Uma das funções disponíveis nas Smart TVs é a tecnologia para reconhecimento de voz do usuário. O recurso é muito útil, principalmente quando você "perde" o controle remoto da televisão e quer aumentar o volume ou trocar de canal, mas a ferramenta também pode oferecer outros importantes serviços.
As novas Smart TVs reconhecem sua voz até mesmo pelo controle remoto (Foto: Reprodução)As novas Smart TVs reconhecem sua voz até mesmo pelo controle remoto (Foto: Reprodução/Samsung)









Samsung, por exemplo, utiliza o reconhecimento de voz na função Smart Interaction. Através dessa função, é possível ativar alguns comandos da Smart TV sem o uso do controle remoto. Para isso, microfones foram embutidos no próprio corpo da televisão e no controle remoto sensível ao toque que acompanha o aparelho. Segundo a empresa, o usuário pode ligar/desligar a TV, mudar de canal, acessar aplicativos e navegar na web usando comandos de voz.
No caso das Smart TVs da Samsung com reconhecimento de voz, basta dizer “Smart TV, Ligar!” para ligar o aparelho ou “Olá, TV!” para ativar o menu de opções. Nesse menu é possível aumentar/diminuir volume, trocar o canal ou acessar outras funções do aparelho, como o Smart Hub. A Samgung aconselha utilizar os comandos de voz em ambientes sem ruídos e a uma distância de até 4 metros da TV. Caso o ambiente tenha ruídos, utiliza-se o controle remoto com reconhecimento de voz, aumentando a distância para até 10 metros.
Além disso, a tecnologia Smart Interaction não exige o cadastramento de vozes, ou seja, qualquer pessoa pode enviar comandos de voz para a TV sem nenhum tipo de configuração prévia. Entretanto, os comandos de voz são restritos e não conseguem operar todas as funcionalidades da TV, como aumentar o brilho ou nos aplicativos. Um dos modelos que oferece tal funcionalidade é a Samsung Smart TV Slim LED 3D UN46ES7000G, com 46 polegadas. O aparelho sai por aproximandamente R$ 4 mil.
Outro fabricante que oferece o recurso de reconhecimento de voz em alguns aparelhos é a LG. No entanto, o recurso funciona apenas diante do uso do Magic Remote, um controle remoto especial que tem um microfone embutido. É importante lembrar que o dispositivo é vendido separadamente do aparelho de TV. Com isso, a tecnologia de reconhecimento de voz da LG funciona de forma um pouco diferente.
Nas Smart TVs da LG não é possível aumentar/diminuir volume, nem trocar o canal através de comandos de voz. As duas ações só podem ser feitas de forma convencional, pelo controle remoto. Entretanto, o Magic Remote permite utilizar comandos de voz em aplicativos, como uma busca na web ou atualizações em redes sociais. Basta falar a palavra ou a frase desejada e aguardar o reconhecimento ser feito pela TV. Um dos aparelhos que suporta a tecnologia de reconhecimento é a LG Smart TV 55LA6200. O modelo de 55 polegadas é vendido por R$4.900, aproximadamente.
Cartuchos de alimentos da máquina teriam vida útil próxima de 30 anos

Reprodução
Let's Pizza
Enquanto o mundo discute as consequências de se poder criar quase qualquer coisa com a ajuda de uma impressora 3D - inclusive armas -, a agência espacial norte-americana, responsável por fazer o homem pisar na Lua, resolveu investir em setores mais tranquilos.

O engenheiro mecânico Anjan Contractor, da Systems and Materials Research, que opera em Austin, no Texas, recebeu aporte de US$ 125 mil da NASA para um projeto que pretende fazer pizzas com essas máquinas.

Contractor já criou um dispositivo que consegue imprimir chocolate sobre biscoito. Agora ele quer que a impressora cuide da massa e dos recheios do prato italiano.



Os cartuchos seriam carregados com blocos de construção de produtos alimentares; são carboidratos, proteínas e nutrientes transformados e pós e óleos que, combinados, fariam diferentes tipos de alimentos.

A vida útil dos cartuchos seria "extremamente longa", segundo a CNET, e é por isso o interesse da NASA, que poderia usar a impressora em expedições espaciais. A expectativa é que a duração fique próxima dos 30 anos.


via olhar digital
Imagem será transmitida por ondas de rádio para o sistema solar Gliese 526

Reprodução
gif
Polêmicas à parte sobre a pronúncia da palavra, é fato que os GIFs animados se entranham cada vez mais na cultura global. E a Nasa, sabendo disso, os utilizará como forma de tentar levar um pouco do que é a vida na Terra para outros planetas.

O projeto Lone Signal tenta comunicar com a vida extraterrestre e já mandou, em 2008, a música "Across The Universe", dos Beatles, por meio de ondas de rádio. 

O GIF será transmitido para o sistema solar Gliese 526, que potencialmente pode abrigar vida inteligente, e fica a 17,6 anos-luz do planeta Terra. O sinal deve chegar em 2031.

As imagens, no entanto, estão bem longe de serem impressionantes. O GIF mostra um homem calvo coçando a orelha e a obra foi chamada de "Humans watching Digital Art" ("Humanos assistindo a Arte Digital"). O artista por trás da obra, chamado Kim Asendorf, foi convidado para participar da transmissão.

Se você não está satisfeito com a mensagem que está representando o planeta, não se preocupe. Em breve, qualquer um poderá enviar sua própria mensagem para o espaço, desde que pague uma quantia.


via olhar digital
O 3D já não é novidade para algumas pessoas. Porém, muita gente ainda desconhece tal tecnologia e não sabe como ela funciona. Além disso, encontrar conteúdos em 3D para assistir é outro grande problema. O TechTudo preparou uma matéria especial para que você fique sabendo todos os detalhes com relação à tecnologia 3D.

