuselagem e o habitáculo do piloto. O outro, externo e menor, giraria a altas velocidades, criando o Efeito Coandă e, a partir dele, gerando a sustentação no ar. De acordo com os escritos, os motores seriam jatos da época, as manobras possíveis pelo uso de pequenos flaps e o aparelho realizaria pouso e decolagem verticais.
Os arquivos foram revelados pelo US National Archives, órgão público que se encarrega da preservação dos documentos de Estado norte-americanos e a divulgação deles quando seus assuntos deixam de ser sensíveis ou secretos. Agora sabe-se muito sobre o aparelho e os únicos mistérios em torno dele são o seu paradeiro e a resposta para a pergunta: um dia ele decolou?
Via Dvice