A tecnologia 3D permite que o usuário veja imagens com profundidade (Foto: Reprodução)A tecnologia 3D permite que o usuário veja imagens com profundidade (Foto: Reprodução)
Ao olhar um objeto no mundo real, percebe-se profundidade em suas formas. Esse é o comportamento natural inerente ao par de olhos de um ser humano. E é justamente a presença de dois olhos que fazem tal efeito “acontecer”.
Os feixes de luz refletidos pelos objetos entram de forma um pouco diferente em cada olho. O cérebro, por sua vez, processa cada uma das imagens e as une de forma tão rápida que nem percebemos. Mas por qual motivo que ao olhar uma TV comum não temos a sensação de estar vendo em 3D?
Simples. A imagem emitida pela TV para ambos os olhos é a mesma! Neste caso, o cérebro processa uma imagem muito semelhante, o que gera a sensação de estarmos vendo algo plano. Em uma TV com a tecnologia 3D o processo é diferente. A tela produz duas imagens ao mesmo tempo, porém, elas estão localizadas em pontos diferentes (Veja a imagem da Estátua do Leão, localizada no Instituto de Arte de Chicago). Esse truque ilude o cérebro e traz a sensação de profundidade ao observador.
Exemplo de imagem em 3D (Foto: Reprodução)Exemplo de imagem em 3D (Foto: Reprodução)
Aí você pensa: “olhei a imagem da Estátua do Leão e não percebo nenhuma imagem em 3D!?”. Correto! É nesse momento que entram os óculos, que podem ser passivos ou ativos.
Os óculos passivos são os mais comuns e utilizam cores para “enganar” o cérebro. Geralmente, uma lente é azul e a outra é vermelha. No caso da imagem da Estátua do Leão, uma imagem é azulada e outra é avermelhada. Em conjunto com o óculos, cada lente realiza um filtro diferente, dando a impressão de profundidade à imagem. Outra opção de óculos passivos são encontrados, normalmente, em cinemas e contam com lentes polarizadas. O processo de ilusão é semelhante. A vantagem, neste caso, é que o óculos não distorce tanto as cores das imagens.
Os óculos ativos são diferentes. O trabalho deste equipamento é decidir quando cada olho pode ver a imagem da tela. Confuso? Não. Complexo? Sim. Esses óculos sincronizam os sinais emitidos pela TV (com 3D-Ready) e, literalmente, desligam a visão de um dos olhos enquanto o outro permanece recebendo as imagens. Esse processo é alternado e repetido em uma velocidade bastante rápida, imperceptível. Assim, o cérebro é novamente enganado e você acha que as imagens têm profundidade.
Óculos Passivos e Ativos para visualização de conteúdo em 3D (Foto: Reprodução)Óculos Passivos e Ativos para visualização de conteúdo em 3D (Foto: Reprodução)
Então, você pensa: “Legal, mas onde posso ver conteúdos em 3D?” Existem diferentes formas. Se você gosta de cinema, lá terá, possivelmente, a melhor experiência tanto em qualidade de imagem quanto em qualidade sonora. Mas se você não quer sair de casa, terá que investir em uma TV que suporte essa tecnologia.
Disco de Blu-ray em 3D (Foto: Reprodução) (Foto: Disco de Blu-ray em 3D (Foto: Reprodução))Disco de Blu-ray em 3D (Foto: Reprodução)
Existem diversos modelos de diferentes tamanhos e preços. Basicamente, uma TV com 3D simples, com 32 polegadas custa em torno de R$ 1200 (Fonte: zoom.com.br). Mas não basta ter a TV. É necessário que o conteúdo seja gerado especialmente em 3D. Algumas operadoras de TV por assinatura já oferecem conteúdo especial para TVs com 3D.
Outra forma de ver imagens em 3D é através de discos para Blu-ray Player 3D. Neste caso, mais uma vez será necessário adquirir um aparelho especial para assistir o conteúdo dos discos. Prepare-se para pagar, no mínimo, R$ 350.
via Tech Tudo
Os donos de iPhones são mais fiéis a marca do que os proprietários de aparelhos Android, conforme mostra uma pesquisa realizada pela empresa Retrevo. Segundo o estudo, 81% dos usuários de modelos da Apple pretendem adquirir outro aparelho da mesma marca no futuro, enquanto somente 63% dos donos dos gadgets Android pensam em comprar outro com o mesmo sistema.
Usuários do iPhone são fiéis à Apple (Foto: Divulgação/ Apple)Usuários do iPhone são fiéis à Apple (Foto: Divulgação)
Dentre os usuários "infiéis", 14% dos atuais donos de iPhone se disseram indecisos em relação a comprar outro aparelho da empresa de Steve Jobs, e apenas 4% afirmaram que pretendem mudar para Android. Já 12% dos usuários do Android já decidiram que irão comprar um iPhone, enquanto 23% se mostraram indecisos se vão pegar outro smartphone Android da próxima vez.
A pesquisa revelou também que 17% dos usuários do telefone da maçã gostariam que o seu próximo aparelho tivesse tela maior, contra 21% dos donos de Android. Além disso, apenas 5% dos donos de smartphones da Apple desejam um aparelho mais barato. Os números mostram que os fãs do modelo da Apple realmente não se importam com as telas reduzidas e os preços altos dos aparelhos, contando que seja um iPhone.
O estudo da Retrevo ainda conseguiu algumas conclusões curiosas: os homens tendem a preferir o Android, enquanto as mulheres são mais propensas ao iPhone. Além disso, a pesquisa revela que 35% dos atuais donos de iPhone dizem que estão esperando para comprar outro aparelho assim que a Apple lançar o próximo modelo, enquanto apenas 6% dos usuários do Android estão fazendo o mesmo.
Via Cnet, tech tudo
Galaxy S4 mini foi anunciado no último dia 30 de maio como uma versão menor e mais simples do Galaxy S4, o mais novo smartphone top de linha da Samsung. Apesar de manter o nome do irmão mais velho, o S4 mini possui características bem diferentes, o que pode gerar dúvidas nos usuários que esperam um aparelho idêntico ao S4 original mas em um tamanho menor. Confira, então, um comparativo entre os modelos.
Samsung Galaxy S4 e Galaxy S4 mini têm especificações diferentes, mas são ótimos smartphones (Foto: Reprodução)Galaxy S4 e Galaxy S4 mini têm especificações diferentes, mas são ótimos smartphones (Foto: Divulgação)

A diferença mais óbvia entre os dois modelos é no tamanho. Os designs são bem semelhantes, mas o S4 conta com uma grande tela de 5 polegadas, enquanto o mini traz um de apenas 4,3. A qualidade dos displays também é diferente: o original traz uma Super AMOLED em FullHD (1080p), enquanto o mais básico conta com uma em qHD (540p). O mini tem um corpo bem menor e mais leve (118g contra 143g) que o do irmão mais velho, embora seja mais grosso (8,9 mm de espessura contra 7,8 mm).
O que não é óbvio ao se analisar os aparelhos, é que seus hardwares também são muito diferentes. O S4 mini tem um poder de processamento um bem abaixo de sua versão maior: ele traz um chip dual-core de 1,7 Ghz, bem mais simples que o quad-core de 1,9 Ghz do S4 original. A memória RAM do mini é muito boa, mas também fica aquém do modelo maior: 1,5 GB contra 2 GB.
Além disso, a câmera traseira e a bateria do S4 mini não são tão impressionantes quanto as do Galaxy S4 original. Enquanto o original tira fotos com sensor de 13 megapixels e conta com uma grande bateria de 2.600 mAh, a versão pequena traz uma câmera de 8 MP e bateria de apenas 1.900 mAh. O armazenamento é outra grande diferença: o mini é vendido apenas com 8 GB internos, enquanto o S4 grande conta com opções de 16, 32 e 64 GB.
De um modo geral, porém, ambos os aparelhos são muito bons. Os dois contam com o último Android, a versão 4.2.2 Jelly Bean, além de possuírem conexão 4G. O S4 mini ainda tem a vantagem de ser muito mais barato que o original - embora o preço não tenha sido divulgado, este é o grande trunfo das versões "mini" da Samsung - e possuir uma versão com suporte a dois chips de operadoras diferentes.
Se você é um usuário que utiliza seu smartphone para tudo, e gosta de estar sempre com um aparelho de alto desempenho, o mais aconselhável é adquirir o Galaxy S4 - apesar do seu alto preço de R$ 2,5 mil. No entanto, se você é um usuário comum, que utiliza o smartphone de maneira moderada e só costuma usar e-mail, redes sociais, apps comuns e jogar games leves, o Galaxy S4 mini é uma ótima opção.
Tabela comparativa entre Galaxy S4 e Galaxy S4 Mini (Foto: Arte/TechTudo)Tabela comparativa entre Galaxy S4 e Galaxy S4 mini (Foto: Arte/TechTudo)
Tech tudo

Muita gente deve lembrar dos tempos do Vídeo-Cassete, em que era possível gravar o conteúdo da TV, o tempo passou e graças aos avanços da tecnologia, hoje em dia é possível gravar o mesmo tipo de conteúdo através da TV, mais precisamente, alguns modelos de Smart TVs. Cada marca denomina tal funcionalidade com um nome diferente, vejamos quais são elas.
Alguns modelos de Smart TVs permitem a gravação de conteúdo através de Pendrive ou Disco Externo (Foto: Reprodução)Alguns modelos de Smart TVs permitem a gravação de conteúdo através de Pendrive ou HD externo (Foto: Reprodução)
A tecnologia mais recente da LG para gravação de conteúdo diretamente na Smart TV é chamada de Time Machine II. Segundo a empresa, esse recurso permite a gravação de programas de TV com mais facilidade. A própria TV conta com 4 GB de espaço interno para armazenamento da programação e mais 5 GB gratuito na nuvem. Além disso, é possível gravar um programa enquanto você assiste a outro canal.
É possível, também, pausar, retroceder e rever partes de um programa a qualquer momento. Por fim, a tecnologia Time Machine II permite o agendamento de gravações. Um dos modelos que acompanha essa tecnologia é a LG Smart TV 42LA6200. O preço mais baixo encontrado para esse modelo foi de R$ 2.199 (Fonte: zoom.com.br)
A Philco chama sua tecnologia de HD Recorder. O princípio é semelhante, mas infelizmente a empresa não dá muitos detalhes sobre as características da funcionalidade. A única menção diz respeito à possibilidade de gravar programas DTV através da porta USB. Ou seja, a tecnologia das TVs da Philco só funcionará caso a sua cidade tenha o sinal de TV Digital. O modelo PH42 LEDE53SG custa R$ 1.699,90 (Fonte: zoom.com.br).
No caso da Philips, a tecnologia para gravação de conteúdo é chamada de Program. Como a tecnologia HD Recorder, a funcionalidade da Philips também grava a programação digital da TV, desde que um disco rígido esteja conectado à TV. Assim, é possível pausar o seu programa favorito naquele momento em que você precisa se afastar da TV. O modelo de 32PFL3508G/78, com 32 polegadas, tem um preço sugerido de R$ 1.399 (Fonte: philips.com.br).
Processador CE5300 Berryville pretende deixar o conceito SmarTV mais avançado (Foto: Reprodução) (Foto: Processador CE5300 Berryville pretende deixar o conceito SmarTV mais avançado (Foto: Reprodução))Grave conteúdos da programação nas Smart TVs  (Foto: Reprodução)
A tecnologia para gravação de conteúdo da Samsung é chamada de Rec PVR (Personal Video Recorder Ready). Segundo a empresa, é possível gravar conteúdo em qualidade HD tanto em um pendrive como em um disco externo através da porta USB da TV. Esse recurso permite a visualização do conteúdo, por exemplo, em um computador. Além disso, a Samsung informa que a tecnologia também funciona com o sinal de TV aberta. O menor valor encontrado para o modelo UN40ES6500G, de 40 polegadas, foi de R$ 1.785,49 (Fonte: zoom.com.br).
Os modelos aqui citados são apenas referências e não são os únicos que contêm a funcionalidade de gravação de conteúdo. É importante que você pesquise os diversos modelos de cada marca para encontrar algum que contenha as características consideradas necessárias para o seu tipo de utilização.
via tech tudo


Está pronto para a verdade? Na maioria dos casos, é você quem fornece seu endereço para os spammers, pessoas que infestam a sua caixa postal com propagandas que você nunca pediu. Por exemplo: sabe quando você acredita em pop-ups - aquelas irritantes janelas que surgem na tela - oferecendo senhas gratuitas para sites pornográficos em troca do seu endereço de e-mail? 
Pronto! Os caras podem até mandar um código pra você ver umas minas peladas. Mas, geralmente, isso é só uma desculpa para essa gente enviar mensagens publicitárias para você, prometendo desde o ensino de idiomas até aumentar o tamanho do bilau. E haja spam: de acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança - uma entidade especializada em segurança da internet -, em agosto deste ano, um em cada quatro e-mails enviados no Brasil era spam! Mas você não é o único culpado. Os spammers ainda atacam com outras técnicas (dá uma olhada no quadro abaixo). Para que tanto esforço? Basicamente, porque o spam é uma forma barata de se fazer propaganda.
 E em um universo de milhões de contas, os spammers sempre conseguem atrair uma parcela de clientes. "39% das pessoas admitem que clicam em links enviados em e-mails não solicitados", diz o analista Marcel Nienhuis, especialista em pesquisas sobre a internet.
Detetives do lixoQuatro técnicas que os spammers usam para descobrir seu endereço
VARREDURA MANUAL
Funcionários das empresas de spam navegam pela net coletando endereços exibidos em grupos de discussão ou salas de bate-papo. Depois, eles mandam propaganda para todo mundo que deu mole e deixou endereço nessas listas
VARREDURA COM ROBÔS
Alguns spammers usam softwares que varrem telas de sites à procura do símbolo "@", essencial para um endereço de e-mail. Eles capturam os endereços, montam uma megalista e mandam spams para a galera
TENTATIVA E ERRO
Softwares disparam e-mails "adivinhando" o usuário pela combinação de letras. Se o seu e-mail for jsilva@abc.com, o programa manda mensagens para jsilver, jsilv e jsilva, por exemplo. As duas primeiras voltam, mas a terceira chega...
COMÉRCIO ILEGAL
Combinando as três técnicas anteriores, piratas coletam endereços e os gravam em CDs. Depois, vendem o produto para empresas de spam. No centro de São Paulo, um CD pirata com 1 milhão de endereços sai por 10 reais!

via http://mundoestranho.abril.com.br

Não. Quando as pilhas estão fracas, não adianta forçar a barra. Também não resolve nadinha misturar pilhas novas com usadas. "A pilha gasta pode consumir parte da energia da nova e diminuir sua vida útil", diz o físico Cláudio Furukawa, da Universidade de São Paulo (USP). Em condições normais, essas minibaterias dão gás para o controle remoto por mais de um ano. Agora se o problema do seu aparelho não for pilha gasta, mas algum mau contato, aí, sim, os apertões podem ajudar.
Tudo sob controleForçar as teclas só resolve em caso de sujeira ou oxidação de peças
1 - O controle remoto é composto de uma placa com os botões de comando, que fica perfeitamente alinhada sobre uma placa com um circuito eletrônico. Cada tecla apertada aciona uma área específica do circuito
2 - O circuito eletrônico é alimentado pela energia das pilhas e envia pulsos para um emissor de raios infravermelhos. Cada área do circuito manda pulsos que piscam de maneira diferente, sendo depois "traduzidos" pelo receptor do aparelho de TV, de DVD...
3 - Caso haja uma oxidação dos componentes do circuito eletrônico, ou se acumule sujeira entre a placa dos botões e a do circuito, pode ocorrer um mau contato. Nesses casos, uma apertada mais forte nos botões pode ajudar a aproximar as peças separadas

via http://mundoestranho.abril.com.br

Para tentar livrar sua caixa de entrada de propagandas e correntes, a maioria dos fabricantes de programas anti-spam conta com uma combinação de técnicas:
• PALAVRAS SUSPEITAS
Um software detecta nas mensagens enviadas características geralmente relacionadas a spams, por exemplo, expressões como "dinheiro fácil" ou "sexo". Segundo os fabricantes, a taxa de acerto é boa, mas pode barrar mensagens normais. "Essa técnica causa uma grande taxa de falsos-positivos, ou seja, o programa acaba bloqueando uma mensagem achando que é spam, mas não é", afirma Wagner Tadeu, diretor-comercial da empresa de segurança digital Symantec.
• LISTAS NEGRAS
São cadastros atualizados que o serviço anti-spam usa para bloquear determinados remetentes. O usuário poderia fazer isso sozinho, mas os spammers (apelido no mundo da informática para as pessoas que enviam spam) mudam constantemente de remetente, driblando o usuário. Para evitar essa malandragem, as empresas de segurança criam caixas-postais "armadilhas" só para receber spams. De tempos em tempos, os novos endereços dos spammers são enviados para o serviço de atualização anti-spam, que bloqueia e desvia as mensagens dos espertinhos assim que elas chegam aos destinatários.

Porque não há um padrão nacional para a tensão (ou voltagem) que chega às tomadas das nossas casas. Quando o Brasil começou a montar sua rede elétrica, no início do século 20, diferentes companhias se estabeleceram em cada região do país. "A escolha do sistema de 110 volts ou de 220 volts dependeu do país de origem das primeiras empresas e de uma análise de custos: a quantidade de consumidores por metro quadrado, o dinheiro para a instalação e para os materiais necessários, como transformadores e cabos", afirma Ronaldo Roncolatto, gerente de engenharia da empresa CPFL. Nesses primórdios da eletrificação, as canadenses Rio de Janeiro Tramway, Light & Power e São Paulo Light & Power instalaram redes de 110 volts para consumo residencial nas duas principais cidades da Região Sudeste. Já as primeiras concessionárias que distribuíram energia na Região Nordeste optaram pelo 220. Nos dois casos, os sistemas continuam os mesmos até hoje porque, depois de instalada, é inviável reformar toda a rede de distribuição - custaria uma nota preta. E não há nenhuma razão forte para justificar esse gasto. 
"Existem vantagens e desvantagens em cada tipo de sistema. Não se pode dizer que um é mais vantajoso que o outro sempre", diz Ronaldo. Por isso, não dá para dizer que exista uma tendência clara a respeito de qual será a tensão dominante no futuro. Abaixo, a gente enumera os pontos fortes e fracos do 110 e do 220 em cinco perguntas cruciais.
Volt contar...... Cinco diferenças entre 110 e 220 volts. Presta tensão!
Qual é a tensão mais segura?
A 110 volts. Na hora que um dedo vai parar acidentalmente na tomada, o choque de 220 volts é duas vezes mais forte que um de 110 volts. Isso porque, no caso do corpo humano, quanto maior a tensão na tomada, maior a corrente elétrica que causa o choque. É o contrário do que rola com os aparelhos elétricos.
Qual é a melhor tensão para evitar apagões?
A 220 volts. Geralmente, um "apagão" ocorre quando as casas solicitam um excesso de corrente elétrica à rede de distribuição. Ligar aparelhos em 220 volts é uma forma de evitar essa sobrecarga porque, quanto maior a tensão, menor é a corrente que os aparelhos elétricos usam para funcionar.
Qual é a tensão com manutenção mais barata?
É a 220 volts - pelo menos para os concessionários. Esse sistema usa menos transformadores e cabos mais baratos no caminho da distribuidora até o consumidor final.
Qual é a tensão que consome menos recursos ambientais?
Não faz diferença. Para nossos recursos naturais (por exemplo, a água das hidrelétricas), também não importam nem a tensão nem a corrente. O que conta mesmo é a potência total dos aparelhos ligados à rede elétrica.
Qual é a tensão mais econômica para o consumidor?
Não faz diferença, porque o consumo é medido em quilowatt-hora - ou seja, pela potência e pelo tempo de funcionamento dos aparelhos ligados. Para reduzir a conta de luz, é preciso usar menos os aparelhos ou optar por modelos menos potentes.

via http://mundoestranho.abril.com.br
A icônica série sci-fi, Star Trek, ganhou recentemente um novo game, de mesmo nome, inspirado no mais novo filme da franquia. Sendo assim, o TechTudo resolveu voltar no tempo e relembrar os principais games inspirados pela saga, desde os clássicos e rudimentares até os mais atuais.
Confira o review de Star Trek.
Star Trek (Foto: Divulgação)Star Trek (Foto: Divulgação)
A saga espacial soma dezenas de títulos produzidos para videogames e computadores, descontando os jogos de tabuleiro, cartas e RPGs. A paixão dos Trekkers, como são chamados os fãs de Star Trek, é tão grande que a série teve um relativo sucesso no meio do entretenimento eletrônico. Desde 1971, praticamente em todos os anos tivemos um jogo baseado no universo da franquia.
Primeiro game de Star Trek era somente em texto (Foto: Reprodução)Primeiro game de Star Trek era somente em texto (Foto: Reprodução)
Em 1971 foi lançado Star Trek, o primeiro de muitos, mas somente em texto. O jogo saiu para computadores e baseava-se em linhas de comando para administração da USS Enterprise. Através dos comandos você teria que controlar a nave da Frota Estelar contra os inimigos por toda a galáxia. A interface era simples, com a tela de fósforo da época, mas agradou pela grande interatividade.
Já Apple Trek foi o primeiro jogo da franquia lançado para um computador da Apple. Também completamente rudimentar e jogado a partir de textos. O primeiro game com uma interface diferente foi lançado para o Atari 800, em 3D Star Trek. O jogo, na verdade, de 3D não tinha nada, mas já era um avanço em relação aos títulos anteriores.
Simuladores baseados na série também foram produzidos, como Begin (Foto: Reprodução)Simuladores baseados na série também foram produzidos, como Begin (Foto: Reprodução)
Em 1981, a série ganhou um spin-off. Begin: A Tactical Ship Simulation foi um game para MS-DOS de simulação de naves. O jogo se passava no universo Star Trek e tinha diversas naves da saga, além de raças e organizações. Os gráficos eram rudimentares, mas o game possuia uma interface de combate, algo até então inédito para os jogos de Star Trek.
Ao longo dos anos, diversas versões dos games da franquia foram produzidas para computadores com MS-DOS e Windows. Porém, muitos ainda permaneciam no modelo baseado em texto e linhas de comando, com exceção de Star Trek Arcade, para fliperamas.
Somente em Star Trek: 25th Anniversary, em 1992, os fãs puderam apreciar um game com gráficos avançadíssimos – ao menos para a época. O título foi lançado no Amiga, com suporte também para PCs com MS-DOS e foi o primeiro grande sucesso da franquia nos games, de crítica e público. O jogo era, basicamente, um adventure do tipo aponte e clique, mas possuía algumas partes com mais ação e combate de naves. A partir daí, todos os games da série prezaram pela qualidade gráfica e pela ação dentro da nave.
Série Next Generation foi tema de vários jogos (Foto: Reprodução/Moby Games)Série Next Generation foi tema de vários jogos (Foto: Reprodução/Moby Games)
A fase “Next Generation” do seriado Star Trek também teve seus próprios games, começando por A Final Unity, em 1995, para computadores. Além disso, até mesmo os temíveis Klingons ganharam jogo próprio, em 1996, com uma continuação baseada nos robóticos Borg. A popular série Deep Space Nine também foi homenageada em um para PCs, em 1996.
Starfleet Academy foi o primeiro simulador real de espaçonaves com gráficos avançados em 3D no distante ano de 1997. Assim, muitos seguiram o mesmo caminho, como em Birth of Federation, Starfleet Command, que ganhou duas continuações, e até mesmo um jogo baseado em construção de naves, em Starship Creator. Deep Space Nine ganharia ainda mais dois games, em 2000 e 2001, um do tiro em terceira pessoa e outro de estratégia.
Star Trek Legacy é um dos piores da série (Foto: Divulgação)Star Trek Legacy é um dos piores da série (Foto: Divulgação)
Dos mais recentes games podemos citar Bridge Commander, que te colocava na pele de um comandante para controlar a frota em combate, e Star Trek: Legacy, lançado em 2006 é um dos piores jogos da história da franquia, graças aos gráficos fracos e jogabilidade pior ainda. A saga tentou se reerguer nos games com a onda do novo filme nos cinemas, lançado em 2009, mas sem muito êxito. No mesmo ano chegou o criticado Star Trek: DAC, que trazia batalhas entre naves no PC, Xbox 360 e PS3, mas sem muita inspiração e com uma jogabilidade desanimadora.
Por outro lado, Star Trek Online, para PC e Mac, deu um novo ânimo para a marca e angariou uma boa legião de fãs. O jogo começou sua carreira com modelo de negócios pago, mas logo se tornou gratuito e atraiu muita gente. No game é possível ser comandante de sua própria nave e ter sua tripulação escolhida a dedo – também é possível participar de batalhas espaciais com outras naves, o que deixa tudo mais épico.
Nova série de filmes também inspirou um jogo com Kirk e Spock (Foto: Divulgação)Nova série de filmes também inspirou um jogo com Kirk e Spock (Foto: Divulgação)
Em 2011, o promissor Star Trek Infinite Space, que também seria online, teve sua produção cancelada, mas os fãs não ficariam muito tempo sem um jogo da série. Anunciado em 2010, o game chamado apenas de Star Trek foi lançado em 2013, pegando carona no sucesso de Além da Escuridão. O jogo, desta vez, coloca o jogador no controle dos personagens do longa-metragem, em uma história alternativa, que não tem ligação com os filmes recentes, mas complementa aquele universo.
Star Trek é uma das marcas com o maior número de videogames já lançados. Em todos estes anos, mais de 50 títulos foram disponibilizados, isso sem falar em pequenos minigames, máquinas de pinball e outros. Ainda que alguns destes títulos não tenham sido memoráveis, eles expandiram o sucesso e as histórias de Kirk, Spock e toda a tripulação da Enterprise.
via tech tudo
>Espécie invasiva originária da Argentina e do Brasil tem uma queda por eletrônicos, e inseticidas convencionais são inúteis contra elas.

Moradores da região sul dos Estados Unidos, da Flórida ao Texas, estão tendo de se preocupar com uma nova ameaça aos seus aparelhos eletrônicos: uma espécie invasora de formiga.
Com o nome científico de Nylanderia fulva, e popularmente conhecido como “formiga maluca”, por causa do seu padrão errático de movimento, o inseto vem causando danos em equipamento eletrônico e até tomadas por onde passa.
São formigas pequenas, com pouco mais de 3mm de comprimento, que podem entrar em tomadas elétricas ou outras frestas na casa. Pesquisadores ainda não sabem porque elas são atraídas pelos equipamentos eletrônicos, mas em apenas um ano estima-se que tenham causado um prejuízo de US$ 146,5 milhões em danos a aparelhos apenas no estado do Texas.
A parte curiosa é que elas não gostam do “sabor” dos eletrônicos, e o comportamento destrutivo é causado por um instinto falho. Uma formiga pode ser atraída para uma fonte de alimentação, talvez pelo calor ou campo elétrico, e quando encosta em um componente energizado é eletrocutada. Nesse momento ela imediatamente lança um feromônio no ar, que atrai mais formigas para o local.
nylanderia_pubens-360px.jpg
Uma das "formigas malucas"
O feromônio é tipicamente usado como um sinal químico para comunicar a descoberta de comida aos outros membros da colônia. As formigas esfregam o abdômem no chão para que o cheiro marque o local, o que explica porque elas formam uma “fila indiana” até comida ou outros insetos mortos.
Se as formigas atraídas pelo feromônio tocarem sua companheira morta, ou o componente, elas também morrem, liberando mais feromônios e criando uma reação em cadeia que atrai mais formigas para o local. Em breve há tantas formigas dentro do aparelho que elas acabam causando um curto-circuito.
As formigas também carregam terra ou areia para o interior do equipamento, que pode aculumar umidade que eventualmente irá “fritá-lo”.
Assim como muitas outras espécies invasoras, foram os humanos que levaram as formigas para os EUA. Elas são nativas da América do Sul, mais especificamente do Brasil e da Argentina, e sozinhas não viajam muito. E para piorar, elas não se importam com os inseticidas comuns.
Portanto, antes de fazer uma “boquinha” perto do computador ou smartphone, pense duas vezes. Suas migalhas podem estar atraindo formigas para um “prato” muito mais saboroso, e caro.
via PC World
Olá, como dito na descrição hoje darei dicas sobre qual o melhor tamanho e tipo de HD a ser escolhido na hora de fazer uma upgrade no seu pc ou então por que o seu anterior deu problemas ou está cheio, enfim, vamos ao que realmente interessa.

Antes de começar a dar as dicas vou dar algumas informações relevantes sobre os HARD DISK'S ou Discos Rígidos (HD) de que iremos falar aqui, então vamos lá.

SATA ou IDE? Qual o melhor?


Muitas pessoas não fazem a menor idéia do que é SATA ou IDE, acham que é a marca ou simplesmente não fazem idéia, então vamos desmistificar isso, para isso vamos começar dizendo a principal característica de todas; a velocidade. A velocidade é o que realmente interessa a todos os usuários, ninguém gosta de abrir a pasta "Meus Documentos" no XP e ficar esperando aquela "lupazinha" parar de procurar os arquivos e no Windows 7 ninguém gosta daquela barra verde carregando, não é? Pois é, a principal diferença entre o HD IDE e o SATA é a velocidade com que os arquivos são lidos e escritos no disco, ou velocidade de gravação e leitura, isso influencia bastante na hora de abrir pastas, arquivos, imagens e etc, não adianta você ter uma máquina super preparada e utilizar um HD IDE, isso vai atrapalhar a performance do PC.


Como diferencio os dois?
Você consegue diferenciar as duas interfaces (nome técnico dado ao tipo de conexão) através do tipo de cabo e o tipo da conexão que existe no HD, vejam as diferenças nas imagens a seguir.

Imagem de HD SATA

http://www.oficinadanet.com.br//imagens/coluna/3264/hd1.jpg


Na imagem acima vocês podem ver que o conector do HD SATA é pequeno e a conexão de energia também é diferente apesar de também ter a alimentação IDE.

Imagem de HD IDE

http://www.oficinadanet.com.br//imagens/coluna/3264/hd2.jpg


Na imagem acima vocês podem ver que em comparação ao conector SATA o IDE é grande. Bom, agora que vocês já viram as diferenças físicas entre os dois tipos e também já sabem que o SATA é mais rápido do que o IDE vamos começar com as dicas, aqui irei utilizar três perfis de uso cujos quais chamarei de HOME, PRO e MASTER, então vamos nessa.


Os tipos de Usuários


Usuário HOME O usuário Home é aquele usuário que como o nome já sugere é o doméstico, usuário de casa ou como preferir chamar, esse usuário é aquele que usa a internet para ler e-mails, usar o MSN, baixar algumas músicas e filmes, estudar, fazer downloads simples e utilizar programas não muito complexos, esses usuários não necessitam de um HD muito grande por algumas razões, uma delas é o uso limitado do PC, eles não costumam baixar muitas coisas pesadas porque geralmente não necessitam, os arquivos mais pesados que talvez eles baixam são filmes ou vídeos da internet, mais vamos ver, um usuário que usa o PC pra acessar os e-mails, usar MSN ou ler e editar arquivos de texto e planilhas, quando que esse usuário vai encher um HD de 1TB? Nunca né? pois é, esses usuários geralmente precisam de discos com no máximo 200GB que ainda assim é muito, claro que espaço nunca é demais só que um HD "grande" se torna caro, então a palavra da vez também pode ser economia, gaste apenas o necessário e que atenda as suas necessidades.

Usuário PRO O usuário PRO pode ser considerado o usuário profissional ou até mesmo aquele que mexe em certos programas por diversão, o usuário com esse perfil pode ser um editor de áudio, um editor de vídeos ou até mesmo profissionais de design, esses não usam o computador apenas para acessar e-mails, MSN ou algo do tipo, esses usuários utilizam o PC pra coisa sério, trabalham com eles e muitas vezes utilizam programas que utilizam muito espaço em disco, um exemplo pode programa desse tipo pode ser o PHOTOSHOP CS5 que necessita de 16GB livres no HD para utilizar virtualmente (informação retirada da internet), e também necessitam de muito espaço em disco para salvar arquivos, imagine você um design que diariamente utiliza o photoshop para fazer seus trabalhos profissionais e que ele faça em média de 10 trabalhos por dia, os arquivos salvos no final das contas são muitos porque eles pegam imagens da internet, brushes, tipos de pincéis entre outras coisas, sem falar que eles tem que ficar com os arquivos salvos por um tempo no PC pra caso precise novamente, isso tudo no final das contas vai exigir muito da máquina e também vai exigir muito espaço em disco, para esses tipos de usuários recomenda-se discos rígidos com no mínimo 500GB de espaço, isso pode parecer muito mais no final das contas pode se tornar pouco dependendo da demanda de trabalhos e também dos tipos de trabalho. 

Usuário MASTER O usuário master é aquele que utiliza programas incrivelmente pesados e que exigem muito espaço em disco para tudo, pessoas que trabalham com edição de gráficos 3D, manipulação de vídeos Full HD, Gamers, Designers de games, Arquitetos e Engenheiros, esses necessitam de um grande espaço em disco, imagine você uma pessoa que trabalha com vídeos em FULL HD, andei pesquisando na internet sobre o assunto, e vi que pra isso é necessário muito espaço, imagine você que um filme em FULL HD depois de editado pode passar de 30GB, então um editor tem que ter muito espaço em disco pra pode ter os projetos originais em full hd e também o original gravado em hd também, isso no final das contas ocupa uma exorbitância de espaço, é espaço que um usuário doméstico provavelmente nunca ocuparia em suas rotinas de uso, então pra esses usuários recomenda-se HDs de no mínimo 1,5TB de espaço, parece muito, mas não é, quem trabalha ou conhece o trabalho sabe que um desses pode ser completo em poucos meses.

Espero ter ajudado em alguma coisa e qualquer dúvida comentem, abraço e até a próxima. 


via http://www.oficinadanet.com.br
A teoria da relatividade diz respeito a duas teorias distintas: a teoria da relatividade especial (TER) e a teoria da relatividade geral (TRG). Essas teorias foram criadas pelo físico Albert Einstein e apesar de serem fascinantes são pouco compreendidas.
Albert Einstein afirmou que tempo e espaço são relativos e estão profundamente entrelaçados. Parece complicado? Bem, a idéia é sofisticada, mas, ao contrário do que se pensa, a relatividade não é nenhum bicho-de-sete-cabeças. A explicação de forma fácil dessas teorias é o objetivo deste artigo.

Relatividade Especial

A teoria da relatividade especial (ou restrita) foi publicada em 1905 pelo físico Albert Einstein e foi a solução para um dos três maiores conflitos da física. O conflito diz respeito às propriedades da luz e seu comportamento. A física de Newton afirma que é possível ficar lado a lado com um raio de luz se o observador estiver na velocidade da luz, vendo-o parado, ao contrário do que diz os estudos sobre o eletromagnetismo desenvolvido por Maxwell. Eis o primeiro conflito, que foi resolvido por Einstein. A teoria da relatividade especial se apóia principalmente em dois pilares. O primeiro pilar são as leis da física que dizem respeito às propriedades da luz e seu movimento, enquanto o segundo é conhecido como princípio da relatividade.
O princípio da relatividade nos diz que: ao se falar das velocidades e posições de objetos precisamos especificar a velocidade e posição do(s) observador (es). A primeira vista essa afirmação parece pura perda de tempo, mas na verdade o princípio da relatividade nos diz exatamente isso, o movimento depende do ponto de vista do observador. Por exemplo: uma pessoa em um traje espacial que se move a velocidade constante sente-se estacionária. Ao cruzar com outra pessoa, acha que está parado e a pessoa que está se movendo. O mesmo vale para a outra pessoa, que se sente estacionária no caso de estar com velocidade constante. Agora você deve estar se perguntando qual dos dois está correto. Na verdade ambos estão corretos em relação a seu movimento. Mesmo que para cada um, o outro esteja em movimento seus pontos de vista são válidos. Podemos concluir então que o movimento depende apenas do observador escolhido, ou seja, o movimento é relativo.
O segundo componente da relatividade especial tem a ver com a luz e seu movimento. O princípio da relatividade nos diz que o movimento só faz sentido se estiver sendo feito em relação a um observador. A frase "João viaja a dez quilômetros por hora" só faz sentido se houver um observador. Mas o contrário acontece com a luz. A luz se move a exatos 299.792.458 m/s independente do observador ou da situação.

Einstein acaba com a idéia de tempo e espaço absolutos. Além disso, Einstein considera também o espaço como uma entidade geométrica, tão fundamental quanto o espaço. Na teoria da relatividade especial o tempo e espaço não são coisas distintas são na verdade uma só, uma nova dimensão chamada de Tempo-espaço. Ao considerarmos uma nova dimensão que une tempo e espaço temos que analisar a questão do movimento nele. Imaginemos um fóton que se move a velocidade da luz em relação a um observador dito estacionário. Este fóton estaria viajando a 299.792.458m/s e se moveria somente pelo espaço, pois estaria usando a totalidade de seu movimento para alcançar a velocidade da luz, que é o limite. Por esse motivo o fóton não envelhece, já que não viaja pelo tempo, pois todo seu movimento é utilizado no espaço. Ao contrário do observador, que usa a totalidade de seu movimento para viajar pelo espaço, assim envelhecendo. De forma simples, Einstein estabelece que o tempo-espaço não é absoluto, que o movimento livre de forças é relativo e que a velocidade máxima universal é a velocidade da luz. Essas conclusões, como vocês verão, levaram Einstein a criar um segundo conflito, dessa vez entre a teoria da relatividade especial e a gravitação de Newton.

Relatividade Geral

A relatividade geral foi uma teoria publicada em 1915. Estima-se que Einstein tenha demorado mais de dez anos para completar a teoria, além de passar mais de cinco anos sem fazer progresso algum devido a sua complexidade incomum. A relatividade geral é uma teoria de gravitação, que busca responder o segundo conflito criado por Einstein. O conflito se baseia no fato de que a teoria da gravitação universal de Newton diz que a gravidade se propaga instantaneamente pelo universo, ou seja, se o Sol explodisse a Terra imediatamente iria deixar sua órbita elíptica. Mas como vimos isso viola a teoria da relatividade especial que afirma que a velocidade máxima para qualquer coisa ou fenômeno é a velocidade da luz.
Einstein resolveu esse problema com a idéia de objetos e energia distorcem o tecido do espaço-tempo e tal efeito sobre o espaço-tempo propaga a gravidade. É como se o tecido do espaço-tempo fosse uma malha esticada e segurada por duas pessoas, ao colocarmos uma bola de boliche em seu centro ela iria afundar a malha. Se jogarmos uma bolinha de gude com pouca velocidade, ela será levada na direção da bola, seguindo a curva da malha, mas se jogarmos com velocidade suficiente, ela irá acompanhar o movimento da malha e sair da depressão causada pela bola de boliche. Einstein afirma que é isso que ocorre no universo, os objetos estão seguindo o tecido do espaço-tempo e por isso são atraídos para outros objetos.
O princípio base para a teoria da relatividade geral é chamado de princípio da equivalência. Este princípio é uma estrutura fundamental para a relatividade geral e afirma que sistemas acelerados e sistemas submetidos a campos gravitacionais são fisicamente iguais, ou seja, é impossível distinguir gravidade de aceleração. Nas condições certas, uma pessoa não tem como saber se o que sente é aceleração ou um campo gravitacional.
A teoria da relatividade geral cria a possibilidade dos chamados buracos negros, pontos no espaço em que a gravidade é tanta, que nada, nem mesmo a luz consegue escapar a seu campo gravitacional. Isso ocorre pois a luz se move em linha reta pelo espaço, apenas seguindo o tecido do espaço-tempo. Como o ponto próximo a um buraco negro é extremamente curvado, a luz segue para dentro dele e de lá não consegue mais sair.

Uma outra possibilidade criada pela relatividade geral são os famosos buracos de minhoca. Buracos de minhoca são, como o nome sugere, buracos que ligam duas regiões longínquas do universo através de uma espécie de ponte. Apesar de constantemente utilizada em filmes de ficção científica, buracos de minhoca nunca foram observados e por isso até sua existência é desconhecida. Buracos negros pelo contrário são bastante conhecidos e amplamente estudados pela física atual. Esses e muitos outros fenômenos são possíveis com a teoria da relatividade geral. Teoria essa que desafiou o conceito dos mais brilhantes físicos de sua época e ainda insiste em desafiar nossa intuição.